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segunda-feira, 3 de abril de 2023

Revista de Ciência Elementar | Março 2023



O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Março de 2023 já se encontra disponível na biblioteca.

Este número contém:

⤿ Editorial: "Oito mil milhões", por Jorge Canhoto

⤿ História da ciência:"Grafómetro", por Alzira Faria

⤿ Artigos:

"Teoria da radiação eletromagnética", por Eduardo Lage

"Águas minerais engarrafadas", por Celso de Sousa Figueiredo Gomes

"Deposição de argilas", por Edite Bolacha

"A aventura do conhecimento", por Ana Gomes et al.

"Antibióticos", por Bárbara S. Diogo et al.

"Simbiose entre figueiras e vespas", por Francisca Maria Fernandes et al.

"CRISPR/Cas.", por Ricardo Ferraz et al.

⤿ Aos olhos da Ciência: "Ambiências da Namíbia", por Luís Vítor Duarte, Pedro Callapez

⤿ Imagem em destaque: "Um tigre branco", por Sandra Correia, Luís Quintais

Para aceder ao formato digital deste número clique na imagem da capa.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Revista de Ciência Elementar | Dezembro 2022


O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Dezembro de 2022 já se encontra disponível na biblioteca.

Este número contém:

⤿ Editorial: "A Revolução no tratamento de dados em Ciência", por Alexandre Lopes Magalhães


⤿ Artigos:
  • "Classificação taxonómica em Biologia usando IA", porLuís M. B. Lopes, Eduardo R. B. Marques
  • "Big Data", por Sérgio P. Ávila, Carlos Melo, Patrícia Madeira
  • "Bases de dados de proteínas", por Ana Oliveira
  • "Imagens de satélite, geologia e IA", por Joana Cardoso-Fernandes et al. 
  • "Asterossismologia", Margarida S. Cunha, Mário J. P. G. Monteiro
  • "Determinismo biológico, genético e epigenético", por Luca Ribeiro Mendes Nicola, Edson Pereira Silva
  • "Avanços da genómica", por  Agostinho Antunes

⤿ Aos olhos da Ciência: "Serendipidade na investigação científica", por Alexandre Lopes Magalhães

⤿ Imagem em destaque: "Flor de borragem", por Rubim Almeida, José Pissarra

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terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Revista ELECTRA I Outono 2022

 



Sobre esta edição:

“Cidade, Campo” é um tema indispensável para a compreensão do nosso tempo e que tem abertura para todos os domínios da vida política, económica, social e cultural. Nos nossos dias tecnológicos e ecologistas, narcisistas e massificados, lúdicos e amnésicos, este tema move-se nos écrans de todos os sistemas, dispositivos e equipamentos que povoam o nosso quotidiano. É um tema que induz mudanças radicais de vida, gera esperanças e equívocos, cria ilusões e desilusões, acende imaginações e urgências. É um tema concreto e abstracto, individual e colectivo, económico e social, antropológico e cultural. “Cidade, Campo” é, por isso, o “Assunto” central desta edição da Electra e conta com textos e entrevistas de Pedro Ignacio Alonso, Yves Cabannes, Joëlle Salomon Cavin, Jorge Gaspar, António Guerreiro, Raúl Cerveira Lima, Jeff Malpas, Thierry Paquot, e um editorial de José Manuel dos Santos e António Soares.

Na secção “Primeira Pessoa” é entrevistado Eyal Weizman, fundador e director da Forensic Architecture, uma agência que usa a arquitectura como prova material judicial levando a cabo investigações com o objectivo de identificar, reconstruir e denunciar a violência. Em entrevista conduzida por Afonso Dias Ramos, Weizman percorre uma década de trabalho, que cruza a arte e a análise forense, o jornalismo e o Direito.

O realizador e escritor alemão Alexander Kluge, que tem dedicado a sua vida a pensar as imagens e o lugar delas na cultura, é o autor do “Portfolio” da edição 18 de Electra. Para este trabalho, esta figura fundamental do pensamento crítico contemporâneo conversa com a escritora e sua colaboradora Ulrike Sprenger e com o investigador de estudos artísticos e culturais Leander Gussmann; uma conversa que se faz de palavras e imagens, numa composição verbal-visual que constitui, pela sua originalidade e interesse, um documento fundamental.

Na secção “Livro de Horas”, dão-se a conhecer, correspondendo a tempos diferentes, algumas páginas inéditas dos cadernos dos diários da artista Graça Morais, que correm ao lado de uma vasta e reconhecida obra, desenvolvendo com ela um diálogo descontínuo, mas incessante e esclarecedor. Na secção “Metropolitano” é apresentado o projecto O Problema da Habitação do fotógrafo Daniel Malhão, um conjunto de imagens que resultam de um processo de deambulação pelas cidades de Lisboa e Viena, e que é acompanhado por um ensaio do crítico de arte e curador Delfim Sardo.

Neste número de Electra, e no centenário da morte de Marcel Proust, o reconhecido especialista Jean-Marc Quaranta mostra como a obra do grande escritor francês e todas as investigações que tem gerado obrigam a olhar a relação com a sua vida de outra maneira, mudando o próprio estatuto literário da figura do autor; o crítico e ensaísta italiano Alfonso Berardinelli escreve sobre o poeta, ensaísta e romancista alemão Hans Magnus Enzensberger; o escritor indiano Navtej Sarna publica uma original história inédita; Viriato Soromenho-Marques analisa os discursos nacionalistas e de euforia guerreira cultivados no ambiente cultural e intelectual alemão da Primeira Guerra Mundial; António Guerreiro comenta uma citação do historiador de arquitectura e escritor Paulo Varela Gomes; Bernardo Vaz de Castro lê a Loucura de Hölderlin, de Giorgio Agamben; e Luhuna de Carvalho escreve sobra a palavra “Oligarca”.

Clique na capa para aceder a este número.

Fonte:

sábado, 17 de dezembro de 2022

O cinema é o limite... | Revista

MAGAZINE DIGITAL ONLINE PNC * DEZEMBRO 2022

#0

O Cinema é o limite... é o novo magazine do Plano Nacional de Cinema.

A sua missão é estimular o gosto pela cultura do cinema junto das comunidades educativas. O número 0 que vos apresentamos marca um compasso de transição, porque olhamos para trás e assumimos matérias que já integravam o boletim anterior, mas seguimos em frente, revelando um novo conceito e linha editorial, num novo formato.
(In: Apresentação)

Aceda à revista aqui

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Revista de Ciência Elementar | Setembro 2022



O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Setembro de 2022 já se encontra disponível na biblioteca.

Este número contém:

⤿ Editorial: "A comunicação da matemática", por José Francisco Rodrigues

⤿ Biografia: "José Sebastião e Silva", por José Francisco Rodrigues

⤿ Artigos:
  • "Vírus, poliedros, arquitetura e... matemática", por Maria Suzana Metello de Nápoles.
  • "Ondas de gravidade em fluidos", por Eduardo Lage
  • "Inflação cósmica", por Cláudio Gomes
  • "Nanopartículas de prata", por Adelaide Sousa et al. 

  • "Reprodução humana assistida", Ana Margarida Aleixo, Vasco Almeida
  • "Termalismo e termas", por Celso de Sousa Figueiredo Gomes
  • "Ciência cidadã ao longo do tempo", por Cristina Luís

⤿ Aos olhos da Ciência: "Deserto, sal e água", por Nuno Pimentel

⤿ Imagem em destaque: "Octaedro diamântico", por José Francisco Rodrigues, João Pedro Xavier

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segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Revista Comunicar | Outubro de 2022


O último número da revista Comunicar, 73, foi publicado recentemente com o título: Educação para o Futuro: perspectivas para sustentabilidade e justiça social

Como nos números anteriores, a revista conta com uma secção Monográfica e uma grande variedade de artigos na secção Diversos. Todos os artigos estão disponíveis em texto completo e gratuito no site oficial.

Números publicados

domingo, 17 de julho de 2022

Revista ELECTRA I Verão 2022

ELECTRA é uma revista internacional, editada pela Fundação EDP, que privilegia a crítica e a reflexão cultural, social e política da atualidade.

Com lançamento em março de 2018, a revista tem periodicidade trimestral e é editada em português e em inglês.

Sobre esta edição:

O Futebol tornou-se no nosso tempo um facto social total. Ele é hoje um sistema poderoso e complexo que está para lá dos estádios e das competições desportivas e invadiu o nosso quotidiano. Ele atrai o poder político e mobiliza de forma extrema e exacerbada o poder económico e mediático. É um mundo marcado por heróis e por cultos, um fenómeno que irradia em muitas direcções e a que dedicamos o dossier da Electra 17, com textos de Bernardo Futscher Pereira, João Sedas Nunes, José Florenzano, José Neves, Luiz Guilherme Burlamaqui, Marc Perelman, Marcos Cardão e António Guerreiro.

Também em destaque, neste número, estão a entrevista e o portfólio do consagrado pintor norte-americano Alex Katz. No ano em que completa 95 anos e são organizadas importantes retrospectivas da sua obra, no Museu Guggenheim, em Nova Iorque, e no Museo Thyssen Bornemisza, em Madrid, Katz conversa com Juan Manuel Bonet, antigo director do Museu Reina Sofia, sobre a pintura e os pintores, a cor e a luz, a vida e os lugares dela.

Na secção “Primeira Pessoa” é entrevistado James Wood, considerado por muitos como o crítico literário mais aclamado, dominante e temido das últimas décadas. Em conversa com Afonso Dias Ramos, Wood reflecte sobre a sua vida e obra enquanto leitor, crítico, professor e escritor. 

Nesta edição de Verão de 2022, o ano em que se comemora o centenário do nascimento de Pier Paolo Pasolini, Vinícius Nicastro Honesko, Bruno Moroncini e Carla Benedetti — autores de ensaios e estudos sobre o cineasta, o escritor, o ensaísta, o intelectual — evocam esta figura maior da Itália do século XX e sublinham a sua actualidade. 

Youssef Rakha é escritor, jornalista, crítico literário, com uma obra reconhecida e premiada. Os fotógrafos e editores André Príncipe e José Pedro Cortes encontraram Rakha no Cairo, cidade onde nasceu e vive, e falaram de política, de religião, de arte, de viagens, da vida, num trabalho em que as palavras e as imagens se desafiam, publicado na secção “Planisfério”

O título de uma famosa obra de Vermeer, dá nome à secção “Vista de Delft” da Electra. E é dessa obra, Vista de Delft, da cidade que nela se representa, Delft, e da cidade onde ela se pode ver, Haia, que nos fala José Manuel dos Santos nesta edição.

Para o “Livro de Horas” da Electra 17, Pedro Neves Marques, que representa Portugal na Bienal de Arte de Veneza deste ano, com o projeto Vampires in Space, constrói, a partir desta instalação narrativa, um diário, feito de evocações e meditações, abordando questões de identidade de género, sexualidade e reprodução queer.

Ainda nesta edição, o sociólogo italiano Paolo Perulli faz uma genealogia e a história dos «criativos»; Ana Rocha, a propósito do bicentenário de Gustave Flaubert, analisa um episódio fulcral do romance Madame Bovary; Golgona Anghel, poeta e professora, interpreta uma afirmação do escritor Emil Cioran; Afonso Dias Ramos escreve sobre um dos livros mais aguardados da última década The Dawn of Everything: A New History of Humanity, de David Graeber e David Wengrow; e Régis Salado comenta a palavra “Narrativa”. 

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Fonte: 

quinta-feira, 30 de junho de 2022

Revista Comunicar | Julho de 2022


A revista Comunicar é uma publicação periódica trimestral, especializada na área da Educomunicação, que apresenta artigos escritos em espanhol e inglês e resumos em português, chinês e russo. Em especial, os artigos divulgados têm como principais temas: Comunicação e Educação, Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e Novas Linguagens.

Esta revista tão conceituada é disponibilizada em formato duplo: impresso e em linha. Nesta última é acessível em texto integral, gratuitamente, para toda a comunidade científica e investigadores do mundo inteiro.

A terceira edição de 2022 tem como título “Sociedade da desinformação: o impacto das 'fakes news' na esfera pública”.

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Revista de Ciência Elementar | Junho 2022


O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Junho de 2022 já se encontra disponível na biblioteca. 

Este número contém:

⤿ Editorial: "O Antropocénico como idade geológica", por Luís Vítor Duarte

⤿ História da ciência: "Dioptra", por Alzira Faria

⤿ Artigos:

  • "O peixe-zebra", por Ondina Ribeiro et al.
  • "Cianobactérias", por Ana C. Sampaio
  • "A floresta ripária", por VerónicaFerreira
  • "Polimorfismos em populações naturais de animais", por Pedro Andrade
  • "Eletrólise da água na obtenção de H", por João Gomes
  • "Big Bang", por Cláudio Gomes
  • "Geofagia", por Celso de Sousa Figueiredo Gomes
  • "A matéria orgânica no sistema geológico", por Carolina Fonseca, Paula Alexandra Gonçalves
  • "A atividade microbiana no processo sedimentar", por Luís V. Duarte, Ana C. Azerêdo

⤿ Imagem em destaque: "Amonites", por Alexandre Lopes Magalhães, Luís Vítor Duarte

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terça-feira, 7 de junho de 2022

Vista, revista de cultura visual

N.º 9 (2022): Janeiro - junho 2022
Secção Temática: O Referente Emancipado 
Editores Temáticos: José Capela & Ana Cristina Pereira

A Vista é uma revista científica de Cultura Visual e de Artes Digitais. Pretende promover o debate transdisciplinar em torno dos processos de mediação visual da cultura, que além dos estudos sobre fotografia, cinema, televisão, publicidade, jogos de vídeo, média digitais, inclui hoje as artes tecnológicas e as media arts. 

A revista foi criada em 2015 pelo Grupo de Trabalho de Cultura Visual da Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação (Sopcom) e, no segundo semestre de 2020, passou a ser editada pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.

A revista é semestral (janeiro-junho e julho-dezembro). Contudo, tendo em conta as boas práticas de publicação científica e de modo a reduzir o tempo entre a submissão e a publicação, segue a modalidade de publicação contínua. A revista é publicada em Português e em Inglês e conta com um rigoroso sistema de arbitragem científica (revisão duplamente cega por dois revisores externos).

O presente número contém:

✒Secção Temática. Nota Introdutória:

José Capela, Ana Cristina Pereira

Varia. Artigos:

Suzana Ramos Coutinho, Jesner Esequiel Santos

Elaine Trindade

Varia. Comentários:

Lenice Laflor

📌
Consulte os números anteriores da revista:

⤿ N.º 1 (2017): Políticas do olhar


⤿ N.º 3 (2018): Visualidades Urbanas




⤿ N.º 7 (2021): Janeiro - junho 2021

⤿ N.º 8 (2021): Julho - dezembro 2021

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Revista de Ciência Elementar | Março 2022


O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Março de 2022 já se encontra disponível. Este número contém:

⤿ Editorial: "Por uma ciência interventiva", por João Nuno Tavares

⤿ História e filosofia da ciência: "Diálogo sobre Ciência, Arte, Filosofia e Religião", por J. M. B. Lopes dos Santos

⤿ Artigos:

"Imagens elétricas e o método de separação de variáveis", por Eduardo Lage

"Perceptrões e redes neuronais artificiais", por Daniel Aguiar, Paulo Aguiar

"O que é o e para o computador?", por Paulo Beleza de Vasconcelos

"O espaço acelerado e retardado", por João Pedro Xavier

"Envolventes", por João Nuno Tavares

"Estudo das  proteases Cat B e L", por Mariana Cunha et al.

"Os gâmetas", por Ana Margarida Aleixo, Vasco Almeida

⤿ Notícias educativas: 

"Laboratório escolar da paisagem", por Manuela Lopes

"para que serve a Ciência?", por José Ferreira Gomes

⤿ Imagem em destaque: "Modelo padrão", por João Nuno Tavares, António Machiavelo

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sábado, 5 de março de 2022

Eu, mulher : por uma nova visão do mundo | Testemunho

Título: Eu, mulher : por uma nova visão do mundo
Autor: Paulina Chiziane
Editora: Gala-Gala
Data de publicação: 2021
N.º páginas: 33 p.

Eu, mulher… Por uma nova visão do mundo” é um testemunho de Paulina Chiziane escrito em 1992 e publicado em meados de 1994, por iniciativa da UNESCO em fase dos preparativos da Conferência Internacional sobre a Mulher, Paz e Desenvolvimento, realizada em Pequim, em 1995. Publicado em livro, no Brasil, em 2018, chega a Moçambique pelas mãos da Gala-Gala Edições, com o prefácio da professora e crítica literária Sara Jona Laisse. Este é um testemunho fascinante sobre a condição da mulher, em geral, e da mulher moçambicana, em particular, foi autorizado pela autora para integrar a Revista Abril, vol. 5, n° 10, de Abril de 2013.



<<Deus disse: “não é bom que o homem esteja só”. Adormeceu-o, tirou uma das suas costelas e transformou-a em mulher. O homem disse: “é o osso dos meus ossos e carne da minha carne”. Mas a mulher fez-se parceira da serpente. Tomou a fruta da árvore proibida, comeu-a. Sentindo-a deliciosa deu-a ao homem. Ambos abriram os olhos para o bem e para o mal. Por isso Deus amaldiçoou a mulher e disse: “multiplicarei os tormentos da tua gravidez. Serás governada pelo homem que será teu senhor”. 

Os problemas da mulher surgem desde o princípio da vida, de acordo com as diversas mitologias sobre a criação do mundo. Na mitologia bantu, depois da criação do homem e da mulher, não houve maldição nem pecado original. Mas foi o homem que surgiu primeiro, ganhando, deste modo, uma posição hierarquicamente superior, que lhe permite ser governador dos destinos da mulher. Isto significa que a difícil situação a mulher foi criada por Deus e aceite pelos homens no princípio do mundo.

As diversas mitologias não são mais do que ideologias ditadas pelo poder sob a máscara da criação divina.

Comparo a mulher à terra porque lá é o centro da vida. Da mulher emana a força mágica da criação. Ela é abrigo no período da gestação. É alimento no princípio de todas as vidas. Ela é prazer, calor, conforto de todos os seres humanos na superfície da terra.

Nas religiões bantu, todos os meios que produzem subsistência, riqueza e conforto como a água, a terra e o gado, são deificados, sacralizados. A mulher, mãe da vida e força da produção da riqueza, é amaldiçoada. Quando uma grande desgraça recai na comunidade sob a forma de seca, epidemias, guerra, as mulheres são severamente punidas e consideradas as maiores infractoras dos princípios religiosos da tribo pelas seguintes razões: são os ventres delas que geram feiticeiros, as prostitutas, os assassinos e os violadores de normas. Porque é o sangue podre das suas menstruações, dos seus abortos, dos seus nado-mortos que infertiliza a terra, polui os rios, afasta as nuvens e causa epidemias, atrai inimigos e todas as catástrofes.

Em Moçambique, o povo tsonga celebra o mbelele quando a comunidade é afectada por uma grande seca. Antes de decidir a realização do magno ritual, os homens castigam as mulheres. Fazem preces para os deuses do pai e da mãe. Falham. Os reis e os sacerdotes fazem preces aos deuses do clã ou da tribo. Falham. Recorrem de novo à mulher porque reconhecem nela a fertilidade e sobrevivência do mundo. No mbelele, elas correm nuas de baixo do sol revolvendo sepulturas, purificando a terra, gritando, cantando para que as nuvens escutem. Só a nudez da mulher que quebra o silêncio dos deuses e das nuvens porque ela é a mãe do universo.

Nós, mulheres, somos oprimidas pela condição humana do nosso sexo, pelo meio social, pelas idéias fatalistas que regem as áreas mais conservadoras da sociedade. Dentro de mim, qualquer coisa me faz pensar que a nossa sorte seria diferente se Deus fosse mulher. Mas como é que seria o mundo se Deus fosse mulher? A ordem da vida estaria invertida? As escalas de valores seriam diferentes? A justiça e o amor seriam colocados a favor da promoção da felicidade humana? Nessa sociedade, o que teria mais valor: a vaidade característica da mulher, o dinheiro, ou o talento, a vontade e a força de construir? Qual seria o poder mais forte: o material ou o espiritual? É difícil responder a esta pergunta. Mas tentemos dar voltas à cabeça, imaginemos e busquemos a resposta a esta fantasia na realidade que nos rodeia. Olhemos para o passado e presente. A história humana tem mulheres que atingiram as esferas mais altas da sociedade. Ao longo dos séculos, houve rainhas, imperatrizes, embaixadoras, ministras. A maior parte dessas mulheres revelaram-se mais preparadas para a ganância e para a vaidade. Exprimiram até ao exagero o seu gosto pela grandeza. Nunca usaram o seu poder para melhorarem as condições de vida do seu povo. Ficaram felizes com as suas altas posições e não fizeram nenhuma concessão a favor da mulher. A rainha Cleópatra fornece-nos um bom exemplo. Diz-se que dirigiu o seu país com força de ferro; diz-se ainda que foi uma grande general. Fala-se ainda hoje das suas fraquezas. Preocupou-se muito com os seus vinhos, com as suas pérolas, com a ponta do seu nariz e com a beleza que muito enlouqueceu os generais romanos. Da condição social das mulheres do seu povo, Cleópatra não se lembrou nunca. Em conclusão poderei dizer que são muito poucas as mulheres que, estando no poder, se preocupam com os problemas de outras mulheres.

Se acreditamos na ideia de que o homem é a imagem de Deus, podemos também imaginar que a rainha é a imagem de deusa. Valerá a pena alimentar a ilusão de que o mundo seria diferente e melhor se Deus fosse uma mulher? Penso que não. A história mostra-nos que não basta ser mulher para ser justa. A questão é muito mais profunda.

Estas minhas divagações servem-me apenas de estímulo. Com elas pretendo encontrar a força para enfrentar a dura realidade que me cerca. Sei que devo modificar o ambiente pela força de meu espírito por que às preces aos deuses homens e aos deuses mulheres, quer sejam feitas em voz alta ou silenciosa, as únicas respostas que se obtêm são silêncio absoluto. Nesta minha batalha por sobrevivência digna vou ganhando mais luz e mais força. Cada dia cresce a minha experiência e mais claras se tornam minhas reflexões sobre a vida e sobre o mundo. Pretendo revelar um pouco desta experiência sem falsidade nem superficialização, para quebrar o silêncio, para comunicar-me, para apelar à solidariedade e encorajamento das outras mulheres ou homens que acreditam que se pode construir um mundo melhor.

Na etnia Tsonga (minha etnia) quando uma rapariga nasce, a família e os amigos saúdam a recém-nascida dizendo: hoyo-hoyo mati (bem vindo a água), atinguene tipondo (que entre o dinheiro), hoyo-hoyo tiho-mo (bem vindo o gado). O nascimento de uma rapariga significa mais uma força de ajuda a transportar água, mais dinheiro ou gado cobrado pelo lobolo.

Na infância a rapariga brinca à mamã ou a cozinheira, imitando as tarefas da mãe. São momentos muito felizes, os mais felizes da vida da mulher tsonga. Mal vê a primeira menstruação é entregue a marido por vezes velho, polígamo e desdentado. À mulher não são permitidos sonhos nem desejos. A única carreira que lhe é destinada é casar e ter filhos.

Foi neste ambiente que eu nasci, numa família de pai, mãe e oito filhos. Pertenço a uma família pequena comparada com as restantes onde havia duas ou mais esposas. Como me tornei escritora? É algo que não sei responder. Apenas posso dizer que a escrita escolheu-me, da mesma forma que a natureza me tornou mulher. Posso confirmar que a minha vivência também contribuiu para conduzir-me a este caminho.

As minhas memórias mais remotas são das noites frias à volta da lareira, ouvindo histórias da avó materna. Nas histórias onde havia mulheres, elas eram de dois tipos: uma com boas qualidades, bondosa, submissa, obediente, não feiticeira. Outra era má, feiticeira, rebelde, desobediente, preguiçosa. A primeira era recompensada com um casamento feliz e cheio de filhos; a última era repudiada pelo marido, ou ficava estéril e solteirona.

Acompanhava todos os passos da minha mãe. No rio, enquanto me banhava, a minha mãe cantava e lavava roupas e mágoas. As outras mulheresfaziam o coro. Estas cantigas umas vezes eram suspiros e outras murmúrios de angústia. Já em casa ouvia as cantigas de pilar milho e as de pilar amendoim. Eram todas tristes. O que consegui observar é que os homens ouviam-nas com total indiferença. Em momento nenhum da minha vida me recordo de ter ouvido, da boca de um rapaz ou de um homem, estas cantigas de mulher.

Aos seis anos de idade abandonei o campo com meus pais e fomos viver no subúrbio da cidade. Entrei na escola católica. Apesar das grandes diferenças na educação da casa e da escola, encontrei harmonia na matéria que dizia respeito ao lugar da mulher na vida e no mundo. A educação tradicional ensina a mulher a guardar a casa e a guardar-se para pertencer a um só homem. A escola também ensinava a obediência e a submissão e preparava as raparigas para serem boas donas de casa, de acordo com o princípio cristão.

Nas ruas do subúrbio sentia imensas saudades da vida livre e dos passeios nos campos. Para matar a saudade passava o tempo desenhando paisagens na tentativa de restaurar o paraíso perdido da primeira infância. Já adolescente, sonhei em tornar-me pintora. A família disse que não. A escola disse que não. A sociedade também disse que não. Porque não é bom para uma mulher. Porque pintura é arte e o artista é marginal. Eu estava a ser educada para ser uma boa mãe e esposa. Recalcaram o meu sonho e não o fizeram por mal, queriam apenas proteger-me porque se preocupavam com o meu destino. Deixei de pintar paisagens. Nas horas vagas, divertia-me tentando descrever as mesmas paisagens, realizando de forma alternativa o sonho da pintura. Foi assim que penetrei nos caminhos traçados por Deus e pelos homens.

Mas, por outro lado, o livro exercia sobre mim um efeito mágico. Em toda a minha adolescência, viajei pelo mundo do Oeste, idolatrei os heróis como Kit Carson, Búfalo Bill. Foi com a literatura marginal que entrei no mundo da leitura porque o meu meio social não tinha acesso a bibliotecas nem centros de cultura. Só no segundo nível de ensino secundário é que consegui tomar contacto com a verdadeira literatura.

À medida que ia crescendo, ia contemplando os fundamentos da existência humana, cada dia com maior profundidade. Observava o labor dos seres humanos, o seu sacrifício, os homens que morriam sem nunca terem conseguido realizar os seus sonhos. Encontrava uma grande contradição entre o mundo que me rodeava e o mundo que residia no meu íntimo. Senti necessidade de desabafar. Desabafar lavando nas águas do rio, como fazia a minha mãe, já não fazia parte do meu mundo. As cantigas na hora de pilar não eram suficientes para libertar a minha opressão e projectar a beleza do mundo que sonhava construir. Comecei a escrever as minhas reflexões.

Primeiro foram as frases soltas nos cantos dos cadernos. Depois foi o diário. A seguir foram os poemas e as cartas de amor no tempo da primeira paixão. Mais tarde foram textos mais seguros, pequenos contos, pequenas crônicas e o sonho de um dia escrever um livro. Este sonho adormeceu porque me casei e queria ser boa esposa. Mas a vida conjugal deu-me a provar as primeiras amarguras. Minha alma tornou-se uma muralha de solidão e silêncio. Olhei para mim e para outras mulheres. Percorri a trajectória do nosso ser, procurando o erro da nossa existência. Não encontrei nenhum. Reencontrei na escrita o preenchimento do vazio e incompreensão que se erguia à minha volta. A condição social da mulher inspirou-me e tornou-se meu tema. Coloquei no papel a aspirações da mulher no campo afectivo para que o mundo as veja, as conheça e reflita sobre elas. Se as próprias mulheres não gritam quando algo lhes dá amargura da forma como pensam e sentem, ninguém o fará da forma como elas desejam. Foi assim que surgiu a minha primeira obra, Balada de amor ao Vento, tornando-me deste modo uma das poucas escritoras do meu país.

Como é que a sociedade recebeu a notícia de que eu estava a escrever o meu livro? Primeiro com cepticismo e muito desprezo da parte dos homens. Muitas pessoas acreditavam e ainda acreditam que a mulher não é capaz de escrever mais do que poeminhas de amor e cantigas de embalar. Consideraram-me uma mulher frustrada, desesperada, destituída de razão. Foi um momento terrível para mim. Mas, por outro lado, estas atitudes tiveram um efeito positivo porque forçaram-me a demonstrar pela prática que as mulheres podem escrever e escrever bem. Devo confessar que nas condições da actual sociedade, se a mulher pretende um reconhecimento igual ao do seu parceiro masculino deve trabalhar duas ou três vezes mais. Do período que vai da escrita do livro até a sua publicação, entrei em contacto com homens de diversas instituições e que não me ajudaram em nada ou ajudaram muito pouco. Contudo, quase todos eles não se esqueceram de fazer-me propostas sexuais, convites de jantar, como condição necessária para a ajuda de que tanto necessitava. Mais tarde entrei na Associação dos Escritores. Mesmo ali a minha integração como mulher não se fez sem grandes esforços. 

Ainda hoje, a sociedade moderna considera os artistas como seus membros marginais. Ser mulher e ser artista torna-se um verdadeiro escândalo. Escândalo que tive que arriscar e suportar. Nesta sociedade a mulher só pode falar de amor e sexo com outras mulheres e também em segredo. Falar em voz alta é tabu, é imoral, é feio. No meu livro falo da vida, do amor e sexo. Com as minhas mãos accionei uma bomba sobre a minha cabeça. Uma boa parte das pessoas pensa que escrevi o amor porque o pratico em demasia. Outros consideram-me uma pessoa bastante entendida em matéria de amor e sexo e com vontade de contar experiências. As boas pessoas evitam a minha linguagem e o meu contacto que consideram nocivo e comprometedor.

Dois anos depois da publicação desta obra, ainda continuo a receber propostas de homens dos mais diversos quadrantes da esfera social. Querem conhecer-me de perto, apalpar-me, provar-me física e moralmente para entender melhor esta coisa de mulher escritora. Não lhes ligo importância nenhuma. Ignoro-os e continuo o meu caminho. A coisa mais gratificante no meio desta história foi a alegria e carinho com que a camada feminina me recebeu a mim e ao meu livro. Os jovens de ambos os sexos encorajam-me e pedem que escreva mais livros. Alguns até prometem que um dia serão escritores.

Sou mulher comprometida com diversas ocupações. Tenho o emprego, principal fonte de sustento. Tenho a casa e a família. E tenho o sonho da escrita por realizar. O trabalho da escrita é mais árduo e solitário. Para escrever é preciso planificar, arquitectar as idéias, investigar, ler e conversar. Como posso eu harmonizar todas estas ocupações? Falta-me tempo para tudo, é verdade. Mas o que devo fazer? Desistir dos meus sonhos? Quando o trabalho me aperta e as energias se esgotam, por vezes perco o ânimo, sim. Mas é nesses momentos que sinto uma mensagem dentro do peito reclamando uma publicação urgente. Também sinto que quando escrevo uma nova vida me invade. Viajo embalada na emoção do mundo que construo no pedaço de papel. A escrita consola-me, estimula-me, é a herança mais bela que Deus me legou, não, não posso desistir.

No fim da jornada de oito horas de trabalho regresso ao lar, muitas vezes exausta. Cuido da casa, da cozinha e das crianças. Quando todos dormem é que escrevo porque necessito de tranquilidade e silêncio. Consigo conciliar estas actividades porque imponho sobre mim uma disciplina religiosa. Mas por vezes falho. Nos momentos de criação literária alguns trabalhos ficam por fazer; a casa é mal arrumada e a comida fica à pressa. Não são poucas as vezes que a família reclama um pouco mais de atenção. Por vezes nem tenho tempo de cuidar da minha aparência e apareço na rua com um aspecto desastroso. Há momentos em que o trabalho me esgota tanto que na manhã seguinte tenho dificuldade em despertar. Chego tarde ao emprego com muita frequência, com os olhos avermelhados pelo trabalho nocturno. Alguns colegas chegaram a pensar que passava as noites em vícios e orgias. Mas isso foi ultrapassado. Eles entendem-me.

A escrita trouxe-me uma série de conflitos na esfera familiar. Raros são os casos de mulheres que seguem a carreira artística e que possuem uma família equilibrada. Esta é a minha situação e a minha luta. Com as minhas mãos, afasto pouco a pouco os obstáculos que me cercam e construo um novo caminho na esperança de que, num futuro não muito distante, as mulheres conquistarão maior compreensão e liberdade para a realização dos seus desejos. Devo dizer que não há nada de heroico na minha luta e, de resto, desfruto de todo o prazer que a escrita me proporciona.

Em Moçambique há uma guerra. A cidade da Matola onde eu vivo é alvo de confrontos entre as tropas governamentais e os rebeldes. Os estrondos das bombas fazem já parte do nosso ambiente nocturno. Vezes sem conta as balas estilhaçam os vidros da minha janela. Em cada noite a insegurança é absoluta. Na hora de dormir, a despedida, o desejo de uma boa noite tem um sentido verdadeiro, porque o novo amanhecer poderá não pertencer mais à nossa história. Por isso mesmo dou aos meus escritos um carácter de urgência. Não gostaria de morrer sem ter concluído a minha obra. Várias vezes fui obrigada a abandonar a inspiração porque na minha rua morriam homens em combate. Várias vezes abandonamos acasa interrompendo os meus escritos porque tinha que procurar abrigo, a guerra era quente. Vezes sem conta vi-me na obrigação de despertar a altas horas da madrugada e retomar o trabalho porque a essa hora é que os combates cessam.

Escrevi a minha primeira obra debaixo de estrondos e ameaças de morte. Publiquei-a. Escrevi a segunda debaixo do mesmo ambiente. Está no prelo. Trabalhar numa atmosfera de morte é minha forma de resistir. Ninguém tem o direito de interromper os meus sonhos.

Mesmo que a maldita guerra não termine, se a morte não me ceifar, escreverei o terceiro.

Depois de todas estas actividades, há uma interrogação que paira na minha mente: será que escrevendo cada dia mais livros, estou a contribuir para o desenvolvimento da mulher e da sociedade? Às vezes penso que não. Às vezes penso que sim. Porque em primeiro lugar, escrevendo realizo a minha ambição, o meu ego. Sinto que escrever livro não é tudo quanto basta. Sinto que a maior contribuição virá no dia em que conseguir lançar, na terra fértil, a semente da coragem e da vontade de vencer nos corações das mulheres que pertencem à geração do sofrimento. A minha maior re-alização virá no momento em que a planta brotar, no momento de vê-la crescer. Mesmo antes de vê-la florir, poderei já retirar-me da luta, repousar na sombra mais próxima, em paz e tranquilidade.>>

Texto retirado de ABRIL - Revista do Núcleo de Estudos de Literatura Portuguesa e Africana da UFF, Vol. 5, n° 10, Abril de 2013 acedido em https://periodicos.uff.br/revistaabril/article/view/29695/17236

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Revista ENTRELER | Chamada para artigos



A revista digital ENTRELER, do Plano Nacional de Leitura (PNL2027), lança a Chamada para Artigos a incluir no seu número 2, cuja publicação está prevista para maio de 2022. 

A revista, em acesso aberto, tem como objetivo divulgar estudos e reflexões sobre a leitura, a escrita e a literacia, em todas as faixas etárias e nas suas múltiplas dimensões (educativa, literária, social, antropológica, …) e contextos (formal, informal e não formal), bem como projetos e atividades de promoção da leitura e formação de leitores. 

A ENTRELER dirige-se a mediadores, docentes, formadores, investigadores, bibliotecários, técnicos e a todos os que partilham o interesse pela leitura, pela escrita e pelas literacias. 

Chamada para artigos: título, resumo e palavras-chave, em português e inglês – ATÉ 20 DE FEVEREIRO. 

Notificação de aceitação* da proposta de artigo: 2 DE MARÇO.

Envio do artigo completo: ATÉ 10 DE ABRIL.

*A aceitação da proposta de artigo não implica que o artigo seja selecionado para publicação.

Leia o número 0 e o número 1.

Consulte as Orientações e participe, enviando o seu resumo para: entreler@pnl2027.gov.pt

quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Revista de Ciência Elementar | Dezembro 2021


O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Dezembro de 2021 já se encontra disponível. Este número contém:

⤿ Editorial:"Feliz Natal e Bom Ano Novo... com bactérias!" por Maria João Ramos

⤿ Artigos:

"Circuitos elétricos", por Eduardo Lage

"Zona de audibilidade", por João Nuno Tavares

"Enzima TMPRSS2", por Filipa Leça Santos et al.

"Infertilidade", por Ana Margarida Aleixo, Vasco Almeida

"Talassoterapia", por Celso de Sousa Figueiredo Gomes

"serpentes venenosas e acidentes ofídicos, por Luís M. P. Ceríaco, Mariana P. Marques

"MHETase", por Catarina Ferreira et al.

"O que á a computação de alto desempenho?", por Maria João Ramos

⤿ Projeto de sucesso: "Educar para as alterações climáticas", por António José Monteiro et al.

⤿ Imagem em destaque: "Tão natural", por Pedro Alexandrino Fernandes, Francisco Fidalgo Félix

Para aceder ao formato digital deste número clique na imagem da capa.

segunda-feira, 21 de junho de 2021

Revista de Ciência Elementar | Junho 2021



O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Junho de 2021 já se encontra disponível. Este número contém: 

⤿ Editorial: "Padrões cristalinos" por Paulo Ribeiro-Claro

⤿ Biografia: Dorothy Hodgkin por Raquel Gonçalves-Maia

⤿ Artigos:

"O corpo negro", por Eduardo Lage

"Lei de Titius-Bode", por Cláudio Gomes

"Função logarítmica", por João Nuno Tavares, Ângelo Geraldo

"MicroRNAs", por Daniela Cordeiro et al.

"Nem todos os vírus são maus", por Sara Calafate

"A gripe", por Rita Ponce, Teresa Nogueira

"Cinema e divulgação científica", por Joana Silva, Luís Calafate

"Diagnóstico precoce com a respiração", por Jorge Cruz et al.

⤿ Aos olhos da Ciência: "Geologia de Marrocos", por Luís Vitor Duarte, Driss Sadki

⤿ Imagem em destaque: Insulina, por Paulo Ribeiro-Claro, Mariana Coimbra de Almeida

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segunda-feira, 12 de abril de 2021

Revista de Ciência Elementar | Março 2021


O número da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências do mês de Março de 2021 já se encontra disponível. Este número contém: 

⤿ Editorial: "Divagações de um biólogo" por Jorge Manuel Canhoto

⤿ Biografia: Francis Crick por Raquel Gonçalves-Maia

⤿ Artigos:

O Sistema Internacional de Unidades (SI), por Clara Magalhães

Solitões, por Cláudio Gomes

Lugares Geológicos da Nova Escócia, por Luís Vítor Duarte, Ricardo Louro Silva

As algas na alimentação, por Leonel Pereira

Planária, por Hugo Ferradeira de Faria

Coleções biológicas, por Joaquim Santos et al.

Máximo divisor comum, por João Nuno Tavares, Ângela Geraldo

Fruto, por Jorge Canhoto

Camarinhas na alimentação e na saúde, por Maria João Barroca, Aida Moreira da Silva

⤿ Notícias educativas: Roteiro das Minas, por Joana Rodrigues

⤿ Imagem em destaque: Vagueando pela mata, por Paulo Farinha Marques, José Pissarra

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Revista de Ciência Elementar | Dezembro 2020



A versão impressa do número de dezembro de 2020, da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências já se encontra disponível para consulta e/ou empréstimo na nossa biblioteca.

Este número contém:

⤿ Editorial: “Sem amarras”, por João Lopes dos Santos

⤿ Biografia: Desmond Bernal (1901-1971)

⤿ Artigos:

Alterações climáticas e o sistema terrestre, por Orfeu Bertolami, Frederico Francisco;

Inteligência artificial, por João Vinagre, Nuno Moniz;

Medicina personalizada, por Bruno Flávio Soares;

A geometria da regressão linear, por Carlos Gomes;

A caixa de Bertrand, por Carla Santos, Cristina Dias;

Números perfeitos, por José Carlos Santos;

A fómula de Planck, por Eduardo Lage;

Ondas gravitacionais e (astro) física fundamental, por Carlos A. R. Herdeiro; 

Dinâmica de meta+populações em regiões áridas, por Marisa Naia, José C. Brito; 

⤿ Projeto de sucesso:

Aprender com os Prémios Nobel, por Sílvia Ferreira.

⤿ Imagem em destaque: Medicina e arte

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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

ENTRELER | Revista digital


Número 0 • outubro 2020



O Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) iniciou a publicação de uma revista digital - a ENTRELER.

Trata-se de uma revista digital de acesso livre e gratuito, com periodicidade anual, que tem como objetivo divulgar estudos e reflexões sobre a leitura, a escrita e a literacia, em todas as faixas etárias e nas suas múltiplas dimensões e contextos, bem como projetos e atividades de promoção da leitura e formação de leitores.

A ENTRELER dirige-se a mediadores, docentes, formadores, investigadores, bibliotecários, técnicos e a todos os que partilham o interesse pela leitura, pela escrita e pelas literacias.

No n.º zero da ENTRELER pode ler um conjunto de artigos cobrindo temas da leitura infantil e juvenil, da literacia mediática e digital, e da investigação e práxis da leitura partilhada; uma entrevista de Carlos Fiolhais a Alberto Manguel; e uma série de propostas de leitura sobre a temática da escrita.




O PNL2027 convida-o a ler este primeiro número da revista, a colaborar na produção dos artigos para o n.º 1 e a enviar as suas sugestões e comentários.

Torne-se leitor da ENTRELER.

Noesis | Novembro de 2020



Com o objetivo de partilhar e valorizar o que acontece na área da educação em Portugal, a Noesis oferece, mensalmente, uma seleção de notícias sobre eventos, iniciativas e projetos, legislação, publicações e estudos do que de mais relevante se faz neste domínio. 

A newsletter poderá ser subscrita através de mensagem de correio eletrónico enviada para boletimdge@dge.mec.pt.

Clique na imagem para aceder ao número deste mês.

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Revista | Alimentação e agricultura sustentável

Título: Alimentação e agricultura sustentável
Edição: Plataforma portuguesa das ONGD
Ano: Setembro/Outubro 2018
Número: 17

A crise da saúde provocada pela COVID-19 tem sido um momento para refletir sobre o que realmente prezamos e sobre as nossas necessidades mais básicas. Os tempos incertos que vivemos fizeram reacender o apreço por algo que tomamos como certo e a quem muitos escasseia: a comida.

O Dia Mundial da Alimentação pede solidariedade global para ajudar todas as populações, especialmente as mais vulneráveis, a recuperar da crise e tornar os sistemas alimentares mais resistentes e robustos para que possam suportar crescentes volatilidades e choques climáticos, fornecer dietas saudáveis acessíveis e sustentáveis para todos e meios de subsistência decentes para os trabalhadores do sistema alimentar. Isso exigirá melhores esquemas de proteção social e novas oportunidades oferecidas pelo desenvolvimento tecnológico mas, também, práticas agrícolas mais sustentáveis que preservem os recursos naturais da Terra, a nossa saúde e o clima.

Atendendo a este contexto divulgamos o documento que pode aceder clicando na imagem.