Mostrar mensagens com a etiqueta Maratona das Cartas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maratona das Cartas. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Maratona de cartas 2023-24 | Os depoimentos



Relembramos que até dia 31 de janeiro poderás ainda participar na 22.ª edição da Maratona de Cartas, para tal basta assinar as petições e/ou redigir uma mensagem de solidariedade.

Aqui fica cada um dos depoimentos dos cinco casos selecionados em 2023:

Ahmed Mansoor: Preso por dizer a verdade




Ana Maria Santos Cruz: Justiça para o filho Pedro Henrique




Maung Sawyeddollah: A Meta (Facebook) deve reparar de forma efetiva as comunidades Rohingya




Thapelo Mohapi: É preciso investigar de forma rigorosa as ameaças e assassinatos dos membros do AbM




Uncle Pabai e Uncle Paul: Proteger os direitos das comunidades do Estreito de Torres




PARTICIPA!

NÃO FIQUES INDIFERENTE!

ASSINA COM O CÓDIGO: 2987 >>

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Casos da Maratona de Cartas 2023



Conheça em detalhe as histórias das cinco pessoas que precisam da sua ação.



Ahmed Mansoor (Emirados Árabes Unidos)

Poeta, blogger e defensor dos direitos humanos nos Emirados Árabes Unidos (EAU), que está preso em al-Sadr, Abu Dhabi. Ahmed era uma das poucas vozes nos EAU que transmitia informação credível e independente sobre as violações de direitos humanos perpetradas no país. Levantava regularmente preocupações sobre a detenção, tortura e julgamentos injustos das vozes dissidentes nos EAU e abordava os problemas dentro do sistema judicial. Atualmente, passa os seus dias numa cela em isolamento, sem acesso a uma cama, livros, papéis ou canetas, sendo autorizado a sair da cela apenas três vezes por semana. Como forma de protestar contra as suas condições, Ahmed já realizou duas greves de fome, colocando a sua vida em risco. A sua libertação deve ser imediata e incondicional.

Conheça o caso completo >>


Ana Maria Santos Cruz (Brasil)

Ana Maria Santos Cruz, mãe de Pedro Henrique, defensor de direitos humanos brasileiro que foi morto, aos 31 anos, pela sua ação em prol da justiça racial. Os polícias suspeitos pelo assassinato de Pedro foram indiciados em 2019, mas quase cinco anos depois, ainda estão em funções na polícia. A investigação do assassinato ainda não foi concluída e o julgamento ainda não começou. É por essa razão que Ana Maria tem apelado continuamente às autoridades para que realizem uma investigação e um julgamento meticuloso, apesar das ameaças contínuas que tem recebido.

Conheça o caso completo >>


Maung Sawyeddollah (Myanmar)

Jovem refugiado rohingya que teve de fugir da limpeza étnica perpetrada pelas forças militares do Myanmar. Com a sua família, Maung Sawyeddollah caminhou durante 15 dias até ao campo de refugiados Cox’s Bazar, no Bangladesh, onde ainda vive. Maung quer ser advogado e apela a que a Meta, empresa que detém o Facebook, assuma a responsabilidade pela sua contribuição para as atrocidades em Myanmar, já que os algoritmos da Meta amplificaram o incitamento anti-Rohingya no Facebook, “alimentando” a violência das forças militares do Myanmar.

Conheça o caso completo >>


Thapelo Mohapi (República da África do Sul)

Thapelo Mohapi tem dedicado a sua vida a lutar pelos direitos das pessoas em toda a África do Sul, particularmente em áreas que estão a sofrer dificuldades económicas, sendo o secretário-geral do Abahlali baseMjondolo (AbM), um corajoso movimento de base comunitária. Os membros do AbM, determinados a melhorar as condições económicas da sua comunidade, insurgiram-se contra casos de corrupção no governo local e trabalharam arduamente na criação de uma escola, horta, cozinha comunitária e loja. São, frequentemente, vítimas de assassinatos, violência, assédio e danos às suas casas, motivo pelo qual, desde 2021, Thapelo foi forçado a viver escondido.

Conheça o caso completo >>


Uncle Papai e Uncle Paul
(Austrália)

Dois líderes comunitários da Nação Guda Maluyligal (das ilhas Boigu e Saibai no Estreito de Torres, a parte mais a norte da Austrália) que recorreram aos tribunais para contestar a ação absolutamente inadequada do Governo australiano em matéria de alterações climáticas. O seu objetivo é proteger as suas comunidades do efeito das alterações climáticas, que têm já ameaçado o seu modo de vida, sistemas tradicionais de conhecimento, práticas culturais e ligações espirituais, podendo conduzir à destruição das suas terras e cultura.

Conheça o caso completo >>


Não te esqueças assina com o código 2987.

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

Maratona de cartas 2023-2024



A Maratona de Cartas é o maior evento de direitos humanos organizado pela Amnistia Internacional em todo o mundo.

Nos últimos meses de cada ano, a Amnistia Internacional mobiliza milhões de pessoas em todo o mundo para que atuem em defesa de pessoas e comunidades em risco. Após a sua divulgação, milhões de pessoas aceitam fazer frente à injustiça e contribuir para um mundo mais justo: assinam petições, escrevem cartas, organizam eventos e juntam-se ao movimento.

A Maratona de Cartas 2023/2024 irá decorrer em Portugal até 31 de janeiro de 2024. O código atribuído ao nosso Agrupamento para a assinatura da petição é: 2987.

Também pode escrever cartas de solidariedade.

Se quiser enviar uma mensagem digital de solidariedade escreva-a AQUI.

Se quiser fazer um postal ou um desenho, envie por correio que a Amnistia Internacional Portugal irá fazer chegar aos destinatários:

Amnistia Internacional Portugal
Maratona de Cartas 23/24
Rua dos Remolares, nº7 2º Esq.
1200-370 Lisboa

Em alternativa pode digitalizar e enviar para ativismo@amnistia.pt

Contamos consigo?

sexta-feira, 28 de julho de 2023

Maratona de Cartas 2022/2023 | resultados e certificado



  • Na sua 21ª edição, a Maratona de Cartas continuou a gerar um impacto muito positivo de direitos humanos; 
  • Em todo o mundo, foram registadas, pelo menos, 5.320.261 ações em defesa dos direitos humanos – um aumento de 14,2% relativamente a 2021
  • Em Portugal foram recolhidas 111.199 assinaturas e 2.929 mensagens de solidariedade para cada um dos casos deste projeto.

A vigésima primeira edição da Maratona de Cartas fez perdurar o impacto positivo de direitos humanos, em especial na vida das pessoas em foco da campanha. As ações online continuaram a crescer e houve também um regresso dos eventos presenciais, já que as restrições da COVID-19 terminaram na maioria dos países. Em Portugal, foram dinamizadas dezenas de sessões de educação para os direitos humanos, realizadas entrevistas, efetuadas ações de sensibilização e muitas outras ações de ativismo com a participação de centenas de pessoas.

A nível nacional, a mobilização de milhares de pessoas apenas foi possível graças à ação das estruturas da Amnistia Internacional, de pelo menos 316 escolas, várias entidades externas e dezenas de pessoas que organizaram eventos de recolhas de assinaturas junto de amigos e familiares. O impacto alcançado, sobretudo, nos cinco casos apoiados pela Amnistia Internacional Portugal, deveu-se, por isso, a esse ativismo, mobilização, empenho e dedicação ao longo dos meses de novembro e dezembro de 2022 e, ainda, janeiro de 2023. 

Veja os desenvolvimentos de cada caso - Aleksandra, Chow, Dorgelesse, Luis e Nasser >>

A totalidade dos detalhes fica disponível no relatório internacional de avaliação deste projeto.


Na Escola Secundária da Amadora participaram neste grande evento de cidadania  10 turmas, num total de 210 alunos.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

Yasaman Aryani libertada!



Lembram-se de Yasaman Aryani?

Em 2019, esta ativista iraniana e a sua mãe, foram injustamente condenadas a 16 anos de prisão apenas por manifestações pacíficas contra as leis abusivas e discriminatórias do uso forçado do véu no Irão – uma dessas ações, foi a distribuição de rosas brancas no metro de Teerão.

O caso de Yasaman Aryani, apresentado na Maratona de Cartas, reuniu, só em Portugal, mais de 50.000 assinaturas, que foram enviadas à Embaixada do Irão em Lisboa.

No passado dia 15 de Fevereiro, Yasaman Aryani e a sua mãe, saíram em liberdade e hoje podemos celebrar graças a todas as pessoas que no mundo se mobilizaram. 

sábado, 3 de dezembro de 2022

Casos da Maratona de Cartas 2022



Conheça em detalhe as histórias das cinco pessoas que precisam da sua ação.

Aleksandra Skochilenko (Rússia)


Aleksandra decidiu que não podia continuar em silêncio face à invasão russa da Ucrânia. Devido a um protesto pacífico, neste momento está detida em condições terríveis e arrisca-se a uma pena de prisão que pode ir até aos 10 anos. 

Aleksandra deve ser imediatamente libertada.








Conheça o caso completo >>


Chow Hang-tung (China)


Em junho de 2021, Chow Hang-tung pediu para que, nas redes sociais, fossem acesas velas em memória de todos os manifestantes que perderam a vida no massacre de Tiananmen, em 1989. Por essa ação pacífica, encontra-se a cumprir pena de prisão. 

Deve ser imediatamente libertada.








Conheça o caso completo >>

Dorgelesse Nguessan (Camarões)


Dorgelesse nunca tinha participado numa manifestação, mas, em setembro de 2020, as condições socioeconómicas nos Camarões motivaram-na a juntar-se a uma pela primeira vez. Por ter ousado manifestar-se pacificamente, Dorgelesse está a cumprir uma pena de 5 anos de prisão. 

Deve ser imediatamente libertada.








Conheça o caso completo >>

Luis Manuel Otero Alcántara (Cuba)


Luis Manuel Otero Alcántara é um artista afro-cubano e autodidata, que publicou um vídeo online afirmando que iria juntar-se a uma manifestação pacífica em Cuba. Acabou por ser detido e levado para uma prisão de segurança máxima, onde se encontra até hoje. 

Deve ser imediatamente libertado.







Conheça o caso completo >>

Nasser Zefzafi (Marrocos)


Nasser Zefzafi é uma das figuras mais conhecidas de um movimento cívico que exige melhorias socioecónomicas para Marrocos. Contudo, devido às suas ações pacíficas em defesa dos direitos de todos, foi detido e condenado a 20 anos de prisão. 

Deve ser imediatamente libertado.







Conheça o caso completo >>

Não te esqueças assina com o código RM48.

Maratona de cartas 2022-2023


A Maratona de Cartas é o maior evento de direitos humanos organizado pela Amnistia Internacional.

Nos últimos meses de cada ano, a Amnistia Internacional mobiliza milhões de pessoas em todo o mundo para que atuem em defesa de pessoas e comunidades em risco. Após a sua divulgação, milhões de pessoas aceitam fazer frente à injustiça e contribuir para um mundo mais justo: assinam petições, escrevem cartas, organizam eventos e juntam-se ao movimento.

A Maratona de Cartas 2021 irá decorrer em Portugal até 31 de janeiro de 2023. O código da nossa escola para a assinatura da petição é : RM48

Também pode escrever cartas de solidariedade.

Se quiser enviar uma mensagem digital de solidariedade ou enviar um desenho ou uma imagem, escreva-a AQUI.

Contamos consigo?

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

A Maratona de Cartas continua até 4 de fevereiro


Até ao momento a Amnistia Internacional conta com mais de 75 mil assinaturas em defesa dos casos selecionados, contudo para tentar incluir o maior número de participações possível e atingir o ambicionado objetivo de 140 mil assinaturas, informa que fase de recolha de assinaturas terminará às 23h59 do dia 04 de fevereiro. 

Após esta nova data, será iniciada a fase de entrega de todas as assinaturas e mensagens de solidariedade aos respetivos destinatários.

Apoie / divulgue esta iniciativa.

Não se esqueça de inserir o código atribuído: 4DVP.

Contamos consigo nesta reta final.

segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Casos da Maratona de Cartas 2021



POR QUEM NOS ESTAMOS A UNIR?

São eles:

Bernardo Caal Xol (Guatemala)

Bernardo Caal Xol é um defensor de direitos humanos e do ambiente na Guatemala. Devido às suas ações pacíficas para proteger a natureza, foi difamado e injustamente condenado a mais de sete anos de prisão. Deve ser imediatamente libertado.











Conheça o caso completo >>


Ciham Ali (Eritreia)


Ciham Ali desapareceu quando tinha 15 anos. As autoridades eritreias detiveram-na quando tentava fugir do país por motivos de segurança. Até hoje, ninguém sabe onde está. É urgente que as autoridades revelem o seu paradeiro e a libertem.






Conheça o caso completo >>


Janna Jihad (Cisjordânia)

Janna Jihad é uma jovem de 15 anos que sonha com uma infância normal. Mas, para quem vive nos territórios ocupados da Cisjordânia, a vida sob discriminação é tudo menos normal. Chegou o momento das autoridades israelitas protegerem todas as crianças.











Conheça o caso completo >>


Mikita Zalatarou (Bielorrússia)

Mikita Zalatarou, de 17 anos, foi detido, agredido e preso, horas depois de uma manifestação na Bielorrússia. Apesar da falta de provas, foi acusado de ter atacado a polícia e condenado a cinco anos de prisão. Deve ser libertado e ter acesso a um julgamento justo.

Conheça o caso completo >>



Zhang Zhan (China)

Zhang Zhan foi uma das cidadãs jornalistas que divulgou detalhes sobre o início da crise da COVID-19 em Wuhan, na China. Mais tarde, como forma de a silenciarem, foi detida e condenada a quatro anos de prisão. Deve ser imediatamente libertada.









Conheça o caso completo >>

Não te esqueças assina com o código 4DVP

Maratona de cartas 2021-2022


A Maratona de Cartas é o maior evento de direitos humanos organizado pela Amnistia Internacional.

Nos últimos meses de cada ano, a Amnistia Internacional mobiliza milhões de pessoas em todo o mundo para que atuem em defesa de pessoas e comunidades em risco. Após a sua divulgação, milhões de pessoas aceitam fazer frente à injustiça e contribuir para um mundo mais justo: assinam petições, escrevem cartas, organizam eventos e juntam-se ao movimento.

A Maratona de Cartas 2021 irá decorrer em Portugal até 31 de janeiro de 2022.

O código da nossa escola para a assinatura da petição é : 4DVP

Também pode escrever cartas de solidariedade.

Se quiser enviar uma mensagem digital de solidariedade, escreva-a AQUI.

Contamos consigo?

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Maratona de cartas | Certificado de participação


A Amnistia Internacional acabou de nos enviar o certificado de participação do nosso agrupamento na iniciativa Maratona de Cartas 2020-21.

Com o código DSA4, atribuído à Escola Secundária da Amadora, foram contabilizadas 972 assinaturas.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Maratona de cartas 2020/21 | Impacto das assinaturas


Apesar dos desafios impostos pela pandemia, a Maratona de Cartas em 2020/21 alcançou um impacto notável em direitos humanos.

Foram registadas, pelo menos, 4.496.875 ações em todo o mundo.

A Amnistia Internacional Portugal registou um aumento no número pessoas envolvidas, que se traduziu em mais assinaturas e cartas. No total, de Portugal, foram:
  • registadas 128.230 assinaturas dirigidas às autoridades dos países selecionados;
  • enviadas  2.011 mensagens de solidariedade para cada um dos casos.
No total, esta ONG contou com a participação de milhares de pessoas, mais de 300 escolas, universidades, centros de formação, associações, coletivos, juntas de freguesia e empresas.

E uma delas foi o nosso Agrupamento.

Conseguimos 972 assinaturas!

Agora, já podem ser consultados os mais recentes desenvolvimentos dos casos da Maratona de Cartas!

Veja os impactos das assinaturas AQUI.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Flores para Nassima



Lembram-se de Nassima al-Sada, um dos casos eleitos pela Amnistia Internacional para a Maratona de Cartas deste ano?

Recordam-se que esta jovem saudita encontra-se presa por defender o direito das mulheres a saírem à rua sem guardião?

Sabem que ela se encontra a cumprir uma pena há mais de dois anos e que foi colocada durante o último ano em regime de solitária, sem receber visitas dos seus três filhos e restantes familiares?

A Amnistia Internacional (A.I.) propõe que lhe sejam enviadas palavras de esperança e de apoio, no Dia Internacional da Mulher, e como ela é uma apaixonada por jardinagem e pela natureza, envia também flores…

Deixe a sua mensagem para a Nassima! Das flores trata a A.I.

Participe até dia 8 de março.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Maratona de Cartas 2020 I
Nova data de encerramento



Até ao momento a Amnistia Internacional conta com mais de 73 mil assinaturas em defesa dos casos selecionados, contudo para tentar incluir o maior número de participações possível, informa que a Maratona de Cartas irá prolongar-se até ao dia 31 de janeiro de 2021.

Assim até ao final deste mês será possível recolher assinaturas e mensagens de solidariedade para os casos visados. 

Apoie / divulgue esta iniciativa.

Não se esqueça de inserir o código atribuído: DSA4

Contamos consigo nesta reta final.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Casos da Maratona de Cartas 2020


POR QUEM NOS ESTAMOS A UNIR?


Por seis casos inspiradores, de pessoas que perante as injustiças que se cruzaram no seu caminho, tiveram a coragem de erguer a sua voz. Por serem corajosos, foram presos, estão a ser injustamente acusados ou correm risco de vida. Agora é a nossa vez que não ficarmos em silêncio.

São eles:



Germain Rukuki
Burundi

Germain é um defensor de direitos humanos no Burundi. Contudo, devido ao seu trabalho pacífico, foi injustamente acusado e condenado a 32 anos de prisão. Está neste momento numa prisão sobrelotada e nunca conheceu o seu filho mais novo.





Jani Silva
Colômbia

Jani nasceu na Amazónia colombiana e dedicou toda a sua vida à defesa das árvores, das terras e de todo um ecossistema fundamental para as vidas de todos nós. Mas o seu ativismo pacífico e coragem colocaram-na em disputa contra grandes empresas que pretendem lucrar com a exploração de recursos naturais. Por defender este território, Jani encontra-se em perigo de vida.



Grupo de Solidariedade LGBTI+
Turquia

Desde o primeiro dia que os estudantes de biologia Melike Balkan e Özgür Gür se dedicam a defender os direitos LGBTI+ na sua universidade, na Turquia. Mas tudo mudou quando as autoridades reprimiram violentamente um dos seus eventos pacíficos. Hoje, vários estudantes arriscam-se a ser presos. Melike e Özgür são dois deles.



Nassima al-Sada
Arábia Saudita

Nassima é uma das corajosas mulheres que fez campanha pela liberdade das mulheres na Arábia Saudita. Agora, perdeu a sua. Detida desde 2018, Nassima foi vítima de maus tratos e colocada numa pequena cela, em regime de solitária, durante um ano. Tudo pelo seu trabalho pacífico em direitos humanos.


El Hiblu 3
Malta

Quando um navio que resgatou migrantes e refugiados no Mediterrâneo ameaçou que os devolveria à Líbia, três jovens fizeram a diferença: agindo como intérpretes, ajudaram a pôr fim ao pânico que se instalou a bordo. Mas agora, simplesmente por terem agido para proteger as suas vidas e as de todos os envolvidos, arriscam-se a serem presos.



Paing Phyo Min
Myanmar

Paing Phyo Min é um jovem que faz parte de um grupo de poesia satírica no Myanmar. Por ter criticado os militares do país durante uma das suas atuações, foi condenado a seis anos de prisão. Neste momento, está numa prisão sobrelotada e com elevados riscos de contágio de COVID-19.

Maratona de cartas 2020 | Cidadania global

É o maior evento de ativismo do mundo, organizado pela Amnistia Internacional.

Com a Maratona de Cartas, o mundo inteiro atua em defesa de um conjunto de casos selecionados e esse movimento global permite, muitas vezes, mudarmos as vidas dessas pessoas. Lutamos juntos. Vencemos juntos.

Em 2019/20, naquela que foi a primeira edição da Maratona de Cartas inteiramente digital organizada pela Amnistia em Portugal, as assinaturas foram recolhidas de forma online e posteriormente impressas e entregues às respetivas autoridades. Com esta nova metodologia, foi possível evitar a impressão de quase 100 000 folhas de papel.

A organização entregou às autoridades 133 944 assinaturas vindas de Portugal. Neste número estão incluídas as 700 assinaturas provenientes do nosso Agrupamento. A nível mundial, a Maratona de Cartas atingiu na edição passada um novo valor recorde, com mais de 6,5 milhões de assinaturas.


Vamos ultrapassar estes números este ano?


Desafie todas as pessoas que conhece (familiares, amigos, conhecidos) a assinarem a petição da Amnistia Internacional em defesa dos defensores de direitos humanos em risco e ajude a divulgar a iniciativa (use as suas redes sociais).

O código da nossa escola para a assinatura da petição é : DSA4

Também pode escrever cartas de solidariedade.

Se quiser enviar uma mensagem digital de solidariedade, escreva-a AQUI.

sábado, 5 de setembro de 2020

Maratona de cartas 2019 salva uma vida



Lembram-se de Magai Matiop Ngong o jovem do Sudão do Sul que, aos 15 anos, foi condenado à morte por enforcamento, por algo que não passou de um trágico acidente, e que aguarda, desde 2017, pela execução da pena?

Muitas das 669 assinaturas com o código DFGB, atribuído à nossa escola, aquando da Maratona de Cartas e das Assinaturas que salvam vidas, foram feitas em seu nome.

Pois bem, a Amnistia Internacional informou que Magai Ngong saiu do corredor da morte no Sudão do Sul e a condenação à morte foi anulada.

Chegou também a mensagem que o próprio Magai enviou a esta organização e a todos os que tiraram alguns minutos e agiram para que não fosse executado:

"Estou tão contente e grato por tudo o que fizeram por mim e pela minha família. (...) Digam-lhes [a todos os que enviaram apelos] que me deram esperança e coragem. Os apelos fizeram de mim aquilo que sou hoje. Estou tão contente por tê-los comigo. Eles são uma bênção. Que Deus abençoe todos abundantemente até que eu próprio possa ir pessoalmente falar com eles”
Magai Ngong

O jovem já saiu do corredor da morte e aguarda deliberação de uma nova sentença por parte do Supremo Tribunal.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Maratona de Cartas 2019 | Resultados



O nosso Agrupamento participou, mais uma vez, numa das maiores iniciativas da Amnistia Internacional (A.I.) – a Maratona de Cartas, que assume-se como o maior evento de ativismo do Mundo.

Nesta primeira edição inteiramente digital por motivos de sustentabilidade, sensibilizamos para um conjunto de casos selecionados pela A.I. de violações de direitos humanos, o que poderá resultar numa melhoria das condições de vida para os defensores de direitos humanos.

Recentemente (dia 5 de fevereiro) a A.I. teve conhecimento de que um Tribunal de Recursos de Teerão reduziu as penas de prisão de Yasaman Aryani e da sua mãe Monireh Arabshahi. Atualmente, em vez dos 16 anos de prisão a que estavam inicialmente condenadas, ambas deverão agora cumprir 5 anos e 6 meses. É evidente que esta ONG não cruzará os braços e irá continuar a trabalhar até que ambas estejam em liberdade!

Da Maratona de Cartas que finalizou no dia 15 de fevereiro a Organização destaca os seguintes resultados:

➻ A secção portuguesa contabilizou 113 572 assinaturas. Assinaturas que fazem parte de um total de quase 6 milhões em todo o mundo! E que serão entregues às respetivas autoridades.

➻A secção portuguesa recebeu 1453 cartas de solidariedade que serão enviadas para cada um dos casos.

➻ A Escola Secundária de Santa Maria da Feira é a escola convidada a participar do evento exclusivo organizado pela A.I.

A Biblioteca E@sa congratula-se com os resultados obtidos a nível nacional e felicita a Escola Secundária de Santa Maria da Feira pela sua brilhante participação.

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Maratona de cartas 2019
Sarah Mardini e Seán Binder: 25 anos de prisão por salvarem vidas?

Na Grécia, como noutros países da Europa, salvar vidas pode dar prisão. Aconteceu a Sarah Mardini, de 24 anos, e a Seán Binder, de 25, quando se voluntariaram como socorristas para uma organização em Lesbos. O seu trabalho era encontrar barcos em apuros no mar e prestar os primeiros socorros a quem vinha neles.

Agora estão acusados de “espionagem”, “tráfico humano” e “pertença a uma organização criminosa”. Se forem considerados culpados, Sarah e Seán vão passar os próximos 25 anos na prisão, sendo que já estiveram mais de 100 dias detidos. Foram libertados sob fiança, em dezembro de 2018.

Seán vive atualmente na Irlanda. Diz que o mais assustador nem foi a prisão, mas saber que algo assim “pode acontecer a qualquer pessoa”. Nos últimos tempos, os governos estão a criminalizar quem simplesmente ajuda refugiados. Esquecem-se que tudo o que estão a fazer é salvar vidas.

O trabalho humanitário não é um crime, nem é heróico. Ajudar outros deveria ser normal. As pessoas que realmente estão a sofrer e a morrer são as mesmas que enfrentam perseguições. 
Seán Binder

Sarah, hoje na Alemanha, conhece bem o desespero das pessoas que não têm alternativa senão meterem-se num barco e embarcar numa viagem demasiado perigosa. Em 2015, ela própria escapou à guerra na Síria atravessando o mar Egeu num barco que quase se afundou. Ela e irmã, nadadora olímpica, ficaram conhecidas em todo o mundo porque “rebocaram” o barco a nado até Lesbos, salvando a vida de todas as pessoas a bordo.

Agora Sarah e Seán precisam da nossa ajuda. É altura das autoridades gregas anularem todas as acusações e reconhecerem publicamente a legitimidade destas ações humanitárias.

As pessoas que estão a salvar vidas no mar não são criminosas. Juntem o vosso nome ao apelo! Queremos um mundo onde a solidariedade não seja crime.

Assine a causa deles na página da Maratona de Cartas 2019: em https://www.amnistia.pt/maratona/ (use o código atribuído à nossa Escola: DFGB).