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domingo, 25 de abril de 2021

O Portugal democrático na imprensa estrangeira | Dossier digital



Viver ou reviver a Revolução à luz da época. 

Mais uma compilação da Hemeroteca Municipal de Lisboa sobre a Revolução de 25 de abril de 1974, desta vez através do olhar da imprensa estrangeira.

O dossier digital contém o artigo "Portugal at the Crossroads", publicado em Outubro de 1965 na revista National Geographic. O texto de Howard La Fay, enriquecido com as fotografias de Volkmar Wentzel, fica como testemunho desse Portugal pitoresco e antigo, fechado e estático, enraizado nas suas tradições e na sua história.

Os títulos restantes, que incluem publicações de Espanha, França, Estados Unidos e Brasil provenientes do espólio de José Ernesto de Sousa e da coleção da Hemeroteca Municipal de Lisboa, refletem esse interesse internacional pela revolução portuguesa, pelo primeiro 1 de Maio vivido em Liberdade, pelo evoluir da situação política nos primeiros tempos de vida em Democracia, num "Portugal que já não está sozinho".

Clique na capa para aceder ao dossier digital.

O 25 de abril de 1974 na imprensa da época | Dossier digital



Viver ou reviver a Revolução à luz da época.

A Hemeroteca Municipal de Lisboa compilou um Dossier Digital no qual pode recordar a cobertura noticiosa nacional e internacional em jornais, revista e tv dos dias da revolução.

Clique na capa para aceder ao dossier digital.

terça-feira, 30 de junho de 2020

História do Cerco de Lisboa | Dossiê


A mais recente edição da revista Estudos Avançados da USP (Universidade de São Paulo) publica um dossiê da “História do Cerco de Lisboa”, romance de José Saramago.

Os artigos publicados foram apresentados durante um seminário que teve lugar na instituição no ano passado e que tinha como propósito assinalar os 30 anos da publicação do livro.

Escrevem nesta edição da revista: Jaime Bertoluci, professor e pesquisador do Departamento de Ciências Biológicas; Marcelo Lachat, doutor em Literatura Portuguesa pela USP e professor do Departamento de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e Jean Pierre Chauvin, doutor em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Professor responsável pela disciplina de graduação A prosa de José Saramago na Escola de Comunicações e Artes da USP.


José Saramago: Temas e Linguagens

BERTOLUCI, JAIME

LACHAT, MARCELO

CHAUVIN, JEAN PIERRE


Fonte:
Fundação José Saramago. Disponível em https://www.josesaramago.org/historia-do-cerco-de-lisboa-dossie-na-revista-de-estudos-avancados-da-usp-universidade-de-sao-paulo/

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Europeana | Exposições:
70.º aniversário da Declaração Schuman
(9 de maio de 1950 - 9 de maio de 2020)


Foto: Entrega da declaração por Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros da França, no Salon de l'Horloge du Quai d'Orsay, em Paris

Em 9 de maio de 1950, no contexto internacional da Guerra Fria, a Declaração de Robert Schuman marcou o início da construção da Europa comunitária. 

A ambição do Ministro dos Negócios Estrangeiros francês era, com efeito, instituir uma nova organização supranacional, a fim de criar entre a França e a Alemanha um mercado comum do carvão e do aço, aberto a outros países europeus. Será a Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA). 

Desde 1985, o Dia da Europa é celebrado todos os anos em 9 de maio.

A Europeana Collections, que fornece acesso a mais de 50 milhões de itens digitalizados - livros, música, obras de arte e muito mais -, preparou uma exposição dedicada a esta efeméride:


Clique na imagem para aceder à exposição

sábado, 20 de julho de 2019

50º aniversário da expedição Apollo 11

"Parecia ficção científica, mas não era. O primeiro voo tripulado do programa Apollo foi em Outubro de 1968; menos de um ano depois, a Apollo 11 foi lançada. Em poucos anos (entre 1968 e 1972) um total de seis missões permitiu que 12 astronautas americanos pisassem a superfície da Lua.

A missão Apollo 11 é o acontecimento no qual é dita a famosa frase “Um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a humanidade”. A frase foi proferida por Neil Armstrong, o 1.º dos 12 astronautas que, até hoje, pisaram solo lunar. Foi há 50 anos, a 20 de Julho de 1969. Mas a aventura começara dias antes, a 16 de Julho, no Centro Espacial John F. Kennedy, em Cabo Canaveral, EUA. E o resto é história…"

Clique para aceder ao dossiê do jornal Público dedicado aos 50 anos da Apollo 11.

Clique para aceder ao índice do Dossiê Homem da Lua, do Expresso.

Clique para aceder ao site The Apollo in Real Time.

terça-feira, 16 de julho de 2019

APOLLO 11 : nos 50 anos da chegada do Homem à Lua - dossier digital



“That's one small step for a man, one giant leap for mankind”. A frase de Neil Armstrong ao pisar o solo lunar sintetiza o sucesso da missão da Apollo 11, que coloca os Estados Unidos na frente da corrida espacial, iniciada 12 anos antes pela União Soviética, com o lançamento do primeiro satélite artificial, o Sputnik 1, em 4 de outubro de 1957. A competição entre as duas potências só terminaria em julho de 1975, com o projeto cooperativo Apollo-Soyuz.

Instituída por Eisenhower em 29 de julho de 1958, a NASA (National Aeronautics and Space Administration) passou a tutelar o programa espacial norte-americano, aplicando o seu assinalável orçamento na pesquisa científica e tecnológica. Em 1961, lança o Programa Apollo, com o objetivo de colocar o Homem na Lua. O compromisso assumido pelo presidente John F. Kennedy num discurso histórico, na Rice University, em 25 de maio de 1961, referia como meta colocar o homem na Lua e trazê-lo de volta, em segurança, até ao final da década.

E assim foi. Ao abrigo deste programa, entre 1968 e 1972, realizaram-se 11 missões tripuladas, 6 das quais concretizaram a alunagem, e colocando 12 astronautas a caminhar em solo lunar. A primeira a cumprir esse objetivo foi a Apollo 11, a bordo da qual seguiam os astronautas Neil A. Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins. Armstrong e Aldrin tornaram-se, assim, os primeiros homens a caminhar na Lua.

O lançamento aconteceu no dia 16 de julho de 1969, da Plataforma 39A do Centro Espacial John F. Kennedy, na Florida, às 13h32min00s UTC; a alunagem aconteceu no dia 20 de julho, às 20h17min40s UTC; o regresso à terra aconteceu no dia 24 de julho, com a amaragem a acontecer no Oceano Pacífico, às 16h50min35s UTC.

Foi um total de 8 dias, 3 horas, 18 minutos e 35 segundos vividos com entusiasmo, ansiedade e expetativa, aos quais se seguiram os dias de quarentena ao qual os astronautas ficaram obrigados. A televisão desempenhou um papel decisivo no acompanhamento da missão. Mas os jornais deram também um valioso contributo, com a Apollo 11 a ocupar, durante todo esse período, as primeiras páginas, deixando-nos um registo diário que o convidamos a revisitar, 50 anos depois. Já as revistas, acolheram nas suas páginas foto-reportagens e artigos de fundo que fixam esse momento histórico da conquista do espaço.

Desta história, já tantas vezes contada, recuperamos um facto que, se na altura teve o seu destaque, caiu certamente no esquecimento: Maria Isilda Ribeiro, portuguesa, de 23 anos, emigrada nos Estados Unidos, em New Jersey, bordou e fez os acabamentos na bandeira norte americana que ficou, na Lua, a assinalar a presença humana (Flama, 1 de agosto de 1969, p. 40).

Clique na imagem para aceder às versões integrais de cada número.

Texto retirado da Hemeroteca Digital (Em linha) (Consult. 16.07.2019) Disponível em http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/efemerides/apollo11/apollo11.htm

sexta-feira, 21 de junho de 2019

A suspensão dos jornais de Lisboa em junho de 1919



Aconteceu há 100 anos.

Entre 19 de Junho e 3 de Julho de 1919, os principais jornais diários com sede em Lisboa foram suspensos por iniciativa concertada entre as respetivas empresas.

O lock-out, com origem direta na ação de protesto da classe gráfica contra o encerramento pelas autoridades, em 18 de junho, da União Operária Nacional e do seu órgão noticioso, A Batalha (jornal que desde fevereiro desse ano assumia a missão de informar, mas também de doutrinar, organizar e mobilizar as classes profissionais), gerou o episódio curioso de fazer surgir, com caráter temporário, um novo jornal.

Trata-se do jornal diário A Imprensa, co-editado pelos 14 títulos envolvidos no processo: A Capital; Diário de Notícias; A Época; Jornal do Comércio; Jornal da Tarde; A Luta; A Manhã; O Mundo; A Opinião; Portugal; República; O Século; A Vanguarda; Vitória.

Nas suas 13 edições, diárias, a par da vertente informativa e noticiosa, A Imprensa foi sobretudo canal de uma campanha contra o ‘sindicalismo revolucionário’, que vinha ganhando terreno nas organizações operárias desde a revolução russa de 1917.

Para aceder às edições do jornal A Imprensa clique no boletim da imprensa.

Conheça toda a história deste processo no estudo realizado por Rita Correia >>.

quarta-feira, 6 de março de 2019

O sismo de 1969 na imprensa portuguesa



Na madrugada do dia 28 de fevereiro de 1969, precisamente às 3 horas e 41 minutos, o país era abalado por um sismo com a magnitude assinalável de 7,3 na escala de Richter. Na verdade, foi o sismo de maior magnitude registado em Portugal e na Europa desde 1900 até à atualidade. 

No dia seguinte, o fenómeno fez primeira página em todos os jornais, ilustrados com imagens da destruição que, se "fez tremer o solo do Algarve até ao Minho", teve no extremo sul do país as consequências mais gravosas, chegando a "riscar do mapa" aldeias inteiras. Logo no dia 2 de março, o Engenheiro Rui Sanches, Ministro das Obras Públicas, deslocava-se ao Algarve para avaliar a situação, no que foi secundado pelo Presidente do Conselho, Marcello Caetano, no dia 7. 

No balanço de perda de vidas humanas, ficaram registadas 13 mortes, apenas 2 das quais em consequência direta do sismo. O pânico da população, alimentado por réplicas de menor intensidade, adiou o regresso à normalidade, levando a que muitas famílias passassem a madrugada de 1 de março nas ruas. 

Em Lisboa, um dos edifícios mais afetados foi o Hospital de São José, cuja situação foi sendo acompanhada nos dias seguintes. Em paralelo, a imprensa abre espaço ao debate sobre a segurança (nomeadamente construção anti-sísmica) e a eficácia nas respostas em situação de catástrofe. 

Da compilação de todas estas matérias resultou o dossier digital que assinala os 50 anos decorridos sobre o fenómeno. Dossier que resulta de um trabalho em parceria entre a Hemeroteca Municipal de Lisboa, o Centro Europeu de Riscos Urbanos e a Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, com colaboração do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Consulte o dossier digital aqui

Fonte: 
Hemeroteca Municipal de Lisboa