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sábado, 27 de janeiro de 2024

Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto


No dia 27 de Janeiro, a UNESCO presta homenagem à memória das vítimas do Holocausto e reafirma o seu compromisso inabalável de combater o anti-semitismo, o racismo e outras formas de intolerância que podem levar à violência dirigida a grupos. A data marca o aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazista de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas, em 27 de janeiro de 1945. 

O Holocausto afectou profundamente os países onde foram perpetrados crimes nazis, com implicações e consequências universais em muitas outras partes do mundo. Hoje, porém, há cada vez menos testemunhas desse horror; A “era das testemunhas” – para usar a expressão da historiadora Annette Wieviorka – aproxima-se do seu crepúsculo, por isso, os Estados-Membros partilham a responsabilidade coletiva de abordar o trauma residual, de manter políticas de memória eficazes, de cuidar dos locais históricos e de promover a educação, a documentação e a investigação, de forma a reforçar ainda mais o nosso compromisso de transmitir esta memória do indizível, para que possamos legá-la às futuras gerações.

Esta responsabilidade implica educar sobre as causas, consequências e dinâmicas de tais crimes, de modo a fortalecer a resiliência dos jovens contra ideologias de ódio. À medida que os crimes de genocídio e atrocidades continuam a ocorrer em diversas regiões, e à medida que assistimos a um aumento global do antissemitismo e do discurso de ódio, isto nunca foi tão relevante.

"A recordação do Holocausto obriga-nos a enfrentar as cicatrizes do passado; ao mesmo tempo, obriga-nos também a respeitar os direitos humanos e a respeitar uma ordem internacional construída sobre o princípio fundamental de que existe dignidade em cada vida humana".

(Texto adaptado da mensagem da Sra. Audrey Azoulay,Directora Geral de la UNESCO, no Dia Internacional de Comemoração das Vítimas do Holocausto, 27 de janeiro de 2024) 

Fonte:

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Porquê ensinar sobre o Holocausto?

Título: porquê ensinar sobre o Holocausto?
Autor: UNESCO
Ano de publicação: 2019
N.º páginas: 24 p., il.

"A história do genocídio perpetrado durante a Segunda Guerra Mundial não pertence apenas ao passado. É uma 'história viva' que diz respeito a todos nós, independentemente da nossa origem, cultura ou religião. Ocorreram outros genocídios após o Holocausto em vários continentes. Como podemos retirar melhores lições do passado?” 
Irina Bokova, Diretor Geral da UNESCO 
27 de janeiro de 2012


“Quer viva na África Central, na China, no Pacífico Sul ou na Suíça, tem de estar ciente do perigo que o genocídio representa. Em última instância, educar sobre o Holocausto significa afastar a humanidade o mais longe possível dessa forma extrema de assassinato em massa". 
Yehuda Bauer, Historiador, UNESCO, 
31 Janeiro de 2012


"O século XX e o início do século XXI foram uma época de atos incomparáveis de genocídio e atrocidades em massa. Os Herero, os Arménios, o Holocausto e outros crimes Nazis, crimes Estalinistas, o Camboja, Timor Leste, Ruanda, Bósnia e Herzegovina, Kosovo, Darfur, República Democrática do Congo ... a lista continua.
(pág. 22)


O Holocausto foi um ponto de viragem na história da humanidade. Entender o genocídio do povo Judeu e outros crimes perpetrados pelo regime Nazi continua a ser de grande importância no mundo moderno. Independentemente de onde vivemos ou de quem somos, aprender sobre esta história universal pode ajudar a envolver os alunos numa reflexão crítica sobre as raízes do genocídio e sobre a necessidade de promover a paz e os direitos humanos para evitar tais atrocidades no futuro. Esta breve introdução proporciona uma visão geral e essencial relativamente à educação sobre o Holocausto, que pode apoiar tanto criadores de políticas, como educadores e estudantes na compreensão do genocídio e por que é vital continuar a ensinar sobre o Holocausto nos dias de hoje.
UNESCO


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terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Inteligência artificial e pensamento crítico | Ebook


Título: Inteligência artificial e pensamento crítico : caminhos para a educação midiática
Autor: Alexandre Le Voci Sayad
Edição: 1.ª ed.
Publicação: S. Paulo: Instituto Palavra Aberta, 2023
N.º páginas: 160 p.

"A chegada e a popularização de ferramentas acessíveis de inteligência artificial generativa e todas as suas faces, expostas em protótipos de chatbots como o ChatGPT – que atingiu mais de 100 milhões de usuários nos primeiros dois meses após o lançamento, em novembro de 2022 – e o Bart do Google, só reforçam o fato desta obra chegar em boa hora. 

Nada mais atual como tratar esse tema sob a ótica da educação e da importância do desenvolvimento do pensamento crítico, a fim de que todos nós – estudantes, educadores e cidadãos – possamos aprender sobre IA e suas potencialidades, além dos riscos intrínsecos a qualquer evolução tecnológica. 

A própria discussão sobre o conceito de pensamento crítico já torna a leitura deste livro extremamente enriquecedora. O autor foi bastante perspicaz ao abordar questões éticas relativas ao desenvolvimento e uso da inteligência artificial, e ao alertar sobre a necessidade de aprofundar ainda mais o debate para garantir pluralidade, diversidade, equidade e respeito a todos os matizes que compõem a nossa sociedade. 

Num mundo cada vez mais conectado, no qual a IA faz parte da nossa vida coti-diana sem nos darmos conta de como isso ocorre, é crucial entendê-la: não só para fazer o melhor uso dela, mas principalmente para garantir a utilização correta e res-ponsável dessa tecnologia que veio para ficar. Por esse motivo, a educação midiática é fundamental se quisermos formar uma geração de cidadãos autônomos, indepen-dentes e que possam se beneficiar de todo o potencial da IA".

Patrícia Blanco. Apresentação

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Explorando a Inteligência Artificial: práticas educativas para o 1.º CEB | Ebook

Título: Explorando a Inteligência Artificial: práticas educativas para o 1.º Ciclo do Ensino Básico
Autores: Cláudia Meirinhos, Manuel Meirinhos,Rui Pedro Lopes
Publicação: São Paulo: Pimenta Cultural, 2023
N.º pág. 201 p.



"A Inteligência Artificial (IA) é uma temática emergente na sociedade atual. É um campo em permanente evolução, ao mesmo tempo fascinante e inquietante, na medida em que a sua evolução é geradora de futuro. A Educação de hoje requer o desenvolvimento de competências, relacionadas com a IA, desde a escolaridade básica. Preparar os alunos para viver num mundo incerto, implica repensar o modelo de escola e uma aposta na inovação das práticas pedagógicas".

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Fonte: Borges, JF. TIC, Educação e Web. Disponível em https://jfborges.wordpress.com/

Inteligência artificial e educação | Ebook

Título: Inteligência artificial e educação : refletindo sobre os desafios contemporâneos
Autor: Lynn Alves (org.)
Publicação: Salvador (Baía) : EDUFBA ; Feira de Santana (Baía) : UEFS Editora, 2023.
N.º pág. 227 p.


"A coletânea não tem intenção de apontar verdades absolutas, mas de provocar em especial educadores a interagir com as ferramentas tecnológicas, em especial as IAs destacadas, construindo olhares críticos que vão além de perspectivas tecnofóbicas. Na primeira parte são apresentadas linhas cronológicas para entender o avanço da IA e o marco diferencial com a emergência da Inteligência Artificial Generativa (como ChatGPT 3.5, ChatGPT 4.0, Dall-E e Midjourney), além de serem apontados os riscos e as possibilidades ao interagir com tais instrumentos tecnológicos, especialmente no cenário educacional. Já a segunda parte da obra, “Mediação da Inteligência Artificial nas práticas pedagógicas e investigativas”, traz reflexões e práticas de professores e investigadores brasileiros e portugueses com a interação dessa tecnologia nos espaços de aprendizagem".


📌PREFÁCIO: 
      NAVEGANDO NAS ONDAS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


Caro leitor, 

É com imenso prazer que lhe apresentamos esta obra coletiva, resultado do trabalho conjunto de pesquisadores e professores brasileiros e portugueses. 

Nas páginas que se seguem, você encontrará um mergulho profundo e reflexivo sobre a presença da Inteligência Artificial (IA) nos espaços escolares e académicos. Nossa intenção é desvelar as múltiplas dimensões, tensões e possibilidades que essas tecnologias trazem consigo, com destaque especial para a presença marcante do ChatGPT. 

A IA tem se mostrado uma força transformadora em diversos aspetos de nossa sociedade, e a educação não poderia ficar à margem dessas mudanças. No entanto, ao explorarmos a relação entre a IA e os ambientes educacionais, somos confrontados com uma série de questões complexas e desafiadoras. Neste livro, buscamos ir além da superfície e adentrar nos meandros dessa temática, trazendo à tona debates necessários e cruciais. 

Uma das questões que nos acompanham ao longo desta jornada é a falta de transparência dos algoritmos. Como confiar em sistemas que tomam decisões sem que possamos entender os critérios utilizados? 

Como lidar com a opacidade que permeia o funcionamento dessas tecnologias? Nosso objetivo é promover a reflexão sobre a necessidade de maior transparência e responsabilidade na criação e implementação de sistemas de IA, especialmente quando estes afetam diretamente a vida dos estudantes e professores. 

Além disso, não podemos ignorar as implicações sociais da IA. A questão do racismo algorítmico ganha destaque, pois a tecnologia, se não desenvolvida com uma perspetiva crítica e inclusiva, pode perpetuar e agravar desigualdades existentes. Como podemos garantir a equidade e a justiça em um ambiente mediado por tecnologias inteligentes? Quais são as medidas necessárias para evitar a perpetuação de vieses e discriminações? 

Outro desafio central que enfrentamos é o fenómeno das fake news, que se espalham rapidamente nas redes sociais e outras plataformas. Como podemos utilizar a IA como aliada no combate à desinformação? E quais são as implicações éticas e de autoria relacionadas ao uso de sistemas inteligentes na produção e disseminação de conteúdo? Estas são questões urgentes que demandam análise cuidadosa e soluções eficazes. 

É importante destacar também a necessidade de regulamentação da IA. À medida que essas tecnologias avançam e se tornam cada vez mais integradas à nossa vida diária, a criação de políticas e marcos legais se faz essencial. Quais são os limites éticos e legais que devemos estabelecer? Como garantir que a IA seja utilizada de maneira responsável e em benefício da sociedade como um todo? 

À medida que avançamos na leitura desta obra, seremos convidados a refletir sobre essas questões e a explorar outros aspetos que se tornaram essenciais para compreendermos e convivermos com a mediação das tecnologias inteligentes, como a IA. Acreditamos que somente por meio da reflexão e do diálogo aberto poderemos encontrar caminhos para lidar com os desafios e aproveitar as oportunidades proporcionadas por essas tecnologias. 

Esperamos que este livro seja um convite à reflexão crítica e um ponto de partida para debates profundos sobre a presença da IA nos espaços escolares e académicos. Que ele inspire educadores, pesquisadores e todos aqueles interessados na educação e nas implicações da IA a compreender, questionar e transformar a forma como a tecnologia é incorporada no contexto educacional.

Agradecemos a todos os pesquisadores e professores que contribuíram para a produção deste livro e a todos os leitores que se aventurarem por suas páginas. Que esta obra seja um farol que ilumine o caminho rumo a uma relação mais consciente, ética e humanizada entre a IA e a educação. 

Boa leitura e que as reflexões aqui contidas ecoem em nossas práticas educativas, inspirando a construção de um futuro em que a tecnologia seja uma aliada potente para o desenvolvimento humano. 

ChatGPT 

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Fonte:

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Retrato da população portuguesa na educação, aprendizagem ao longo da vida e participação em atividades culturais, em 2022


O Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou os resultados do Inquérito à Educação e Formação de Adultos (IEFA)2022, que faz um retrato da população residente, dos 18 aos 69 anos, em matéria de educação, formação e aprendizagem formal e informal e na participação em atividades culturais. 

Nas suas conclusões, em traços gerais, o estudo concluiu: 

  • A proporção da população que participou, em pelo menos uma atividade de educação formal, educação não formal ou de aprendizagem informal foi 77,1%. Esta taxa diminuiu 12,9 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2016.
  • A Aprendizagem ao Longo da Vida, que nos resultados apresentados engloba a participação em atividades de educação formal ou não formal, abrangeu 45,6% da população, sendo, sobretudo, a população mais jovem e a mais escolarizada as que apresentam taxas de participação em educação e formação mais elevadas. Em relação a 2016, aquela taxa diminuiu 1,4 p.p.
  • A taxa de participação em educação formal foi 12,6%, estando muito acima daquele valor para a população inativa estudante (92,3%). Em relação a 2016, a taxa de participação em educação formal aumentou 2,3 p.p.
     
  • A taxa de participação em atividades de educação não formal foi 39,4%, verificando-se uma participação mais elevada na população ativa empregada (49,5%). Para 88,1% das pessoas que participaram em atividades de educação não formal houve pelo menos uma atividade que estava relacionada com a atividade profissional. 
  • A participação em atividades de aprendizagem informal foi 70,4% em 2022, tendo 49,3% da população dos 18 aos 69 anos identificado pelo menos uma atividade de aprendizagem informal como estando relacionada com o trabalho.
  • A proporção da população que conhecia outra língua para além da materna foi 67,5%, correspondendo o inglês à língua estrangeira mais falada (64,2%).

Respeitante à participação em atividades culturais destaca-se os seguintes aspetos:

  • Ler jornais ou revistas foi a atividade cultural com maior taxa de participação (80,5%).
  • 41,3% da população afirmou ler livros como atividade de lazer, mais 2,5% que em 2016.
  • As mulheres portuguesas preferiram ler livros (50,2% de mulheres vs. 31,9% de homens).
  • Os homens preferiram ler jornais e revistas (41,1% de homens vs. 30,3% de mulheres).
  • 1/5 da população não leu um único jornal ou revista durante o ano de 2022.
  • Dos leitores a maioria esmagadora leu até 5 livros num ano (69,5%).
  • Verificou-se uma diminuição da assistência a espectáculos públicos ao vivo, a sessões de cinema e a visitas a locais culturais, comparativamente ao estudo de 2016.

Leia na íntegra o documento >>

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Orientações éticas para educadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA) e de dados no ensino e na aprendizagem | Guia

Título: Orientações éticas para educadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA) e de dados no ensino e na aprendizagem
Autor coletivo: Comissão Europeia
Publicação: Luxemburgo, Serviço das Publicações da União Europeia, 2022
N.º páginas: 40 p., il.

As presentes Orientações éticas sobre a utilização de IA e de dados no ensino e na aprendizagem visam ajudar os educadores a compreender o potencial que as aplicações de IA e a utilização de dados podem ter na educação e alertar para os possíveis riscos. Dessa forma, poderão interagir de forma positiva, crítica e ética com os sistemas de IA e explorar todo o seu potencial, integrando esta tecnologia em quatro áreas principais:

  • criação de sistemas de tutoria inteligentes e individualizados para o ensino dos alunos, apoio aos alunos de forma individualizada; 
  • apoio aos professores, nomeadamente na avaliação; 
  • monitorização de alunos e até criação de recursos pedagógicos; 
  • apoio aos sistemas, como por exemplo na análise dos dados das escolas, no diagnóstico de dificuldade de aprendizagem ou até em serviços de orientação.

Clique na imagem para aceder ao documento.

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Fundação da Juventude | Formação


A Fundação da Juventude é uma instituição privada, de interesse público, sem fins lucrativos, focada nos interesses dos jovens, que conta com várias atividades e projetos ligados à educação e formação profissional, desenvolvimento social e cultural e inserção destes no mercado de trabalho. 

No âmbito da atividade de formação, a Fundação da Juventude dispõe de duas Academias, no Porto e em Lisboa, certificadas pela DGERT. Os cursos destinam-se a jovens e ao público em geral, de acordo com o enquadramento/tipo de formação.

A atividade da Fundação da Juventude divide-se, então entre Formação de curta duração e Academias de formação.

Formação de Curta Duração

A formação de curta duração contribui para o aumento do leque de conhecimentos, e também para o desenvolvimento de soft skills

Através da FJ Skills Academy, projeto dedicado à formação da Fundação da Juventude, que volta a ser parceira da Google.org e do Coursera são promovidos cursos 100% online gratuitos e certificados pela Google, nas mais variadas áreas.

Os cursos estão disponíveis para todos os interessados.

Será dada prioridade a:

  • jovens empregados, que pretendam desenvolver novas competências
  • jovens desempregados, que procurem novas áreas de formação

As certificações disponíveis são:

> IT Support

> Python

> Data Analytics

> Project Management 

> Digital Marketing 

> UX Design 

> Cybersecurity 

Conheça os conteúdos de cada curso, bem como os prazos de inscrição e duração >>


Academias de Formação

Nas Academias de Formação, no Porto e em Lisboa, são organizados cursos de aprendizagem, isto é, formação profissional inicial, focados na inserção dos jovens no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo que concluem o 12.º ano e nível IV (cursos com dupla certificação), os jovens aprendem uma "profissão", numa combinação entre a teoria e a prática. A formação é financiada, pelo que os participantes recebem uma bolsa mensal.

Esta formação é transversal - sociocultural, científica, tecnológica e em contexto de trabalho - alternando o ensino prático com o teórico. 

Pré-requisitos:

  • Jovens até aos 29 anos.
  • 9.º ano completo, ou o ensino secundário incompleto (frequência do 10.º/11.º ou 12.º anos).

Duração:

  • 3700 horas de formação financiada, incluindo estágio.
  • Estágio curricular em contexto real de trabalho.

Vantagens e benefícios:

  • Curso 100% financiado com benefícios mensais.
  • Estágio garantido em empresas e instituições de referência, com possibilidade de integração.
  • Bolsa de Profissionalização: até 48,04€ /mês.
  • Subsídio de alimentação: 5,20€/dia.
  • Transporte: despesa de transporte: despesa do passe, paga na totalidade ou subsídio de transporte até 72,06€/ mês.
  • Subsídio de acolhimento: até ao valor de 240,21€/mês*.
  • Subsídio de alojamento: até ao valor de 144,12€/mês**.
  • Bolsa de material de estudo***: 163,00€ (escalão A)/ 81,50€ (escalão B).

*: Valor processado mediante apresentação mensal de despesa, em caso de crianças em creche/ infantário ou AMA;
**: A atribuir a formandos que necessitem de ficar deslocados da sua residência, desde que distem a mais de 50km do local de formação;
***: Bolsa de material de estudo paga no início de cada período de formação, mediante apresentação de prova de escalão de abono na segurança social

Em Lisboa estão abertas as inscrições para os seguintes cursos: 

> Esteticista

> Técnico(a) de informática

> Técnico(a) de apoio à gestão

> Técnico(a) de vendas

> Técnico(a) de juventude

As formações têm início previsto em setembro de 2023.

Para mais informações e inscrição >>

quinta-feira, 13 de julho de 2023

Plano de Recuperação das Aprendizagens 21 | 23 Escola+: IV.º relatório de monitorização


Título: Plano 21|23 Escola+: quarto relatório de monitorização
Autores coletivos: Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, Divisão de Estatística do Ensino Básico e Secundário (DEEBS) Autores: Helena Saleiro (Apuramento de dados), Joaquim Santos e Helena Saleiro (Relatório), Nuno Neto Rodrigues e Filomena Oliveira (Direção)
Edição: Direção de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC)
Data: junho 2023
N.º páginas: 54 p, il.

A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) disponibiliza o quarto relatório de monitorização do Plano de Recuperação das Aprendizagens 21|23 Escola + que, entre outros dados, integra:

  • O nível de adesão das ações específicas;
  • Os recursos e alunos envolvidos;
  • A perceção de cada agrupamento de escolas ou escola não agrupada sobre as ações específicas implementadas, no que respeita ao impacto no processo de recuperação das aprendizagens dos alunos.

Destaca-se nos dois anos letivos de vigência do Plano 21|23 Escola+, as ações específicas que obtiveram maior percentagem de implementação por parte dos AE/ENA foram: “Escola a Ler”, “Começar um Ciclo ou 1.º Ciclo e Novos Ciclos” e “Capacitar para Avaliar”.  

Clique na imagem para aceder ao relatório.

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Educar tem ciência | Podcast



A TSF em parceria com a Iniciativa Educação tem vindo a promover o debate dos temas mais atuais da educação à luz da melhor informação científica. Uma nova conversa todas as sextas-feiras, sempre com Nuno Crato e com os convidados Pedro Freitas, João Marôco, Célia Oliveira e Joana Rato.

Emissões disponíveis >>

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Guia prático do estudante

Acesso ao Ensino Superior


Tudo o que tens mesmo de saber!

Fórum Estudante Ano XXX - Anual - 2023

📌A versão impressa da revista está disponível na biblioteca.

segunda-feira, 22 de maio de 2023

Guia para pais e jovens: como escolher a área de estudos no secundário?



"Este Guia, da Fundação José Neves, serve para te ajudar e orientar-te nessa tomada de decisão. Primeiro, explica-te as opções que tens à tua disposição, salientando o que as distingue e que ligações têm com cursos superiores e com profissões. Segundo, apresenta sugestões sobre como podes orientar o teu processo de decisão: sem dramatismos (porque nada é irreversível), com apoio (mas sem prescindir de seres tu a tomar a decisão), com informação fiável e com autoconhecimento."
(In: Guia, pág. 2)


ALGUMAS RECOMENDAÇÕES QUE PODEM AJUDAR


Informa-te sobre o que tens de escolher

No início do ensino secundário, tens decisões para tomar e, para cada uma, a informação será sempre o elemento-chave para uma decisão alinhada com as tuas ambições profissionais e as tuas preferências pessoais. Pensa no que pretendes para ti e procura informação que te oriente a tornar realidade os teus objetivos.


Não dramatizes a decisão, nada é irreversível

Não existe uma “escolha certa”, pois cada pessoa tem os seus gostos, as suas ambições, as suas preferências, e todos os percursos individuais são válidos. Além disso, ao longo da tua vida, terás inúmeras oportunidades para mudar de área de estudo ou de trabalho, pelo que não receies ficar condicionado pela tua escolha de curso científico-humanístico no ensino secundário.


Conhece-te a ti próprio

À entrada do ensino secundário, é normal que a maioria dos jovens não saiba o que quer estudar no ensino superior ou que profissão gostaria de exercer. A melhor forma de ultrapassar essa incerteza é conheceres-te a ti próprio — pensares nas disciplinas escolares que mais gostas, as atividades que mais aprecias, perceberes que áreas mais te entusiasmam. Isso será uma pista importante sobre o curso científico-humanístico mais ajustado às tuas características e preferências.


Conhece o mundo que te rodeia

Além de te conheceres a ti próprio, também é fundamental saberes as opções que tens e os caminhos educativos e profissionais a que cada opção leva. Informa-te sobre as diferentes áreas do ensino superior e sobre as profissões que existem, para tentares perceber com quais te identificas e quais poderão ter maior potencial no futuro. Consulta a plataforma Brighter Future, da Fundação José Neves, durante este processo, lá encontrarás muita informação sobre estes temas.


Pede conselhos, mas pensa pela tua cabeça

É muito enriquecedor ouvir os outros, seja na família ou na escola, onde existem profissionais à tua disposição para te orientar e ajudar a tomar as tuas decisões. Não te esqueças: pedir ajuda não é igual a pedir que decidam por ti — não te deixes influenciar negativamente e nunca abdiques de seres tu próprio a decidir o teu futuro.


Clica na imagem para aceder ao guia.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Videojogos educativos na sala de aula | Manual para professores


Título: O uso de videojogos educativos na sala de aula: diretrizes para resultados de aprendizagem bem-sucedidos
Autor: Felicia Patrick
Publicação: Bruxelas : European Schoolnet, 2023
N.º páginas: 88 p.

O manual, atualizado em 2021, destina-se a professores interessados em usar videojogos nas suas salas de aula. É um guia prático e contém informações teóricas e práticas, bem como referências a recursos úteis, como planos de aula, artigos, sites e livros.

O manual ajuda os professores a tomar decisões. Depois de o ler, os professores devem ser capazes de escolher e usar videojogos na sala de aula e recolher todos os benefícios que os jogos digitais oferecem.

Clique na capa para aceder ao manual.

Como parte do projeto Games in Schools, foi publicado originalmente o Handbook for Teachers, que oferece formação adequada permitindo aos professores combinar ferramentas de ensino digitais com ferramentas de ensino mais tradicionais.

O Manual inclui planos de aula personalizados e é revisto por pares com elementos de aprendizagem baseados em jogos. Assim, os professores têm acesso a um Massive Online Open Course (MOOC) de seis semanas de duração que inclui os seguintes módulos: Porquê usar Jogos de Computador na sala de aula?; Usar Jogos para Aprendizagem Temática; Jogos de Aprendizagem; O que podemos aprender com os jogos?; Projetar Jogos; Qual a importância de ensinar sobre jogos?  

O curso permanece gratuito e disponível para uso aqui.

terça-feira, 29 de novembro de 2022

Com a minha opinião, quero mudar a Educação | AMLM 2022-2023



Em 2015, os líderes mundiais concordaram com 17 Objetivos Globais (oficialmente conhecidos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ou ODS). Estes objetivos têm o poder de criar um mundo melhor até 2030, pondo fim à pobreza, combatendo a desigualdade e enfrentando a urgência das alterações climáticas. Guiados pelos Objetivos, cabe agora a todos nós, governos, empresas, sociedade civil e público em geral, trabalhar em conjunto para construir um futuro melhor para todos.

A Maior Lição do Mundo (AMLM), uma iniciativa internacional que conta com o apoio da UNICEF, pretende dar a conhecer os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a todas as crianças e jovens e promover uma cidadania global ativa e uma maior consciencialização sobre o papel de cada um na construção de um mundo mais justo, mais saudável e mais sustentável. 

No ano letivo de 2022/2023, as escolas são convidadas a desenvolver projetos, no âmbito das respetivas Estratégias de Educação para a Cidadania, em torno do ODS4 – Educação de Qualidade e, em particular, a apresentar sugestões de como transformar a educação para que esta seja, cada vez mais, inclusiva, de qualidade e equitativa para todas as crianças e jovens. 

A Maior Lição do Mundo 2022/2023 pretende dar voz às crianças e aos jovens e reconhecer o seu papel como agentes de mudança e importantes neste processo de transformação da educação.


OBJETIVOS:

A iniciativa pretende promover junto da comunidade escolar:
  • o conhecimento dos ODS; 

  • o interesse sobre as questões globais da educação de qualidade; 
  • atitudes e comportamentos de cidadania ativa e de resolução de problemas a nível local; 
  • reflexão sobre a importância da educação e sobre a forma como cada um pode contribuir para a sua transformação.


NATUREZA DOS TRABALHOS

São aceites trabalhos relativos ao desafio lançado na atividade da AMLM 2022/2023 - “Com a minha opinião, quero mudar a Educação”, em torno do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 – Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos –  e que apresentem sugestões de como transformar a educação para que esta seja, cada vez mais, inclusiva, de qualidade e equitativa para todas as crianças e jovens. 

O resultado desta atividade – ações propostas pelas crianças e jovens para transformar a educação, podem ser apresentadas nas seguintes tipologias: 

  • “Textos”; 
  • “Postais”; 
  • “Trabalhos multimédia (vídeos, fotografia, etc.)”; 
  • “Pósteres”; 
  • “Exposições temáticas”.

CONDIÇÕES DE CANDIDATURA

Para participar na iniciativa, as crianças e os jovens deverão organizar-se por grupo/turma.

Cada candidatura deve ter um professor/educador responsável.

Os trabalhos devem ser enviados por correio eletrónico para maiorlicao@unicef.pt, acompanhados de uma memória descritiva do trabalho com o máximo de duas páginas A4, até 31 de março de 2023.

Para mais informações consulte o Regulamento:


A maior lição do mundo: Transformar a Educação



A Direção-Geral da Educação, a UNICEF Portugal e a Rede de Bibliotecas Escolares convidaram os alunos e os docentes, da educação pré-escolar ao ensino secundário, para participarem no webinar “A Maior Lição do Mundo – Transformar a Educação”, que se realizou hoje, dia 29 de novembro, das 16:00 às 17:00.

Este webinar integrou-se em “A Maior Lição do Mundo”, iniciativa internacional que visa contribuir para a reflexão e ação no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, envolvendo crianças e jovens e promovendo uma cidadania global ativa, bem como uma maior consciencialização sobre o papel de cada um na construção de um mundo mais seguro, saudável e sustentável.

O webinar teve como objetivos: 

  • contribuir para o conhecimento e a reflexão sobre questões globais da educação de qualidade; 
  • promover atitudes e comportamentos de cidadania ativa e de resolução de problemas de educação a nível local;
  • refletir sobre a importância da educação e sobre a forma como cada um de nós pode contribuir para a sua transformação.

A Maior Lição do Mundo é uma iniciativa do Projeto ‘Everyone’ à qual se associam organizações como a UNICEF e a UNESCO, bem como diversas personalidades a nível mundial.

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Desenvolvimento da Criatividade e do Pensamento Crítico dos Estudantes I E-book


Título: Desenvolvimento da criatividade e do pensamento crítico dos estudantes : o que significa na escola
Autor: OCDE:  tradução do relatório “Fostering Student’s Creativity and Critical Thinking” realizada em parceria do Instituto Ayrton Senna com a Fundação Santillana
Publicação: São Paulo : Fundação Santillana, 2020.
N.º páginas: 359 p.

  
Prefácio

Vivemos num mundo em que aquilo que é fácil de ensinar e testar também se tornou fácil de digitalizar e automatizar. Nesse aspecto, criatividade e pensamento crítico são cada vez mais importantes, para assegurar que tenhamos controle da tecnologia e continuemos a trabalhar juntos em direção a um mundo mais humano e sustentável. Não surpreende que a maior parte dos currículos dê mais ênfase a essas competências, nem que os professores as considerem difíceis de ensinar e avaliar.

As escolas do futuro têm de ajudar os alunos a pensar por si mesmos e a trabalhar com os outros. Eles devem entender os limites entre ações individuais e coletivas e melhorar a sua capacidade de identificar e compreender os próprios pontos de vista e o mundo em redor. No trabalho, em casa e na comunidade, as pessoas precisarão de compreender profundamente como os outros vivem em diferentes culturas e tradições, e como pensam, sejam eles cientistas ou artistas. Também terão de melhorar a capacidade de imaginar novas soluções, identificar novas possibilidades, fazer novas conexões, e transformá-las em novos produtos ou modos de viver melhor juntos.

É por isso que as escolas precisam de estimular a criatividade e o pensamento crítico dos seus alunos, ajudando-os a olhar para tudo a partir de diferentes pontos de vista, a entender os limites da sua perspectiva e da dos demais e a transformar as suas ideias em soluções inovadoras: questionar, imaginar, fazer e refletir, como é colocado pelas rubricas da OCDE sobre criatividade e pensamento crítico.

Nada disso é fácil nem se faz de um dia para o outro, mas este livro oferece oportunidades concretas para progredir. Proporciona aos professores e às escolas novas ferramentas para construir ambientes de aprendizagem nos quais os alunos possam exercitar as suas competências de criatividade e pensamento crítico, sem diminuir o valor do conteúdo das disciplinas e do conhecimento formal. A obra também oferece aos gestores públicos inspirações sobre como apoiar os docentes no aprimoramento de suas práticas e como tornar os seus sistemas educacionais mais baseados em evidências.

Todos os recursos aqui apresentados foram desenvolvidos e testados numa rede de escolas e professores de 11 países. O trabalho também contribuiu para o desenvolvimento da estrutura conceitual de “pensamento criativo”, o domínio inovador do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), da OCDE, em 2021.

Todos os docentes que participaram do projeto estão comprometidos para que os nossos sistemas educacionais desenvolvam seres humanos de primeira classe, e não robôs de segunda classe, e acreditam no valor da colaboração internacional para alcançar esse objetivo.

Andreas Schleicher, Diretor de Educação e Competências da OCDE

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Pensar fora da caixa

 “Thinking outside the box”

programa PISA lança publicação sobre a avaliação do pensamento criativo



A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) disponibiliza uma nova brochura produzida no âmbito do programa PISA (Programme for International Student Assessment), e na qual são apresentadas as conclusões da investigação realizada em 2022 sobre a ação de avaliação do pensamento criativo (creative thinking), em alunos com 15 anos de idade.

Ao longo da sua história, o PISA tem reunido informação importante acerca das competências dos alunos, não só no que concerne a áreas do conhecimento, mas também no que se refere às designadas “competências do século 21” – resolução de problemas (problem solving), resolução colaborativa de problemas (collaborative problem solving) e a designada competência global (global competence).

Em 2022, o PISA decidiu, pela primeira vez, avaliar o pensamento criativo (creative thinking), considerado por muitos educadores como uma competência-chave para enfrentar os desafios futuros.

O que é Pensamento Criativo?

O pensamento criativo é o modo de pensar que leva à criação de ideias valiosas e originais. Todas as pessoas são capazes de se envolver no pensamento criativo e praticar a criatividade 'quotidiana' (abordar as atividades quotidianas de uma forma não convencional). O pensamento criativo pode ser aplicado não apenas a contextos relacionados à expressão da imaginação, como a escrita criativa ou as artes, mas também a outras áreas onde a criação de ideias é funcional para a investigação de questões, problemas ou preocupações de toda a sociedade.

A avaliação do PISA examinará as capacidades dos alunos para gerar ideias diversas e originais e avaliar e melhorar ideias, numa variedade de contextos ou 'domínios'. A avaliação inclui quatro domínios: expressão escrita, expressão visual, resolução de problemas sociais e resolução de problemas científicos. Em cada um desses domínios, os alunos envolvem-se com tarefas abertas que não têm uma única resposta correta. Eles são solicitados a fornecer respostas múltiplas e distintas ou a gerar uma resposta que não seja convencional. Estas respostas podem assumir a forma de uma solução para um problema, de um texto criativo ou de um artefacto visual.

Por que é importante que os alunos desenvolvam o Pensamento Criativo?

O pensamento criativo pode ter uma influência positiva no interesse e desempenho académico, identidade e desenvolvimento socioemocional dos alunos, apoiando a interpretação de experiências, ações e eventos de maneiras novas e pessoalmente significativas.

Além da sala de aula, o pensamento criativo pode ajudar os alunos a adaptarem-se a um mundo em constante e rápida mudança. Apoiar o pensamento criativo dos alunos pode ajudá-los a contribuir para o desenvolvimento da sociedade em que vivem, hoje e como futuros trabalhadores: organizações e sociedades em todo o mundo dependem cada vez mais da inovação e da criação de conhecimento para enfrentar desafios emergentes e complexos, dando urgência à inovação e pensamento criativo como empreendimentos coletivos.

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Fonte:

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Desafio I Provérbios: vamos dar a volta ao texto...



Atualmente, com a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, existe a oportunidade de desenvolver um trabalho nos domínios da Igualdade de Género e da Sexualidade que permite contribuir para incentivar crianças e jovens a conhecer e compreender o conceito de Igualdade de Género, ajudando-os/as assim a assimilar e praticar a igualdade de direitos das mulheres e das raparigas e a igualdade de género em vários planos (político, económico, social e cultural), contribuindo para a erradicação de estereótipos. Em sintonia, importa promover relações baseadas no afeto, no respeito, independentemente da identidade de género, o que implica uma aprendizagem relativamente aos direitos sexuais e reprodutivos, à prevenção da violência nas relações de intimidade e aos comportamentos de risco.

Os provérbios, frases sábias criadas pelo povo, vão passando de geração em geração fazendo parte da nossa cultura e frequentemente usados enquanto justificação/aceitação para certos atos e comportamentos.

Nem sempre se conhece a origem ou o significado e na maioria estão inscritos no contexto histórico e social em que foram criados.

Importa agora, olhar para eles, e perceber se, no contexto da sociedade atual, que se quer inclusiva, livre de estereótipos e promotora da igualdade de direitos e oportunidades entre raparigas e rapazes, mulheres e homens, se os mesmos devem ser levados à letra, ou necessitam de uma outra leitura.

Neste sentido, surge, por parte da direção de serviços de projetos educativos da Direção-Geral da Educação, no âmbito do trabalho a desenvolver nos domínios da sexualidade e igualdade de género, o desafio de, em contexto de turma, promover a reflexão sobre o significado de certos provérbios, alguns dos quais inferem uma desigualdade de poder, de oportunidades e de visibilidade de homens e mulheres, promovendo agora uma masculinidade e feminilidade saudáveis.

Importa rescrever os provérbios que traduziam uma realidade patriarcal, de um género dominante face a outros, da oposição da esfera do lar para a mulher à esfera pública do homem, numa visão à data, e dar-lhes um cariz atual e sábio. Este deve ser promotor de uma sociedade mais justa e igualitária, tal como preconiza o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), apontando para uma educação em que alunos e alunas desta geração global constroem e sedimentam uma cultura científica e artística de base humanista, mobilizando valores e competências para intervir na vida e na história dos indivíduos e das sociedades, dispondo de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável, enquanto desenvolvem o pensamento crítico e criativo.

Nessa base, desafiamos crianças e jovens desde o 1.º ciclo até ao ensino secundário, na componente curricular de Cidadania e Desenvolvimento em articulação com as várias aprendizagens essenciais das demais disciplinas, a revisitar provérbios e a rescrevê-los à luz dos princípios e valores consagrados no PA.

Toda a informação e regulamento disponível aqui.

Fonte:
Direção-Geral da Educação. Desafio: Provérbios - vamos dar a volta ao texto… 31.Out.2022 disponível em https://www.dge.mec.pt/noticias/desafio-proverbios-vamos-dar-volta-ao-texto

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Revista Comunicar | Outubro de 2022


O último número da revista Comunicar, 73, foi publicado recentemente com o título: Educação para o Futuro: perspectivas para sustentabilidade e justiça social

Como nos números anteriores, a revista conta com uma secção Monográfica e uma grande variedade de artigos na secção Diversos. Todos os artigos estão disponíveis em texto completo e gratuito no site oficial.

Números publicados

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Regresso às aulas para pais e professores – folheto disponível!


O Conselho da Europa disponibilizou os folhetos “Regresso às aulas: como começar o novo ano escolar de maneira positiva”, destinado a pais e professores, traduzidos em português.

As primeiras semanas de um novo ano letivo podem ser desafiadoras para alunos, pais e professores, mas também o momento ideal para proporcionar às crianças e jovens refletir sobre o que significa ser um cidadão digital respeitado no mundo atual, online e offline.

Os folhetos “Regresso às aulas: como começar o novo ano escolar de maneira positiva” para pais e professores do Conselho da Europa oferecem algumas ideias práticas integradas no Projeto Educação para a Cidadania Digital, que pretende capacitar as crianças e jovens para participarem ativamente na sociedade digital, promovendo o espírito crítico e o uso efetivo das tecnologias digitais. 

Pode consultar aqui: