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quinta-feira, 13 de julho de 2023

Plano de Recuperação das Aprendizagens 21 | 23 Escola+: IV.º relatório de monitorização


Título: Plano 21|23 Escola+: quarto relatório de monitorização
Autores coletivos: Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, Divisão de Estatística do Ensino Básico e Secundário (DEEBS) Autores: Helena Saleiro (Apuramento de dados), Joaquim Santos e Helena Saleiro (Relatório), Nuno Neto Rodrigues e Filomena Oliveira (Direção)
Edição: Direção de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC)
Data: junho 2023
N.º páginas: 54 p, il.

A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) disponibiliza o quarto relatório de monitorização do Plano de Recuperação das Aprendizagens 21|23 Escola + que, entre outros dados, integra:

  • O nível de adesão das ações específicas;
  • Os recursos e alunos envolvidos;
  • A perceção de cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada sobre as ações específicas implementadas, no que respeita ao impacto no processo de recuperação das aprendizagens dos alunos.

Destaca-se nos dois anos letivos de vigência do Plano 21|23 Escola+, as ações específicas que obtiveram maior percentagem de implementação por parte dos AE/ENA foram: “Escola a Ler”, “Começar um Ciclo ou 1.º Ciclo e Novos Ciclos” e “Capacitar para Avaliar”.  

Clique na imagem para aceder ao relatório.

segunda-feira, 3 de julho de 2023

Tecnologias Emergentes | Relatório


Título: Tecnologias emergentes
Autores: Rui Luis Aguiar (coord., rev. e edição), Mário Antunes, João Paulo Barraca, Paulo Bartolomeu, Daniel Corujo, Vitor Cunha, Rafael Direito, Diogo Gomes, Leonardo da Cruz Marcuzzo, Ricardo Martins, Paulo Mateus, Armando Nolasco Pinto e Nuno Silva
Autor coletivo: Instituto de Telecomunicações, em estreita colaboração com o Observatório de Cibersegurança do CNCS
Edição: Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS), 2023 
N.º pág.: 115 p.

O Observatório de Cibersegurança do CNCS publicou o Relatório Tecnologias Emergentes, através do qual disponibiliza uma análise sobre cinco tecnologias que podem ajudar a formar o presente e o futuro tecnológicos, nomeadamente a Computação em Nuvem, a Internet das Coisas, a Inteligência Artificial, a Tecnologia 5G e as Tecnologias Quânticas. 

Este documento apresenta-se segundo dois prismas. Por um lado, estas tecnologias são abordadas numa perspetiva histórica e considerando os seus principais impactos. Por outro, salientam-se neste contexto os aspetos destas tecnologias ligados à cibersegurança, designadamente os desafios e as oportunidades que elas colocam à segurança no ciberespaço.

As considerações que emanam deste Relatório permitem integrar a cibersegurança no quadro destas tecnologias, bem como identificar linhas de ação possíveis para uma implementação mais segura destes tipos de sistemas técnicos.

Clique na imagem para consultar o relatório.

quarta-feira, 22 de março de 2023

Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água da ONU 2023 : parcerias e cooperação para a água


Título: The United Nations World Water Development Report 2023: partnerships and cooperation for water
Autor: UNESCO
Ano de publicação: 2023
N.º páginas: 189 p. : il., mapas


Parcerias e cooperação para a água


"Proteger a segurança hídrica, alimentar e energética por meio da gestão sustentável da água, fornecer abastecimento de água e serviços de saneamento para todos, apoiar a saúde humana e os meios de subsistência, mitigar os impactos das mudanças climáticas e eventos extremos e sustentar e restaurar os ecossistemas e os serviços valiosos que eles fornecem, são todas as peças de um grande e complexo quebra-cabeça. Somente através de parcerias e cooperação as peças podem-se encaixar. E todos têm um papel a desempenhar.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6) é garantir a disponibilidade e gestão sustentável de água e saneamento para todos até 2030. Nas taxas atuais, o progresso em direção a todas as metas do ODS 6 está fora do caminho e, em algumas áreas, a taxa de implementação precisa ser quádruplo ou mais.

A taxa inadequada de progresso em água e saneamento destaca a necessidade de explorar oportunidades por meio de parcerias e cooperação. O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento da Água 2023: Parcerias e cooperação para a água explora este tema, em todas as regiões, em relação à agricultura, meio ambiente, assentamentos humanos, indústria, saúde e mudança climática. 

Alinhado com cada um dos cinco 'aceleradores' do SDG 6 Global Acceleration Framework (GAF) - ODS 6 Estrutura de Aceleração Global -, o relatório também faz recomendações aos formuladores de políticas sobre como acelerar e ampliar a mudança por meio do desenvolvimento de capacidade, dados e informações, inovação, financiamento, e governação.

O ano de 2023 marca a primeira grande conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) dedicada à água desde 1977. A Conferência da Água da ONU 2023 (22 a 24 de março) concentra-se no progresso em direção às metas relacionadas à água e ao saneamento, coincidindo com o meio-termo revisão abrangente da Década Internacional para a Ação, 'Água para o Desenvolvimento Sustentável 2018–2028'. 

Como o principal relatório oficial do sistema das Nações Unidas sobre a água, o Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água das Nações Unidas 2023 informa diretamente as discussões da conferência da ONU, descrevendo como a construção de parcerias e o aprimoramento da cooperação em todas as dimensões do desenvolvimento sustentável são essenciais para acelerar o progresso em direção ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável para a água e saneamento (ODS 6) e concretizar os direitos humanos no acesso à água e ao saneamento".

Clique na imagem para aceder ao relatório.

Fonte:
United Nations - un water. Publicações. Acedido em https://www.unwater.org/publications/un-world-water-development-report-2023

quarta-feira, 15 de março de 2023

Kit de ferramentas Matemática para Ação | Ebook

Título: Mathematics for action: supporting science-based decision-making
Autor: AMEZCUA, Javier... (et al.); ed. DHHERSIN, Jean-Stéphane Dhersin.... (et al.)
Autor coletivo: UNESCO
Ano de publicação: 2022
N.º páginas: 71 p., il.

O conjunto de ferramentas "Matemática para ação: apoiando a tomada de decisão baseada na ciência", escrito por matemáticos e líderes de pensamento de todo o mundo, é uma coleção de 25 resumos que abrange 11 ODS e fornece, graças à aplicação de novos modelos matemáticos e de melhores algoritmos, informações pertinentes que permitem enfrentar os desafios do mundo contemporâneo, desde mudanças climáticas até pandemias.

Clique na imagem para aceder a este estudo da UNESCO.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

bYou – Estudo das vivências e expressões de crianças e jovens sobre os media

Num contexto em que a sociedade em geral e várias instituições começaram a reconhecer a necessidade de conhecer e valorizar a opinião dos mais jovens, o projeto bYou, coordenado pela prof. Sara Pereira, pretende estudar a relação das crianças e jovens com os media – o que lhes dá mais satisfação no seu uso? O que os preocupa? Que formatos preferem? - e contribuir para que na multiplicidade de meios ao seu dispor, incluindo os media escolares, encontrem formas de expressão, de empoderamento e de participação.

Todas as crianças e jovens até aos 18 anos que queiram partilhar com o mundo a sua opinião sobre os media nas suas vidas, ou sobre outros assuntos que sejam do seu interesse poderão fazer. A campanha “Expressa-te”, organizada pelo projeto de investigação da Universidade do Minho bYou - Estudo das vivências e expressões dos jovens sobre os media, quer ouvir o que têm para dizer.

Seja em vídeo, fotografia, podcast, texto, memes, dança, música, teatro ou qualquer outro meio que lhes sirva melhor, as produções dos jovens que queiram participar devem ser enviadas por e-mail para o endereço byou@ics.uminho.pt. Estes conteúdos serão partilhados num mural digital, depois de validados pela equipa do projeto.

Vinte e três Agrupamentos de todo o país – um por cada NUT III – aceitaram também ser parceiros deste projeto e estão a proceder a questionários sobre as práticas e perceções relativamente aos media numa turma de cada ano terminal (6.º, 9.º e 12.º ano). Este levantamento quantitativo será seguido por uma fase de investigação qualitativa num grupo mais reduzido de Agrupamentos e pelo apoio no terreno a práticas mediáticas esclarecidas e críticas que favoreçam o be you (sê tu) e o by you (por ti).

Para mais informações, consulte o sítio do projeto.

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Desenvolvimento da Criatividade e do Pensamento Crítico dos Estudantes I E-book


Título: Desenvolvimento da criatividade e do pensamento crítico dos estudantes : o que significa na escola
Autor: OCDE:  tradução do relatório “Fostering Student’s Creativity and Critical Thinking” realizada em parceria do Instituto Ayrton Senna com a Fundação Santillana
Publicação: São Paulo : Fundação Santillana, 2020.
N.º páginas: 359 p.

  
Prefácio

Vivemos num mundo em que aquilo que é fácil de ensinar e testar também se tornou fácil de digitalizar e automatizar. Nesse aspecto, criatividade e pensamento crítico são cada vez mais importantes, para assegurar que tenhamos controle da tecnologia e continuemos a trabalhar juntos em direção a um mundo mais humano e sustentável. Não surpreende que a maior parte dos currículos dê mais ênfase a essas competências, nem que os professores as considerem difíceis de ensinar e avaliar.

As escolas do futuro têm de ajudar os alunos a pensar por si mesmos e a trabalhar com os outros. Eles devem entender os limites entre ações individuais e coletivas e melhorar a sua capacidade de identificar e compreender os próprios pontos de vista e o mundo em redor. No trabalho, em casa e na comunidade, as pessoas precisarão de compreender profundamente como os outros vivem em diferentes culturas e tradições, e como pensam, sejam eles cientistas ou artistas. Também terão de melhorar a capacidade de imaginar novas soluções, identificar novas possibilidades, fazer novas conexões, e transformá-las em novos produtos ou modos de viver melhor juntos.

É por isso que as escolas precisam de estimular a criatividade e o pensamento crítico dos seus alunos, ajudando-os a olhar para tudo a partir de diferentes pontos de vista, a entender os limites da sua perspectiva e da dos demais e a transformar as suas ideias em soluções inovadoras: questionar, imaginar, fazer e refletir, como é colocado pelas rubricas da OCDE sobre criatividade e pensamento crítico.

Nada disso é fácil nem se faz de um dia para o outro, mas este livro oferece oportunidades concretas para progredir. Proporciona aos professores e às escolas novas ferramentas para construir ambientes de aprendizagem nos quais os alunos possam exercitar as suas competências de criatividade e pensamento crítico, sem diminuir o valor do conteúdo das disciplinas e do conhecimento formal. A obra também oferece aos gestores públicos inspirações sobre como apoiar os docentes no aprimoramento de suas práticas e como tornar os seus sistemas educacionais mais baseados em evidências.

Todos os recursos aqui apresentados foram desenvolvidos e testados numa rede de escolas e professores de 11 países. O trabalho também contribuiu para o desenvolvimento da estrutura conceitual de “pensamento criativo”, o domínio inovador do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), da OCDE, em 2021.

Todos os docentes que participaram do projeto estão comprometidos para que os nossos sistemas educacionais desenvolvam seres humanos de primeira classe, e não robôs de segunda classe, e acreditam no valor da colaboração internacional para alcançar esse objetivo.

Andreas Schleicher, Diretor de Educação e Competências da OCDE

Clique na imagem para aceder ao estudo.

Fonte:

Pensar fora da caixa

 “Thinking outside the box”

programa PISA lança publicação sobre a avaliação do pensamento criativo



A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) disponibiliza uma nova brochura produzida no âmbito do programa PISA (Programme for International Student Assessment), e na qual são apresentadas as conclusões da investigação realizada em 2022 sobre a ação de avaliação do pensamento criativo (creative thinking), em alunos com 15 anos de idade.

Ao longo da sua história, o PISA tem reunido informação importante acerca das competências dos alunos, não só no que concerne a áreas do conhecimento, mas também no que se refere às designadas “competências do século 21” – resolução de problemas (problem solving), resolução colaborativa de problemas (collaborative problem solving) e a designada competência global (global competence).

Em 2022, o PISA decidiu, pela primeira vez, avaliar o pensamento criativo (creative thinking), considerado por muitos educadores como uma competência-chave para enfrentar os desafios futuros.

O que é Pensamento Criativo?

O pensamento criativo é o modo de pensar que leva à criação de ideias valiosas e originais. Todas as pessoas são capazes de se envolver no pensamento criativo e praticar a criatividade 'quotidiana' (abordar as atividades quotidianas de uma forma não convencional). O pensamento criativo pode ser aplicado não apenas a contextos relacionados à expressão da imaginação, como a escrita criativa ou as artes, mas também a outras áreas onde a criação de ideias é funcional para a investigação de questões, problemas ou preocupações de toda a sociedade.

A avaliação do PISA examinará as capacidades dos alunos para gerar ideias diversas e originais e avaliar e melhorar ideias, numa variedade de contextos ou 'domínios'. A avaliação inclui quatro domínios: expressão escrita, expressão visual, resolução de problemas sociais e resolução de problemas científicos. Em cada um desses domínios, os alunos envolvem-se com tarefas abertas que não têm uma única resposta correta. Eles são solicitados a fornecer respostas múltiplas e distintas ou a gerar uma resposta que não seja convencional. Estas respostas podem assumir a forma de uma solução para um problema, de um texto criativo ou de um artefacto visual.

Por que é importante que os alunos desenvolvam o Pensamento Criativo?

O pensamento criativo pode ter uma influência positiva no interesse e desempenho académico, identidade e desenvolvimento socioemocional dos alunos, apoiando a interpretação de experiências, ações e eventos de maneiras novas e pessoalmente significativas.

Além da sala de aula, o pensamento criativo pode ajudar os alunos a adaptarem-se a um mundo em constante e rápida mudança. Apoiar o pensamento criativo dos alunos pode ajudá-los a contribuir para o desenvolvimento da sociedade em que vivem, hoje e como futuros trabalhadores: organizações e sociedades em todo o mundo dependem cada vez mais da inovação e da criação de conhecimento para enfrentar desafios emergentes e complexos, dando urgência à inovação e pensamento criativo como empreendimentos coletivos.

Clique na imagem para aceder à brochura.

Fonte:

terça-feira, 19 de julho de 2022

O mundo digital abre um fosso crescente no acesso a livros impressos?


Título: Does the digital world open up an increasing divide in access to print books?
Autores: Miyako Ikeda and Giannina Rech
Publicação: PISA in Focus, n.º 118, 12 de julho de 2022. Paris : OCDE
N.º páginas: 8 p.

Nas últimas duas décadas, a leitura passou de papel para, cada vez mais, ecrãs. À medida que a digitalização se espalha, tem havido crescentes preocupações sobre o acesso desequilibrado a novos tipos de recursos entre estudantes com vantagens socioeconômicas e alunos desfavorecidos. Os resultados do PISA 2018 mostram que, embora os alunos desfavorecidos se estejam a atualizar em termos de acesso a recursos digitais, o seu acesso ao capital cultural, como livros impressos em casa, diminuiu e a lacuna socioeconómica persistiu nas últimas duas décadas.

Este resumo chama a atenção das partes interessadas da educação para essa questão e fornece evidências para a discussão da equidade na educação, examinando o modo como o acesso a livros em casa está relacionado com o modo predominante de leitura de livros dos alunos, o seu desempenho na leitura e o seu prazer de ler.

Clique na capa para aceder ao documento.

sexta-feira, 8 de julho de 2022

Relatório | Riscos & Conflitos 2022


Título: Relatório cibersegurança em Portugal : riscos & conflitos 2022
Entidade responsável: Centro Nacional de Cibersegurança Portugal
Edição: 3.ª ed.
Data de publicação: Junho 2022
N.º páginas: 98 p.

O Relatório Riscos & Conflitos de 2022 (3.ª edição) analisa o ano de 2021 e perspetiva os anos de 2022 e 2023 quanto aos principais incidentes, cibercrimes e agentes de ameaça a afetar o ciberespaço de interesse nacional. Para o efeito, utiliza indicadores produzidos pelo próprio CNCS - Centro Nacional de Cibersegurança -, os contributos de vários parceiros através de conteúdos e entrevistas, inquéritos realizados à comunidade, bem como efetua uma sistematização de dados públicos sobre estas matérias.

Atualizações ao documento:

1.ª - 28/06/2022

Aceda ao Relatório

Aceda ao "Relatório em 15 minutos"

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Dia Mundial do Refugiado



O Dia Mundial do Refugiado (celebrado no dia 20 de junho) é marcado este ano pelo tema “Seja quem for, seja quando for, seja onde for: todas as pessoas têm direito a procurar proteção”. Este tema reforça a mensagem que todas as pessoas – não importa quem, onde ou quando – têm o direito de serem protegidas contra guerras, perseguições e violações dos seus direitos humanos.

Principais dados do relatório “Tendências Globais 2021”, do ACNUR

  • Em meados de maio de 2022, mais de 100 milhões de pessoas estavam deslocadas forçosamente em todo mundo devido a perseguições, conflitos, violência, violações dos direitos humanos ou eventos que perturbaram a ordem pública.
  • No final de 2021, o número de 89,3 milhões de migrantes forçados incluía:
  • 27,1 milhões de refugiados, sendo:
    ✒ 21,3 milhões de pessoas refugiadas sob o mandato do ACNUR
    ✒  5,8 milhões de pessoas refugiadas da Palestina sob o mandato da UNRWA
  • 53,2 milhões de pessoas deslocadas internamente

  • 4,6 milhões de solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado

  • 4,4 milhões de pessoas da Venezuela deslocadas fora do seu país

  • Entre as pessoas refugiadas e da Venezuela deslocadas fora do seu país no final de 2021:

     ✒ Países de renda baixa ou média acolheram 83% desta população.
     ✒ Países Menos Desenvolvidos ofereceram asilo para 27% deste total.

  • 72% das pessoas viviam nos países vizinhos dos seus países de origem.

  • A Turquia abrigava 3,8 milhões de pessoas refugiadas (a maior população em todo o mundo), seguido por Uganda (1,5 milhão), Paquistão (1,5 milhão) e Alemanha (1,3 milhão). A Colômbia acolhia 1,8 milhão de pessoas venezuelanas deslocadas fora do seu país.
  • O Líbano abrigava a maior população de pessoas refugiadas per capita (em relação aos habitantes do país): 01 pessoa refugiada para cada 08 habitantes. Em seguida, vem a Jordânia (01 para cada 14) e a Turquia (01 para cada 23).
  • Em relação à população nacional, a ilha de Aruba abrigava o maior número de pessoas da Venezuela deslocadas fora do seu país (01 para cada 06), seguido por Curaçao (01 para cada 10).
  • Mais de dois terços (69%) das pessoas refugiadas vieram de apenas 05 países: Síria (6,8 milhões), Venezuela (4,6 milhões), Afeganistão (2,7 milhões), Sudão do Sul (2,4 milhões) e Mianmar (1,2 milhão).
  • Globalmente, havia 6,1 milhões de pessoas refugiadas, solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado e migrantes da Venezuela em 2021 (de acordo com a Plataforma Regional de Coordenação Interagencial R4V – Response for Venezuelans).
  • Solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado apresentaram 1,4 milhão de novos pedidos. Os Estados Unidos foi o maior recipiente, a nível mundial, de novas solicitações (188,9 mil), seguido pela Alemanha (148,2 mil), México (132,7 mil), Costa Rica (108,5 mil) e França (90,2 mil).
  • Quatro dos 10 países de origem com maior número de solicitantes de asilo estão na América Latina e no Caribe: Nicarágua (2º lugar), Venezuela (4º), Haiti (5º) e Honduras (6º). Ao final de 2021, havia mais de 1,1 milhão de pessoas refugiadas e solicitantes de asilo de El Salvador, Honduras e Guatemala em todo o mundo. As solicitações de reconhecimento da condição de refugiado apresentadas por pessoas da Nicarágua em 2021 foram cinco vezes maiores que no ano anterior.
    Soluções:
  • 5,7 milhões de pessoas deslocadas à força retornaram para suas regiões ou países de origem em 2021, incluindo 5,3 milhões de deslocados internos e 429,3 mil pessoas refugiadas.

📌 Para mais informações consulte o relatório >>

📌 Saiba mais sobre os refugiados em Portugal e no Mundo >>

📌Consulte:

segunda-feira, 13 de junho de 2022

O papel da proteção social na eliminação do trabalho infantil | Relatório


Título: The role of social protection in the elimination of child labour : evidence review and policy implications
Entidade responsável: OIT e UNICEF
Edição: 1.ª edição
Ano de publicação: 2022
N.º pág.: 66 p.

Este estudo apresenta evidências, com base em vários estudos realizados desde 2010, que, mostram como, ao ajudar as famílias a lidar com choques económicos ou sanitários, reduz o trabalho infantil e facilita a permanência das crianças na escola. A proteção social reduz a pobreza e a vulnerabilidade das famílias, diminuindo assim os principais impulsionadores do trabalho infantil.

Segundo este relatório, os governos dispõem de um conjunto de políticas que podem implementar para promover a proteção social e são apresentadas uma série de recomendações para a prevenção e eliminação do trabalho infantil, nomeadamente:
  • Dar prioridade às prestações dirigidas às crianças e assegurar que a conceção de programas de proteção social seja inclusiva e sensível à questão do trabalho infantil;
  • Alargar a proteção social aos dois mil milhões de trabalhadores e trabalhadoras da economia informal, apoiando assim a sua transição da economia informal para a economia formal;
  • Construir sistemas integrados de proteção social, porquanto a redução do trabalho infantil será mais fácil se os países tiverem um sistema de proteção social que proporcione prestações adequadas ao longo de todo o ciclo de vida, desde prestações dirigidas às crianças e às famílias, as prestações de maternidade até às prestações de desemprego, às pensões de velhice, bem como à proteção da saúde;
  • Desenvolver o forte compromisso político existente para acabar com o trabalho infantil e estabelecer uma proteção social universal para reforçar o consenso para a ação. A Agenda do Desenvolvimento Sustentável e o forte consenso acordado pela Conferência Internacional do Trabalho, em 2021, bem como os resultados da Conferência de Durban sobre o trabalho infantil, podem ajudar a coordenar as iniciativas internacionais; 
  • Promover o investimento em sistemas de proteção social como motor do desenvolvimento.
(In: Dgert)

Clique na imagem para aceder ao relatório.

Descarregue o relatório em língua espanhola >>

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Re|Formar as políticas para a criatividade | Ebook

Título: Re|Shaping policies for creativity : addressing culture as a global public good
Editor: UNESCO
Data da publicação: 2022
N.º pág.: 331 p.

Breve resumo

Cultura e criatividade representam 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) global e 6,2% de todo o emprego. As exportações de bens e serviços culturais dobraram de valor a partir de 2005 [...] e são um dos setores económicos mais novos e de mais rápido crescimento do mundo.

Os desafios também fazem da economia criativa um dos setores mais vulneráveis ​​que muitas vezes é negligenciado pelo investimento público e privado.

Os setores cultural e criativo foram os mais atingidos pela a pandemia, com mais de 10 milhões de empregos perdidos somente em 2020. O investimento público em cultura tem diminuído na última década e as profissões criativas permanecem, em geral, instáveis ​​e pouco regulamentadas. Embora a cultura e o entretenimento sejam os principais empregadores das mulheres (48,1%), a igualdade de género é uma perspetiva distante. Além disso, apenas 13% das revisões nacionais voluntárias do progresso em direção à Agenda 2030 reconhecem a contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável. As disparidades entre países desenvolvidos e em desenvolvimento são significativas, com os países desenvolvidos liderando o comércio de bens e serviços culturais – respondendo por 95% do total das exportações de serviços culturais.

A pandemia do COVID-19 vem lembrar que nenhum país sozinho pode forjar a proteção e promoção da diversidade dentro de seu território e fora dele. O valor da cultura como bem público global deve ser valorizado e preservado em benefício das gerações presentes e futuras.

O relatório Re|Formar as políticas para a criatividade : abordar a cultura como um bem público global oferece novos dados perspicazes que lançam luz sobre as tendências emergentes a nível global, além de apresentar recomendações de políticas para promover ecossistemas criativos que contribuam para um mundo sustentável até 2030 e além.
(In: Short summary) 

Clique na capa para aceder ao relatório da UNESCO.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Relatório de Avaliação da Implementação das Aprendizagens Essenciais | Ebook

Título: Relatório de avaliação da implementação das aprendizagens essenciais
Autores: Fernando Albuquerque Costa (coord.), Ana Paz, Carolina Pereira, Elizabete Cruz, Gilda Seromenho, Joana Viana
Editor: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa
Data de publicação: 2022
N.º pág. 379 p.

"Este relatório tem como principal objetivo apresentar informação relevante sobre os modos como os docentes dos Ensinos Básico e Secundário interpretam, operacionalizam e avaliam as Aprendizagens Essenciais (AE) a partir da análise de um conjunto de dados obtidos, numa primeira fase, através de um inquérito por questionário aplicado a nível nacional em Portugal Continental e, numa segunda fase, através da realização de entrevistas semiestruturadas, para aprofundamento, a um conjunto restrito de professores pertencentes a diferentes áreas disciplinares, níveis de ensino e zonas geográficas". 
(In: Sumário Executivo)

Clique na capa para aceder ao relatório.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Romantismos, realismos e anticlericalismos em Amor de perdição (Camilo Castelo Branco) | Estudo


Fonte: Ilda David, ilustrações para «Amor de Perdição», de Camilo Castelo Branco (via pinterest)

António Augusto Nery, professor associado de Literatura Portuguesa na graduação e na pós-graduação em Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), escreveu um artigo intitulado "Romantismos, realismos e anticlericalismos em Amor de Perdição (Camilo Castelo Branco)", publicado na Revista Letras, n.º 87, Jan./Jul. 2013, pp.151-168, edição da UFPR.

Descarregue o artigo >>

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Os jovens em Portugal, hoje | Estudo


Quem são, que hábitos têm, o que pensam e o que sentem os jovens em Portugal? Conheça o novo retrato da Fundação Francisco Manuel dos Santos, elaborado com base numa amostra a 4.900 jovens entre os 15 e os 34 anos. Um inquérito que permitirá perceber a forma como os jovens se relacionam, como vivem a sexualidade, como encaram o trabalho, participam politicamente ou como se sentem com o seu corpo, entre muitos outros aspectos.

Aceda ao estudo >>

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Avaliação mundial do oceano : volume 2 I Relatório

Título: The second World Ocean Assessment : world ocean assessment II : volume II (WOA II)
Publicação: Organização das Nações Unidas (ONU) ; cop. 2021
N.º páginas: 520 p.
Língua: Inglês
Formato: Ebook

Este relatório da ONU incide na perspectiva do oceano e constitui o resultado, mais recente, da única avaliação mundial integrada do oceano, a nível global, que abrange os três pilares do desenvolvimento sustentável - social, económico e ambiental. 

Fornece informação científica sobre o estado do ambiente marinho, de uma forma abrangente e integrada, com o objetivo de apoiar decisões e ações para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o objetivo 14, bem como a implementação da Década das Nações Unidas da Ciência dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável.

Clique na imagem para aceder ao documento.

Consulte o primeiro volume do relatório  >>

Fonte:
IPMA; "Dia Internacional da Terra", [Em linha] [Consult. 28.04.2021] Disponível em: https://www.ipma.pt/pt/media/noticias/news.detail.jsp?f=/pt/media/noticias/textos/dia_da_terra.html

O Estado Global do Clima 2020 I Relatório

Título: State of the Global Climate 2020
Autoria: World Meteorological Organization (WMO)
Publicação: Geneva : WMO ; 2021
N.º páginas: 56 p.
Coleção e série: WMO- No. 1264
Língua: Inglês
Formato: Ebook

O relatório recentemente publicado pela Organização Meteorológica Internacional (OMM) considerou 2020 um dos três anos mais quentes de sempre, tendo a temperatura média global subido cerca de 1,2 °C acima do nível pré-industrial (1850-1900) e que a década 2011-2020 foi a mais quente alguma vez registada (sendo os últimos seis anos sido os mais quentes de sempre).

O relatório alerta para a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, o aumento da temperatura terrestre e oceânica, a subida do nível do mar, o degelo e recuo dos glaciares e uma propensão para condições meteorológicas extremas.

Clique na imagem para aceder ao documento.

Fonte:
IPMA; "Dia Internacional da Terra", [Em linha] [Consult. 28.04.2021] Disponível em: https://www.ipma.pt/pt/media/noticias/news.detail.jsp?f=/pt/media/noticias/textos/dia_da_terra.html

quarta-feira, 24 de março de 2021

A literacia mediática nas bibliotecas escolares | Estudo

Título: A literacia mediática nas bibliotecas escolares : um estudo MILOBS/RBE
Autores: Sara Pareira (CECS/MILObs - Universidade do Minho) e Margarida Toscano (Rede de Bibliotecas Escolares)
Edição: MILObs - Observatório de Media, Informação e Literacia
Ano da publicação: 2021
N.º páginas:34 p.

Os resultados de um questionário aplicado, em 2019, aos professores bibliotecários foram dados a conhecer num estudo que “retrata o panorama da literacia mediática nas bibliotecas escolares – o que se tem feito e também os problemas identificados”. 

Clique na capa para aceder a este estudo.

terça-feira, 16 de março de 2021

Covid-19 e o trabalho infantil | Relatório


Título: Covid-19 e o trabalho infantil : um momento de crise, o momento certo para agir
Responsáveis: Organização Internacional do Trabalho (OIT) e e Fundo das Nações Unidas para a infância (UNICEF)
Ano de publicação: 2020
N.º pág: 34 p.

Num contexto desafiante das nossas vidas e da história mundial, a OIT e a UNICEF uniram-se para elaborar um relatório conjunto sobre o tema do trabalho infantil, com o título “COVID-19 e o Trabalho Infantil: um momento de crise, o momento certo para agir”.

Os avanços na erradicação do trabalho infantil têm sido enormes. Desde o ano 2000, os esforços dirigidos ao combate deste flagelo permitiram retirar 94 milhões de crianças da situação de trabalho infantil. Porém, a pandemia do COVID-19 e os consequentes impactos económicos e sociais podem, pela primeira vez em duas décadas, interromper e até mesmo fazer regredir esses progressos.

As tendências positivas podem vacilar e verificar-se um agravamento do trabalho infantil, sobretudo em locais onde houve uma resistência à mudança. Estes riscos exigem uma ação urgente para evitar e mitigar o fardo que a pandemia representa para as crianças e as suas familiares. 

São muitas as incertezas em relação ao verdadeiro impacto e duração da crise, assim como à adaptação das populações. Mas parte das repercussões desta crise já é óbvia. A pandemia aumentou a insegurança económica, provocou uma profunda disrupção das cadeias de abastecimento e interrompeu a produção. As condições mais restritivas na concessão de crédito afetam os mercados financeiros em muitos países. Os orçamentos públicos estão sob pressão e com dificuldades em acompanhar os desenvolvimentos. 

Quando estes e outros fatores resultam numa diminuição do rendimento dos agregados familiares, as expetativas de que as crianças contribuam financeiramente podem intensificar-se. Mais crianças podem ser forçadas a trabalhos perigosos ou abusivos. Aqueles que já trabalham poderão ter de o fazer durante mais horas ou em piores condições. As desigualdades de género podem agravar-se ainda mais nas famílias, sendo esperado que as raparigas tenham de realizar mais tarefas domésticas e trabalho agrícola. 

O encerramento temporário das escolas pode exacerbar estas tendências, pois as famílias procuram novas formas de ocupar o tempo das crianças. 
(In: Introdução)

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terça-feira, 26 de janeiro de 2021

A lista de Aristides de Sousa Mendes | O livro sobre artistas salvos pelo cônsul de Bordéus



A investigação levada a cabo por Ana Cristina Luz com a qual obteve o grau de mestre em Mediação Cultural e Literária intitulada “A lista de Aristides de Sousa Mendes : as personalidades do mundo da cultura”, publicada recentemente em livro, revelou dezenas de artistas que conseguiram fugir à violência nazi e procuraram refúgio em Portugal, em 1940, graças ao facto de terem recebido vistos passados pelo cônsul de Bordéus - Aristides de Sousa Mendes.

De entre essa listagem poderão encontrar-se figuras ligadas ao mundo da cultura, como Gala e Salvador Dalí, Friedrich Torberg, Robert Montgomery, Simone Gallimard, Hélène de Beauvoir, Margaret e Hans Rey, Tereska Torrès, entre outros.

Clique na capa do livro para aceder ao vídeo da RTP.

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