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quinta-feira, 8 de agosto de 2024

Vamos falar sobre ecrãs e tecnologias digitais

Título: Vamos falar sobre ecrãs e tecnologias digitais
Autor coletivo: Ordem dos Psicólogos Portugueses
Colab. Ivone Patrão
Data de publicação: Maio de 2024
N.º pág.: 64 p.

Descarregar o documento aqui.

A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) divulgou, também, um documento informativo destinado aos pais, mães e cuidadores, que pode aceder aqui.

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Eritrina, a heroína | Ebook

Título: Eritrina, a heroína
Autores: Ana Cristina Tavares (texto); Rui Gaspar (il.)
Publicação: Coimbra : Imprensa da Universidade de Coimbra, 2023
N.º pág.: 26 p., il.

“Eritrina” é a protagonista principal de uma história verídica, que revela factos do passado até ao presente do Jardim Botânico da Universidade de Coimbra, promovendo Ciência e o património UC.

Em cenário real, num discurso simples e interdisciplinar conta-se a História do Jardim, dos seus 250 anos (em 2022), factos, pessoas, plantas e animais.

As ilustrações revelam evidências de Ciência, noções de fisiologia e de botânica, e da adaptação e resiliência das plantas, “heroínas”, às alterações climáticas.

Casos do dia-a-dia como este, a explorar preferencialmente ao vivo, facilitam novas descobertas, a interpretação e o entendimento do que nos rodeia, despertando para valores de sustentabilidade que são particularmente relevantes nos mais novos.

Alinhada com a articulação disciplinar e metas curriculares, esta dinamização de ciência viva a integrar em projetos escolares, promoverá conhecimento e competências, sensibilizando a boas práticas a adotar.

Alicerçada nos princípios da educação ambiental realça-se uma mensagem descomplicada sobre literacia e eco cidadania, dominios primordiais face à crise socio ambiental, desafios e exigências para futuro.

quarta-feira, 17 de abril de 2024

#Diz Abril com uma canção (II)


#DizAbril com uma canção
#25deabril #50x2 #50xTodos





"A madrugada que eu esperava"

[Verso 1]
Oiço na rua "Revolução"
Soldados de espingarda e cravo na mão
Oiço na rua "Liberdade"
Morte à ditadura na flor da idade
Mas não sangram as ruas da nossa cidade
Nem se ouve um canhão
A renascer das cinzas eles estão
Um pé depois do outro a bater no chão
25 de abril de 74
Morte à censura, viva à liberdade
Que a noite foi escura e estamos cansados deste plantão

Quando a esmola é grande o pobre desconfia
Não acabe a primavera por morrer uma andorinha
Não quer ser lobo, não lhe vista a pеle
Um pássaro a voar, mais vale
Não quer sеr lobo, não lhe vista a pele
Um pássaro a voar, mais vale

[Refrão]
Esta é a madrugada que eu esperava
Sim, esta é a madrugada que eu esperava
Esta é a madrugada que eu esperava
Sim, esta é a madrugada que eu esperava




[Verso 2]
Saem para a rua em manifestação
O povo é a voz da nação
Viva à democracia, às eleições livres
Viva ao fim da guerra, aos finais felizes
Viva ao amor que beija as cicatrizes
É o fim da servidão
Viva a mulher e a igualdade
Viva ao futuro, que o povo é que sabe
O lápis azul já não pinta a verdade
Começa a revolução

A morte é boa conselheira
Mas nasceu torto, tarde ou nunca se endireita
O que arde cura, o que aperta segura
Mas não há fome que não dê fartura
Até as rãs mordiam se tivessem dentes
Gato escaldado não tem medo para sempre
Até as rãs mordiam se tivessem dentes
Gato escaldado não tem medo para sempre

[Refrão]
Esta é a madrugada que eu esperava
Sim, esta é a madrugada que eu esperava
Esta é a madrugada que eu esperava
Sim, esta é a madrugada que eu esperava




[Verso 3]
Uma desgraça nunca vem só
Mas quem ri por último ri melhor
48 voltas ao sol
Morre pela boca o peixe preso no anzol
E mais vale só que mal acompanhado
Mente vazia, oficina do diabo
Não há mal que sempre dure nem bem que não se acabe
Mas quem planta ventos colhe sempre tempestades

[Coro]
E fascismo nunca mais
(Fascismo nunca mais!)
Fascismo nunca mais
(Fascismo nunca mais!)
Fascismo nunca mais
(Fascismo nunca mais!)
Fascismo nunca mais

(Esta é a madrugada que eu esperava)

                                                                           Bárbara Tinoco

Fonte:
Genius, 12.04.2024. Acedido em https://genius.com/Barbara-tinoco-a-madrugada-que-eu-esperava-lyrics

#Diz Abril com uma canção (I)


#DizAbril com uma canção
#25deabril #50x2 #50xTodos





“Por Nos Darem Tanto”

Já não preciso de autorização para viajar
Passaporte já não diz que a casa é o meu lugar
E posso abrir todas as contas que’o meu salário der
Se houver dinheiro não importa
se sou homem ou mulher

E o contraceptivo já não pede a sua a licença
Nascer mulher é uma bênção, não uma sentença
E só vou dormir com quem quiser, e se me der vontade
A maior empresa que há na vida é a liberdade

E eu não quero a tua proteção, quero o teu respeito
Quero fazer junto lado a lado, e fazer bem feito
E a quem perdeu, a quem lutou, a quem rasgou o manto
Vai um abraço infinito por nos darem tanto

Já não preciso de autorização pra me levantar
E gosto ainda mais do meu domingo quando vou votar
Já não vou à missa nem confesso, que pequei de mais
É que eu vim cheia de sonhos, e os sonhos são arsenais
E eu não quero a tua proteção, quero o teu respeito
Quero fazer junto lado a lado, e fazer bem feito
E a quem perdeu, a quem lutou, a quem rasgou o manto
Vai um abraço infinito por nos darem tanto

terça-feira, 16 de abril de 2024

Glossário 25 de abril | Ebook



#50anos25deabril


Autor institucional: #EstudoEmCasa
Publicação: Lisboa, DGEEC - Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, 2024
N.º pág.: 56 p., il.


Produzido e publicado na plataforma de livre acesso #EstudoEmCasa Apoia, este ebook integra-se no projeto “Meio Século de Democracia: Testemunhos e Memória Intergeracional”, que agrega conteúdos de várias tipologias e formatos relacionados com a temática da Revolução de Abril.

As ilustrações foram elaboradas pelos alunos da Escola Secundária D. Pedro V, do Agrupamento de Escolas das Laranjeiras, em Lisboa. Alguns dos conceitos foram enriquecidos com sugestões (Saber mais…) selecionadas a partir do conjunto de recursos educativos digitais alusivos ao tema. 

Os conceitos apresentados desempenham um papel crucial na compreensão dos eventos históricos que moldaram não apenas o cenário político, mas também o tecido social e cultural de Portugal. Da ação dos Capitães de Abril à abolição da censura e à conquista da liberdade de expressão, passando pela descolonização e pela luta contra o autoritarismo, cada termo remete-nos para uma época de intensa efervescência política e social, marcada pela emergência de um novo paradigma democrático.

Ao abordar temas como a guerra colonial, a nacionalização da banca, a reforma agrária e a descentralização do poder, este glossário não só nos elucida sobre os desafios enfrentados, mas também destaca as conquistas alcançadas durante este período de transição histórica. Por conseguinte, oferece uma visão abrangente e esclarecedora dos acontecimentos e ideias que moldaram a Revolução de Abril e o processo de democratização que se seguiu, celebrando assim o seu legado e a consolidação dos valores democráticos em Portugal. 
(In Apresentação)


Clique ma imagem para descarregar o documento.

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Até 25 de abril de 1974 NÃO PODIAS...


#NãoPodias
#50anos25deabril




A campanha #NãoPodias, promovida pela Comissão Comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril, mostra aos jovens de hoje que, durante os 48 anos que durou a ditadura (1926-1974) os portugueses viveram condicionados por uma longa lista de proibições que hoje, sobretudo aos olhos de quem nasceu em Liberdade, parecem inconcebíveis: era proibido debater ideias, discordar, reunir-se, beijar em locais públicos, votar, viajar sem o consentimento do pai ou do marido.

No intuito de sensibilizar os mais jovens para as conquistas da Revolução dos Cravos a comissão comemorativa dos 50 anos da revolução a desafia-os a escolher uma coisa que #NaoPodias fazer antes de 25 de Abril e a partilhar nas redes sociais.

Escreve, filma, fotografa e usa #NãoPodias e #50anos25deAbril.

Identifica a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril.

NÃO DÊS A LIBERDADE POR ADQUIRIDA.

PARTICIPA!

#Diz Abril



No ano em que se assinalam os 50 anos do momento fundador da democracia portuguesa, a Campanha #DizAbril convida todos a celebrarem nas redes sociais meio século de liberdade de expressão e de pensamento com poemas, canções, imagens ou palavras de ordem.

Nesta comemoração, damos à palavra Abril um significado amplo, para a transformar em liberdade de expressão, e em expressão da festa.

A Biblioteca da ESA aderiu à campanha da Comissão Comemorativa 50 Anos 25 de Abril | 50x2 | Liberdade e Democracia - #DizAbril com um poema, uma imagem, uma canção ou uma palavra de ordem.

Como participar

Para participar, escolhe o teu formato – um poema, uma canção, uma imagem ou palavras de ordem – e descarrega a moldura respetiva.

Link do formato imagem: 

quinta-feira, 21 de março de 2024

Campanha SeguraNet: “Aplicações Suportadas por IA”



"Aplicações suportadas por Inteligência Artificial (IA)” é o título da campanha que pretende sensibilizar para questões relacionadas com a Inteligência Artificial (IA).

Promovida pela Direção-Geral da Educação, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet e integrada na ação do Centro Internet Segura, esta campanha é composta por um conjunto de ilustrações com recomendações dirigidas aos alunos sobre as aplicações suportadas por IA.









Consulte os vídeos com recomendações de especialistas nacionais e outra documentação de referência sobre Inteligência Artificial e a Educação.

A campanha disponibiliza também uma brochura informativa, dirigida a pais e educadores, intitulada "O que Pais e Educadores precisam de saber sobre as Aplicações Suportadas por IA"


quinta-feira, 14 de março de 2024

50.º Aniversário da Revolução de 25 de abril | Infografias PORDATA



A democracia em Portugal faz 50 anos em 2024! 

Desde 23 de março de 2022, passámos a viver mais tempo em liberdade do que em ditadura. Assim, para celebrar o 50.º aniversário do 25 de abril de 1974, a Pordata e a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) iniciaram um ano de debates sobre o país que éramos então e que somos agora.

Todos os meses têm publicado mini-infografias sobre as mudanças profundas que ocorreram, entre a década de 1970 e o presente, no emprego, na população, na economia, entre outras áreas importantes da vida nacional.

Reconhecendo o interesse dessas infografias para o público escolar, a RBE estabeleceu uma parceria com a FFMS, que, no início de abril, irá oferecer uma coleção impressa das infografias aos 448 Agrupamentos de Escolas/ Escolas Não Agrupadas inscritas na primeira fase de inscrição na iniciativa Abril depois de Abril. O Agrupamento de Escolas Pioneiros da Aviação Portuguesa está incluído neste conjunto de escolas.

Paralelamente, a RBE irá disponibilizar algumas sugestões de exploração, que poderão ser usadas no âmbito da exposição física possibilitada pelos cartazes que as bibliotecas vão receber.

Atividade integrada na iniciativa Abril depois de Abril, designadamente no âmbito das propostas Fazer abril e Abril em dados.

sábado, 9 de março de 2024

Pára de te queixar... e vai votar!

Votar como? Porquê? Para quê? 

Esclarecimento promovido pela Comissão Nacional de Eleições, para sensibilizar os mais jovens para a importância do voto.

Uma verdadeira aula de cidadania!

sábado, 27 de janeiro de 2024

Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto


No dia 27 de Janeiro, a UNESCO presta homenagem à memória das vítimas do Holocausto e reafirma o seu compromisso inabalável de combater o anti-semitismo, o racismo e outras formas de intolerância que podem levar à violência dirigida a grupos. A data marca o aniversário da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazista de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas, em 27 de janeiro de 1945. 

O Holocausto afectou profundamente os países onde foram perpetrados crimes nazis, com implicações e consequências universais em muitas outras partes do mundo. Hoje, porém, há cada vez menos testemunhas desse horror; A “era das testemunhas” – para usar a expressão da historiadora Annette Wieviorka – aproxima-se do seu crepúsculo, por isso, os Estados-Membros partilham a responsabilidade coletiva de abordar o trauma residual, de manter políticas de memória eficazes, de cuidar dos locais históricos e de promover a educação, a documentação e a investigação, de forma a reforçar ainda mais o nosso compromisso de transmitir esta memória do indizível, para que possamos legá-la às futuras gerações.

Esta responsabilidade implica educar sobre as causas, consequências e dinâmicas de tais crimes, de modo a fortalecer a resiliência dos jovens contra ideologias de ódio. À medida que os crimes de genocídio e atrocidades continuam a ocorrer em diversas regiões, e à medida que assistimos a um aumento global do antissemitismo e do discurso de ódio, isto nunca foi tão relevante.

"A recordação do Holocausto obriga-nos a enfrentar as cicatrizes do passado; ao mesmo tempo, obriga-nos também a respeitar os direitos humanos e a respeitar uma ordem internacional construída sobre o princípio fundamental de que existe dignidade em cada vida humana".

(Texto adaptado da mensagem da Sra. Audrey Azoulay,Directora Geral de la UNESCO, no Dia Internacional de Comemoração das Vítimas do Holocausto, 27 de janeiro de 2024) 

Fonte:

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Porquê ensinar sobre o Holocausto?

Título: porquê ensinar sobre o Holocausto?
Autor: UNESCO
Ano de publicação: 2019
N.º páginas: 24 p., il.

"A história do genocídio perpetrado durante a Segunda Guerra Mundial não pertence apenas ao passado. É uma 'história viva' que diz respeito a todos nós, independentemente da nossa origem, cultura ou religião. Ocorreram outros genocídios após o Holocausto em vários continentes. Como podemos retirar melhores lições do passado?” 
Irina Bokova, Diretor Geral da UNESCO 
27 de janeiro de 2012


“Quer viva na África Central, na China, no Pacífico Sul ou na Suíça, tem de estar ciente do perigo que o genocídio representa. Em última instância, educar sobre o Holocausto significa afastar a humanidade o mais longe possível dessa forma extrema de assassinato em massa". 
Yehuda Bauer, Historiador, UNESCO, 
31 Janeiro de 2012


"O século XX e o início do século XXI foram uma época de atos incomparáveis de genocídio e atrocidades em massa. Os Herero, os Arménios, o Holocausto e outros crimes Nazis, crimes Estalinistas, o Camboja, Timor Leste, Ruanda, Bósnia e Herzegovina, Kosovo, Darfur, República Democrática do Congo ... a lista continua.
(pág. 22)


O Holocausto foi um ponto de viragem na história da humanidade. Entender o genocídio do povo Judeu e outros crimes perpetrados pelo regime Nazi continua a ser de grande importância no mundo moderno. Independentemente de onde vivemos ou de quem somos, aprender sobre esta história universal pode ajudar a envolver os alunos numa reflexão crítica sobre as raízes do genocídio e sobre a necessidade de promover a paz e os direitos humanos para evitar tais atrocidades no futuro. Esta breve introdução proporciona uma visão geral e essencial relativamente à educação sobre o Holocausto, que pode apoiar tanto criadores de políticas, como educadores e estudantes na compreensão do genocídio e por que é vital continuar a ensinar sobre o Holocausto nos dias de hoje.
UNESCO


Clique na capa para aceder ao documento.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Exposição evocativa de Jean Monet | Convite



O Clube Europeu da Escola Secundária da Amadora convida a comunidade educativa a visitar a exposição evocativa de Jean Monnet, que se encontra no polivalente da escola, entre os dias 18 e 26 de janeiro.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Educação e pluralismo: um caminho | Ebook


Educação e pluralismo: um caminho resultou do trabalho que envolveu os Agrupamentos de Escolas Amadora Oeste, Cardoso Lopes e Dr. Azevedo Neves

"Esta produção resulta do encontro entre equipas de diferentes instituições ligadas à educação, visando construir um percurso formativo focado na capacitação de profissionais desta área, para melhor trabalharem com populações multiétnicas, a fim de criar as condições favoráveis a uma mais eficaz inclusão de todos. Foram aspetos centrais do percurso, o reforço da consciência, do conhecimento e das competências para trabalhar com crianças e jovens de descendência migrante.

Propõe-se que seja um guia de reflexão individual, que estimule o debate junto de grupos de trabalho, com adultos ou crianças, permitindo também, a adaptação de conteúdos e práticas relevantes para as comunidades educativas atuais, no seio de sociedades cada vez mais plurais.

Pretende-se assim, partilhar e divulgar linhas orientadoras para todos os que trabalham em contextos diversificados, que incluam ou não minorias, bem como para qualquer profissional que assuma a sociedade Portuguesa como multicultural, num mundo em constante mudança".

Introdução

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Maratona de cartas 2023-24 | Os depoimentos



Relembramos que até dia 31 de janeiro poderás ainda participar na 22.ª edição da Maratona de Cartas, para tal basta assinar as petições e/ou redigir uma mensagem de solidariedade.

Aqui fica cada um dos depoimentos dos cinco casos selecionados em 2023:

Ahmed Mansoor: Preso por dizer a verdade




Ana Maria Santos Cruz: Justiça para o filho Pedro Henrique




Maung Sawyeddollah: A Meta (Facebook) deve reparar de forma efetiva as comunidades Rohingya




Thapelo Mohapi: É preciso investigar de forma rigorosa as ameaças e assassinatos dos membros do AbM




Uncle Pabai e Uncle Paul: Proteger os direitos das comunidades do Estreito de Torres




PARTICIPA!

NÃO FIQUES INDIFERENTE!

ASSINA COM O CÓDIGO: 2987 >>

segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

As bibliotecas e a Declaração Universal dos Direitos Humanos



As bibliotecas desempenham um papel crucial na promoção dos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos na educação. Elas oferecem acesso à informação, contribuem para a disseminação do conhecimento e da cultura ao proporcionar uma variedade de materiais e recursos, assim como promovem a liberdade intelectual, de pesquisa, de receber e de compartilhar informações e ideias conforme estabelecido no Artigo 19 da Declaração.

Além disso, as bibliotecas fomentam a diversidade, a inclusão e o respeito pelos direitos individuais, aspetos fundamentais para alcançar os objetivos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.


domingo, 10 de dezembro de 2023

O que são “Direitos Humanos”?

A ideia básica dos direitos humanos é que cada um de nós, não importando quem somos ou onde nascemos, possui os mesmos direitos básicos e liberdades. Isto pode parecer fácil o suficiente, mas fica incrivelmente complicado assim que alguém tenta por a ideia em prática. Quais são exatamente os direitos humanos básicos? Quem os define? Quem os regula, e como? 

TED Ed (Educação) de Benedetta Berti, animação de Sarah Saidan.