Mostrar mensagens com a etiqueta ODS. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ODS. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de junho de 2024

Dia Mundial do Ambiente


O Dia Mundial do Ambiente é o dia mais conhecido no âmbito da ação ambiental e climática. Celebrado desde 1974, no dia 5 de junho, envolve governos, empresas, celebridades e cidadãos, que se juntam na concentração de esforços, no que diz respeito à problemática da questão ambiental. 

A campanha do Dia Mundial do Ambiente deste ano centrou-se na restauração de terras, na desertificação e na resiliência à seca sob o lema “A nossa terra. Nosso futuro. Somos #Geração Restauração.”

Esta comemoração é muito importante, pois enfrentamos, já atualmente, crises como as alterações climáticas, a destruição da natureza e a perda de biodiversidade e, não menos importante, a poluição e o problema dos resíduos. Neste âmbito, a restauração da natureza é fundamental, como forma de permitir aumentar os meios de subsistência, reduzir a pobreza e aumentar a resiliência a condições climáticas extremas. Além disso, o restabelecimento da natureza também promove o aumento do armazenamento de carbono e retarda as alterações climáticas. Sabe-se que as ações de restauro da natureza de pelo menos 15% da terra têm a capacidade de evitar até 60% das extinções de espécies ameaçadas.

quinta-feira, 27 de julho de 2023

O direito a SER nas escolas


Título: O direito a SER nas escolas : orientações para a prevenção e combate à discriminação e violência em razão da orientação sexual, identidade de género e características sexuais, em contexto escolar
Autores coletivos: Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e Direção Geral da Educação
Edição: Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género - CIG
Data de publ.: 2023 
N.º pag.: 32 p.

A Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e a Direção-Geral da Educação publicaram nos seus sites o guia O Direito a SER nas Escolas, orientações destinadas a pessoal docente e não docente com vista a uma Escola mais inclusiva.

Todas as crianças e jovens têm direito à educação, o que também implica um espaço educativo seguro e protetor. Os profissionais da educação necessitam de conhecimentos e competências profissionais que lhes permitam compreender, decidir e intervir junto de toda a comunidade educativa, de modo a prevenir situações de discriminação e violência, garantindo os direitos humanos de todas as pessoas neste contexto.

Apesar dos avanços legislativos e das medidas em curso, a discriminação em razão da Orientação sexual, Identidade e Expressão de género e características sexuais fazem parte dos problemas que devemos combater de forma coletiva e assertiva, nomeadamente em contexto escolar.

O estudo “A long way to go for LGBTI equality”, da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA), publicado em 2020, concluiu que a educação é uma das áreas em que as pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo (LGBTI+) sofrem experiências de discriminação e violência

Neste estudo, foram apresentados alguns resultados para Portugal: apenas uma pessoa em cada dez jovens LGBTI+, entre os 15 e os 17 anos, relatou ser muito aberta relativamente à sua orientação e identidade de género na escola. Cerca de dois terços das pessoas inquiridas já se sentiram discriminadas e testemunharam comentários ou condutas negativas, sempre que alguma pessoa era identificada como LGBTI+. Aproximadamente metade relatou ter sido vítima de bullying.

De forma a ajudar a superar esta situação, a comunidade educativa tem de respeitar a diversidade e ser inclusiva. A demonstração ou intervenção positiva do pessoal docente e não docente, a discussão de temas da razão da Orientação sexual, Identidade e Expressão de Género e Características Sexuais (OIEC) na escola e a adoção de políticas ativas antibullying promovem e aumentam o bem-estar, a perceção de aceitação e o sentimento de pertença de jovens LGBTI+.

O Guia ”O Direito a SER nas Escolas: Orientações para a prevenção e combate à discriminação e violência em razão da orientação sexual, identidade de género, expressão de género e características sexuais, em contexto escolar”, será complementado com ações de formação, divulgação e sensibilização nas escolas.

Clique na capa para aceder a este guia.

Fonte:
DGE. Acedido em https://www.dge.mec.pt/noticias/guia-o-direito-ser-nas-escolas

sexta-feira, 21 de julho de 2023

É uma menina!

O mundo está a mudar


#FutebolFeminino




Esta é uma história sobre muitas histórias.

É sobre pessoas que decidiram nunca parar de sonhar

E sobre pessoas que começaram a acreditar.

Porque o mundo já está a mudar o mundo.

Dedicada à primeira Seleção Nacional de Futebol Feminino a ir a um Mundial, a todas as jogadoras que as antecederam e a todas aquelas que ainda nem nasceram.

Veja aqui o making of do vídeo.

quinta-feira, 8 de junho de 2023

A importância dos oceanos | Quiz



Os oceanos são o maior ecossistema do planeta, regulam o clima e proporcionam meios de subsistência para milhares de milhões de pessoas. Mas a sua saúde está em perigo. Pelo que a proteção da vida marinha e dos oceanos constitui uma prioridade.

Junta-te a nós no Kahoot para testares os teus conhecimentos e aprender mais sobre o oceano e como podemos ajudar a construir um futuro melhor para todos.

Joga aqui.
Pin do jogo - 1362822

ou através do QR Code:



Cultura oceânica para todos | kit pedagógico

Título: Cultura oceânica para todos: kit pedagógico​
Autores: Santoro, Francesca...(et. al)
Publicação: UNESCO, 2020
N.º páginas: 136, il.

"O oceano é uma fonte de alimento, energia, minerais, cada vez mais de medicamentos; regula o clima da Terra e abriga a maior diversidade de vida e ecossistemas, e é um provedor de serviços económicos, sociais e estéticos para a humanidade. Conhecer e entender a influência do oceano em nós, e nossa influência no oceano, é crucial para viver e agir de forma sustentável. Esta é a essência da cultura oceânica.

Como resultado do aumento da cultura oceânica, a comunidade internacional reuniu-se em Nova York em junho de 2017 para discutir áreas prioritárias de ação, iniciar atividades conjuntas e desenvolver parcerias para preservar o oceano. Uma parceria global, liderada pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) da UNESCO, foi formada para aumentar a conscientização sobre a conservação, restauração e uso sustentável do oceano e seus recursos, e para construir uma base de conhecimento público sobre o oceano global. 

O kit pedagógico Cultura Oceânica para Todos da COI-UNESCO é o resultado de um trabalho conjunto e contribuições dos membros dessa parceria global. Este kit fornece ferramentas, métodos e recursos inovadores para entender os complexos processos e funções do oceano a educadores e aprendizes em todo o mundo e, também, para alertá-los sobre as questões mais urgentes do oceano. Também apresenta os princípios científicos essenciais e as informações necessárias para se entender a relação de causa e efeito entre o comportamento individual e coletivo e os impactos que ameaçam a saúde do oceano.

Esperamos que esta publicação inspire os leitores - cientistas, educadores e aprendizes - a assumir maior responsabilidade pessoal pelo oceano, bem como capacitá-los a agir como cidadãos, trabalhando através de parcerias e redes, compartilhando ideias e experiências e desenvolvendo novas abordagens e iniciativas em apoio à cultura oceânica. O oceano é o grande unificador e é nossa responsabilidade preservá-lo para as gerações atuais e futuras". 
(In Prefácio)

Para aceder ao kit clique na imagem da capa.

sexta-feira, 2 de junho de 2023

2050 - Depende de ti! | Jogo



As nossas escolhas afetam o nosso futuro.

Neste jogo, simulamos situações do dia a dia.

Seleciona o teu avatar e viaja por um dia típico para o descobrir.

Escolhe o teu pequeno-almoço, como ir para o trabalho, como passar o teu tempo livre e onde fazer compras. Muitos fatores influenciam a forma como viveremos em 2050. 

Descobre quais são as consequências das tuas escolhas.

Clica na imagem para acederes ao jogo.

quarta-feira, 15 de março de 2023

Kit de ferramentas Matemática para Ação | Ebook

Título: Mathematics for action: supporting science-based decision-making
Autor: AMEZCUA, Javier... (et al.); ed. DHHERSIN, Jean-Stéphane Dhersin.... (et al.)
Autor coletivo: UNESCO
Ano de publicação: 2022
N.º páginas: 71 p., il.

O conjunto de ferramentas "Matemática para ação: apoiando a tomada de decisão baseada na ciência", escrito por matemáticos e líderes de pensamento de todo o mundo, é uma coleção de 25 resumos que abrange 11 ODS e fornece, graças à aplicação de novos modelos matemáticos e de melhores algoritmos, informações pertinentes que permitem enfrentar os desafios do mundo contemporâneo, desde mudanças climáticas até pandemias.

Clique na imagem para aceder a este estudo da UNESCO.

quinta-feira, 2 de março de 2023

A batata Tata | Ebook


Título: A batata Tata : vem descobrir com a batata Tata sobre o impacto ambiental dos produtos
Autores: Carla Caldeira, ilustrações de Giuliana Gusmini e Cristina França
Entidade responsável: Centro Comum de Investigação (Comissão Europeia)
Publicação: Luxemburgo, Serviço de Publicações da U.E., 2022
N.º páginas: 46 p.

A Comissão Europeia, através da JRC Publications Repository, publicou recentemente um ebook que visa alertar a população infantil para as consequências ambientais das nossas escolhas alimentares.

Este livro visa partilhar os conceitos básicos de Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) com o público mais jovem e estimular a reflexão sobre o impacte ambiental dos produtos.

Os impactes ambientais da Batata Tata apresentados baseiam-se num estudo sobre impactes ambientais do consumo da população europeia, realizado pelo Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia, onde os impactes ambientais são avaliados com a avaliação de ciclo de vida.

Clique na imagem para aceder à publicação na versão portuguesa.

Fonte:
Educação para a cidadania. Acedido em https://cidadania.dge.mec.pt/saude/noticias-e-eventos/ebook-batata-tata

terça-feira, 29 de novembro de 2022

A maior lição do mundo: Transformar a Educação



A Direção-Geral da Educação, a UNICEF Portugal e a Rede de Bibliotecas Escolares convidaram os alunos e os docentes, da educação pré-escolar ao ensino secundário, para participarem no webinar “A Maior Lição do Mundo – Transformar a Educação”, que se realizou hoje, dia 29 de novembro, das 16:00 às 17:00.

Este webinar integrou-se em “A Maior Lição do Mundo”, iniciativa internacional que visa contribuir para a reflexão e ação no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, envolvendo crianças e jovens e promovendo uma cidadania global ativa, bem como uma maior consciencialização sobre o papel de cada um na construção de um mundo mais seguro, saudável e sustentável.

O webinar teve como objetivos: 

  • contribuir para o conhecimento e a reflexão sobre questões globais da educação de qualidade; 
  • promover atitudes e comportamentos de cidadania ativa e de resolução de problemas de educação a nível local;
  • refletir sobre a importância da educação e sobre a forma como cada um de nós pode contribuir para a sua transformação.

A Maior Lição do Mundo é uma iniciativa do Projeto ‘Everyone’ à qual se associam organizações como a UNICEF e a UNESCO, bem como diversas personalidades a nível mundial.

terça-feira, 28 de junho de 2022

Salvar os oceanos, proteger o futuro

"As Nações Unidas, com o apoio dos Governos de Portugal e do Quénia, acolhem a Conferência dos Oceanos, em Lisboa, de 27 de junho a 1 de julho de 2022. A Conferência é um apelo à ação pelos oceanos – exortando os líderes mundiais e todos os decisores a aumentarem a ambição, a mobilizarem parcerias e aumentarem o investimento em abordagens científicas e inovadoras, bem como a empregar soluções baseadas na natureza para reverter o declínio na saúde dos oceanos. A Conferência dos Oceanos acontece num momento crítico, pois o mundo procura resolver muitos dos problemas profundamente enraizados nas nossas sociedades e evidenciados pela pandemia da covid-19. Para mobilizar a ação, a Conferência procurará impulsionar as muito necessárias soluções inovadoras baseadas na ciência, destinadas a iniciar um novo capítulo na ação global pelos oceanos".
(In: Centro Regional de Informação para a Europa Ocidental)

Cabe não só aos líderes políticos e aos agentes económicos, mas também à sociedade civil, atuar no sentido de preservar os oceanos e os recursos marinhos para as próximas gerações, de forma a cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 (ODS 14) - Promover a vida marinha. Para este efeito fica aqui 10 ações que todos nós podemos pôr em prática.



segunda-feira, 13 de junho de 2022

Dia mundial contra o trabalho infantil

Tema de 2022: "Proteção Social Universal para acabar com o trabalho infantil"


desenho de Nando Motta

No dia 12 de junho, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, as Nações Unidas e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) apelaram a “um maior investimento em sistemas e regimes de proteção social para estabelecer bases sólidas de proteção social e proteger as crianças do trabalho infantil”.

A proteção social é simultaneamente um direito humano e um poderoso instrumento de políticas para evitar que as famílias recorram ao trabalho infantil em tempos de crise, sendo assim, essencial para lutar contra a pobreza e a precariedade, bem como, para erradicar e prevenir o trabalho infantil.

Os dados apontam para que, cerca de 3/4 das crianças, isto é 1,5 mil milhões de crianças continuam excluídas de qualquer prestação social e mais de 160 milhões de crianças em todo o mundo – 1 em cada 10 com idades compreendidas entre os 5 e os 17 anos – ainda estão envolvidas em trabalho infantil. Estas tendências já existiam mesmo antes da crise da COVID-19 e prevê-se que, sem estratégias de mitigação, o número de crianças em trabalho infantil sofra um aumento de 8,9 milhões até finais de 2022, em consequência de uma maior pobreza e vulnerabilidade.

O continente com maior prevalência de trabalho infantil é a África com 20% de todas as crianças nessa condição.

A garantia do acesso universal à proteção social é essencial para ajudar a construir um caminho para um mundo livre de trabalho infantil, tal como definido no âmbito da Meta 8.7 do ODS e para uma proteção social universal, tal como refletido na Meta 1.3 do ODS.

Consulte o flyer da campanha >>

Veja o vídeo da campanha >>

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Um planeta, um oceano

Mobilizar a ciência para salvar o oceano




A Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO (IOC) é o órgão das Nações Unidas responsável por apoiar a ciência e os serviços oceânicos globais. O COI permite que os seus 150 Estados membros trabalhem juntos para proteger a saúde de nosso oceano partilhado, coordenando programas em áreas como observações oceânicas, alertas de tsunami e planeamento espacial marinho.

Desde que foi estabelecido em 1960, o COI forneceu um foco para todos os outros órgãos das Nações Unidas que trabalham para entender e melhorar a gestão dos nossos oceanos, costas e ecossistemas marinhos. 

Hoje, o COI apoia todos os seus Estados Membros para construir a sua capacidade científica e institucional para alcançar as metas globais, incluindo a Agenda 2030 da ONU e os seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas e o Quadro de Sendai para Redução de Riscos de Desastres.

Fonte:

domingo, 22 de maio de 2022

Dia Internacional da Biodiversidade



O Dia Internacional da Biodiversidade é celebrado no dia 22 de maio e visa alertar a população para a necessidade e a importância da preservação da diversidade biológica. Esta comemoração foi proclamada pelas Nações Unidas a 22 de maio, data que adotou o texto final da Convenção da Diversidade Biológica, em 1992.

O tema desde ano incide sobre Construir um futuro partilhado para toda a vida, tendo sido escolhido para dar continuidade ao fomento e apoio do quadro global de biodiversidade pós-2020 que será adotado na próxima Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade #COP15. 

​A biodiversidade continua a ser a resposta a vários desafios de desenvolvimento sustentável. De soluções baseadas na natureza ao clima, questões de saúde, segurança alimentar e hídrica e meios de subsistência sustentáveis, a biodiversidade é a base sobre a qual podemos construir melhor. 

Mais informações >>



Fonte:
Turismo de Portugal. Dia Internacional da Biodiversidade Acedido em http://www.turismodeportugal.pt/pt/Agenda/Paginas/dia-internacional-da-biodiversidade.aspx

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Um filme pela Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

Título: Flor do Deserto (Desert Flower)
Realização: Sherry Horman
Roteiro: Sherry Horman, baseado no livro de Waris Dirie
Elenco: Liya Kebede, Sally Hawkins, Timothy Spall, Juliet Stevenson, Craig Parkinson, Meera Syal, Soraya Omar-Scego
Distribuidora: Prisvideo
Duração:120 min.

Baseado no best seller Desert Flower, é a autobiografia da modelo somali Waris Dirie (Liya Kebede), circuncidada aos cinco anos e vendida para um casamento arranjado aos 13 anos. Waris decidiu fugir para longe da família, uma tribo nómada da Somália. Atravessou o deserto até chegar a Mogadíscio, capital da Somália, e conseguiu embarcar para Londres. Ao trabalhar num restaurante fast food, foi descoberta pelo fotógrafo Terry Donaldson que a levou para os Estados Unidos, onde se tornou uma modelo mundialmente conhecida, além de ser embaixadora da ONU no combate à mutilação genital feminina.

Flor do Deserto é um filme que contribui para a consciencialização das pessoas contra um costume tão bárbaro. Não é razoável permitir que práticas cruéis se perpetuem por serem tradição. Só os hábitos que respeitam e valorizam a dignidade humana deveriam ser mantidos. Mas em alguns países, especialmente Sudão, Egito e Somália, as mulheres ainda são vistas como objeto e propriedade da família ou do marido.

Assista ao filme:



Numa entrevista à Marie Claire, Waris disse que a circuncisão feminina continua a ser praticada em África, em alguns países árabes e em comunidades de imigrantes da Europa e dos Estados Unidos. Hoje, a OMS (Organização Mundial da Saúde) calcula que três milhões de meninas passem por isso todos os anos. “As coisas estão a melhorar, mas não é o suficiente. O que me deixa doente é que os políticos do mundo não levam a questão a sério porque, no fim das contas, é um ‘problema de mulher’, algo relacionado com a vagina. Muitos argumentam dizendo que ‘isso é religião’ ou ‘é a cultura dos outros’, quando na verdade é um crime. Especialmente quando ocorre com meninas pequenas que não se podem defender".


Waris Dirie apela à tolerância zero contra a mutilação genital feminina

Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina

(Via P&D Factor - Associação para a Cooperação sobre População e Desenvolvimento)

A 6 de fevereiro assinala-se, anualmente, o Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina. Este dia foi implementado através da Resolução 67/146 da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 20 de dezembro de 2012.

O objetivo é sensibilizar a sociedade civil para a erradicação desta prática, que lesa a saúde física e psicológica de várias mulheres e meninas à volta do mundo. Por outro lado, é importante realçar que se trata de uma manifestação extrema das desigualdades entre géneros, que deverá ser combatida.

O quinto objetivo dos «Objetivos de Desenvolvimento Sustentável» da ONU - alcançar a igualdade de género e empoderar todas as mulheres e raparigas - procura, também, acabar com esta prática.

O vídeo "Fight against FGM" (Female Genital Mutilation) conta com o relato da ativista gambiana Jaha Dukureh. Ela própria sobrevivente da mutilação genital feminina (MGF) e do casamento infantil forçado. Como Embaixadora Regional da Boa Vontade da ONU Mulheres para a África, está comprometida em acabar com a MGF, mobilizando os jovens e aumentando a conscientização sobre essas práticas prejudiciais com outros ativistas em todo o mundo. (Vídeo cortesia da ONU Mulheres)



Links relacionados

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Climate Interactive | Ferramentas interativas
Simulação da ação climática



A Climate Interactive desenvolveu um jogo de papéis desenvolvido, que ao utilizar En-ROADS (simulador de soluções para mudanças climáticas)  permite criar e analisar diferentes cenários climáticos.

En-ROADS é um modelo de simulação de políticas transparente e disponível gratuitamente que dá a todos a oportunidade de projetar os seus próprios cenários para limitar as emissões de carbono e, consequentemente, o aquecimento global futuro. 


Simulador: Clique na imagem para criar um cenário climático


O jogo de papéis desenvolve-se tendo em consideração a Cúpula das Nações Unidas sobre a Emergência Climática que reúne as partes interessadas globais para estabelecerem um plano concreto que limite o aquecimento conforme as metas do Acordo de Paris. Os grupos são desafiados, de acordo com o seu papel, a explorarem soluções para a mudança climática e verem o que realmente seria necessário para enfrentar este desafio global. 
 
Veja o vídeo de demonstração:




Para saber mais sobre o jogo, leia o Manual do Facilitador.

Para mais informações sobre o jogo e a constituição de equipas clique aqui

Outros recursos

Perguntas frequentes

Guia de referência En-ROADS

Guia do utilizador do En-ROADS : Informações básicas sobre a dinâmica do En-ROADS, dicas para usar o simulador, descrições gerais, exemplos do mundo real, configurações dos controles deslizantes e notas da estrutura do modelo para os diferentes controles deslizantes do En-ROADS.

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Agenda da Juventude para a Saúde 2030


Título: "Agenda da Juventude para a Saúde 2030"
Responsáveis: Conselho Nacional de Saúde (CNS), Direção-Geral de Educação (DGE), Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ)
Publicação: Lisboa : CNS, 2021
N. pág.: 20 p.

De acordo com as palavras do Secretário Geral da ONU, António Guterres:

"Devemos basear-nos no trabalho que tem sido feito com o apoio dos Estados Membros, a Enviada para a Juventude e a sociedade civil. Mas não pode ser uma iniciativa de pessoas velhas a discutir as gerações mais novas. As Nações Unidas têm de capacitar os jovens, aumentar a sua participação na sociedade e o seu acesso à educação, formação e emprego" 

o Conselho Nacional da Saúde, investido em estimular a participação pública em saúde, promoveu a criação de uma Agenda da Juventude para a Saúde para a década 2020-2030. Levou a cabo um conjunto de iniciativas destinadas a identificar as preocupações, prioridades das crianças e das pessoas jovens e sugestões de resolução, com momentos de auscultação através de grupos focais, questionários, debates em meio escolar e debates públicos. Em conjunto com a Federação Nacional de Associações Juvenis e a Direção Geral de Educação, criou a Agenda da Juventude para a Saúde 2030.

Esta Agenda centra-se nas áreas que estas crianças e jovens consideraram prioritárias para a sua saúde na próxima década:
 
➣ a promoção do bem-estar físico e psicológico; 

➣ a educação para a sexualidade;

➣ a prevenção do tabagismo e de outros comportamentos aditivos;

➣ a promoção da alimentação saudável e da atividade física;

a prevenção da violência (incluindo o bullying e cyberbullying).

As propostas das várias centenas de participantes nesta auscultação foram integradas em quatro níveis de atuação, para uma infância, juventude e sociedade mais saudável:

1. Acesso a informação e formação em saúde promotora de comportamentos saudáveis.

2. Garantia de acesso a cuidados de saúde.

3. Fomento de ambientes saudáveis.

4. Participação das crianças e jovens na definição e avaliação de intervenções em saúde.

Clique na imagem para aceder à agenda.

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Avaliação mundial do oceano : volume 2 I Relatório

Título: The second World Ocean Assessment : world ocean assessment II : volume II (WOA II)
Publicação: Organização das Nações Unidas (ONU) ; cop. 2021
N.º páginas: 520 p.
Língua: Inglês
Formato: Ebook

Este relatório da ONU incide na perspectiva do oceano e constitui o resultado, mais recente, da única avaliação mundial integrada do oceano, a nível global, que abrange os três pilares do desenvolvimento sustentável - social, económico e ambiental. 

Fornece informação científica sobre o estado do ambiente marinho, de uma forma abrangente e integrada, com o objetivo de apoiar decisões e ações para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o objetivo 14, bem como a implementação da Década das Nações Unidas da Ciência dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável.

Clique na imagem para aceder ao documento.

Consulte o primeiro volume do relatório  >>

Fonte:
IPMA; "Dia Internacional da Terra", [Em linha] [Consult. 28.04.2021] Disponível em: https://www.ipma.pt/pt/media/noticias/news.detail.jsp?f=/pt/media/noticias/textos/dia_da_terra.html

terça-feira, 23 de março de 2021

Portal de dados ODS 6 da ONU - Água

O ODS 6 visa garantir água potável segura e saneamento para todos, com foco na gestão sustentável dos recursos hídricos, águas residuais e ecossistemas, reconhecendo a importância de um ambiente propício. Na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, os países comprometeram-se a realizar um acompanhamento sistemático e uma revisão do progresso em direção aos Objetivos e metas, usando um conjunto de indicadores globais.

Os indicadores estão disponíveis no Portal de dados ODS 6 da ONU-Água e podem ser pesquisados por país ou região.

Para aceder ao mapa clique na imagem.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Campanha da Unesco "O próximo normal"



Desastres e emergências não apenas lançam luz sobre o mundo como ele é. Eles também rasgam o tecido da normalidade. Pelo buraco que se abre, nós vislumbramos possibilidades de outros mundos.
Peter C. Baker, The Guardian

A UNESCO foi fundada após a Segunda Guerra Mundial, nascida da convicção de que esse conflito sem precedentes poderia dar origem a um mundo melhor e mais unido. Como as guerras começam nas mentes de homens e mulheres, é nas mentes de homens e mulheres que um mundo melhor deve ser construído, argumentaram os fundadores da Organização. A ideia deles é mais pertinente do que nunca, à medida que os países começam a emergir da crise global da COVID-19, que questionou nossas prioridades, nossos modos de vida e o funcionamento de nossas sociedades.

Pessoas de todo o mundo mostraram solidariedade durante a emergência de saúde e viram como uma forma aprimorada cooperação pode ajudar a construir um futuro melhor. No entanto, à medida que o mundo começa a emergir da pandemia, nós tendemos a esquecer as lições que aprendemos e “voltamos ao normal”, desconsiderando o custo daquilo que consideramos normal para o nosso ambiente, economia, saúde pública e sociedade.

A UNESCO está lançando uma campanha mundial que desafia a nossa percepção de normalidade. O vídeo de 2min e 20s não se baseia em argumentos complicados para demonstrar seu objetivo. Simplesmente apresenta informações factuais sobre o mundo antes e durante a pandemia. Colocados lado a lado, esses fatos convidam os espectadores a questionar suas ideias sobre o que é normal, sugerindo que, por muito tempo, nós aceitamos o inaceitável. Nossa realidade anterior não pode mais ser aceita como normal. Agora é a hora da mudança.

Como agência intelectual das Nações Unidas, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) acredita que a necessidade de mudanças duradouras deve se enraizar nos corações e nas mentes das pessoas em todos os lugares antes que se torne realidade.

A campanha faz parte de um esforço mais amplo da UNESCO para refletir sobre o mundo por vir, notadamente por meio da iniciativa do UNESCO Forum, uma série de painéis de debates sobre o futuro da cultura e das indústrias culturais; da Futures Literacy Network, bem como do programa The Futures of education e das recomendações globais para ciência aberta e a ética da inteligência artificial. Essas são questões importantes nas quais a UNESCO começou a trabalhar muito antes de serem colocadas no centro do palco pela pandemia.

A UNESCO convida os líderes dos media e os formadores de opinião a compartilhar a campanha “The Next Normal” (“O próximo normal”), criada pela agência DDB Paris, disponível a partir de 25 de junho de 2020.

Fonte:
UNESCO