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terça-feira, 20 de junho de 2023

Apoio aos refugiados | Discurso do Secretário-Geral da ONU



Na mensagem que assinala o Dia Mundial dos Refugiados, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, ressalta que mais de 100 milhões de pessoas que vivem em países abalados por conflitos, perseguições, fome e caos climático foram forçadas a fugir de suas casas.

Ele destaca que “não são apenas números”, são mulheres, crianças e homens que fazem viagens difíceis e muitas vezes enfrentam violência, exploração, discriminação e abuso. 

Para António Guterres, a celebração alerta que é dever de todos proteger e apoiar os refugiados, criando soluções para realojar pessoas e apoiar famílias a reconstruir as suas vidas com dignidade.

O Secretário-Geral da ONU cita o Pacto Global para Refugiados, que prevê mais apoio internacional aos países anfitriões para aumentar o acesso à educação de qualidade, ao trabalho digno, à assistência médica, ao alojamento e à proteção social.

Ao revelar o tema deste ano, “Esperança Longe de Casa”, o chefe da ONU faz um apelo ao mundo para que aproveite a esperança que os refugiados carregam nos seus corações.

quinta-feira, 8 de junho de 2023

Dia Mundial dos Oceanos | A maré está a mudar



"Os oceanos são os alicerces da vida. Fornecem o ar que respiramos e os alimentos que consumimos. Regulam o nosso clima e tempo. Os oceanos são o maior reservatório de biodiversidade do nosso planeta. Os seus recursos sustentam comunidades, prosperidade e a saúde humana ao redor do mundo. 

A humanidade conta com os oceanos. Mas oceanos podem contar connosco?

Deveríamos ser os melhores amigos dos oceanos. Mas, neste momento, a humanidade é o seu pior inimigo. As mudanças climáticas induzidas pelo homem aquecem o nosso planeta, mudando os padrões climáticos e as correntes oceânicas, e alterando os ecossistemas marinhos e as espécies que aí vivem. A biodiversidade marinha está sob o ataque da sobrepesca, da sobreexploração e da acidificação dos oceanos. Mais de um terço dos stocks de peixes são pescados em níveis insustentáveis. E poluímos as nossas águas costeiras com produtos químicos, plásticos e dejetos humanos. 

Mas o Dia Mundial dos Oceanos deste ano lembra que a maré está a mudar. 

No ano passado, adotamos uma ambiciosa meta global de conservar e administrar 30% das áreas terrestres, marinhas e costeiras até 2030, bem como um acordo histórico sobre subsídios à pesca. 

Na Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos em Lisboa, o mundo concordou em trabalhar por uma ação oceânica mais positiva. Um acordo global e juridicamente vinculante para acabar com a poluição plástica está em negociação. E, em março, os países concordaram com o histórico Tratado de Alto Mar sobre a conservação e uso sustentável da biodiversidade marinha em áreas fora da jurisdição nacional. A concretização da grande promessa destas iniciativas exige um compromisso coletivo. 

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 – conservar e usar de forma sustentável os recursos dos oceanos – está em jogo. Neste Dia Mundial dos Oceanos vamos continuar a pressionar para que haja ação. Hoje e todos os dias, vamos colocar os oceanos em primeiro lugar".

quarta-feira, 22 de março de 2023

Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água da ONU 2023 : parcerias e cooperação para a água


Título: The United Nations World Water Development Report 2023: partnerships and cooperation for water
Autor: UNESCO
Ano de publicação: 2023
N.º páginas: 189 p. : il., mapas


Parcerias e cooperação para a água


"Proteger a segurança hídrica, alimentar e energética por meio da gestão sustentável da água, fornecer abastecimento de água e serviços de saneamento para todos, apoiar a saúde humana e os meios de subsistência, mitigar os impactos das mudanças climáticas e eventos extremos e sustentar e restaurar os ecossistemas e os serviços valiosos que eles fornecem, são todas as peças de um grande e complexo quebra-cabeça. Somente através de parcerias e cooperação as peças podem-se encaixar. E todos têm um papel a desempenhar.

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6) é garantir a disponibilidade e gestão sustentável de água e saneamento para todos até 2030. Nas taxas atuais, o progresso em direção a todas as metas do ODS 6 está fora do caminho e, em algumas áreas, a taxa de implementação precisa ser quádruplo ou mais.

A taxa inadequada de progresso em água e saneamento destaca a necessidade de explorar oportunidades por meio de parcerias e cooperação. O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento da Água 2023: Parcerias e cooperação para a água explora este tema, em todas as regiões, em relação à agricultura, meio ambiente, assentamentos humanos, indústria, saúde e mudança climática. 

Alinhado com cada um dos cinco 'aceleradores' do SDG 6 Global Acceleration Framework (GAF) - ODS 6 Estrutura de Aceleração Global -, o relatório também faz recomendações aos formuladores de políticas sobre como acelerar e ampliar a mudança por meio do desenvolvimento de capacidade, dados e informações, inovação, financiamento, e governação.

O ano de 2023 marca a primeira grande conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) dedicada à água desde 1977. A Conferência da Água da ONU 2023 (22 a 24 de março) concentra-se no progresso em direção às metas relacionadas à água e ao saneamento, coincidindo com o meio-termo revisão abrangente da Década Internacional para a Ação, 'Água para o Desenvolvimento Sustentável 2018–2028'. 

Como o principal relatório oficial do sistema das Nações Unidas sobre a água, o Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água das Nações Unidas 2023 informa diretamente as discussões da conferência da ONU, descrevendo como a construção de parcerias e o aprimoramento da cooperação em todas as dimensões do desenvolvimento sustentável são essenciais para acelerar o progresso em direção ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável para a água e saneamento (ODS 6) e concretizar os direitos humanos no acesso à água e ao saneamento".

Clique na imagem para aceder ao relatório.

Fonte:
United Nations - un water. Publicações. Acedido em https://www.unwater.org/publications/un-world-water-development-report-2023

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Dia Mundial do Refugiado



O Dia Mundial do Refugiado (celebrado no dia 20 de junho) é marcado este ano pelo tema “Seja quem for, seja quando for, seja onde for: todas as pessoas têm direito a procurar proteção”. Este tema reforça a mensagem que todas as pessoas – não importa quem, onde ou quando – têm o direito de serem protegidas contra guerras, perseguições e violações dos seus direitos humanos.

Principais dados do relatório “Tendências Globais 2021”, do ACNUR

  • Em meados de maio de 2022, mais de 100 milhões de pessoas estavam deslocadas forçosamente em todo mundo devido a perseguições, conflitos, violência, violações dos direitos humanos ou eventos que perturbaram a ordem pública.
  • No final de 2021, o número de 89,3 milhões de migrantes forçados incluía:
  • 27,1 milhões de refugiados, sendo:
    ✒ 21,3 milhões de pessoas refugiadas sob o mandato do ACNUR
    ✒  5,8 milhões de pessoas refugiadas da Palestina sob o mandato da UNRWA
  • 53,2 milhões de pessoas deslocadas internamente

  • 4,6 milhões de solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado

  • 4,4 milhões de pessoas da Venezuela deslocadas fora do seu país

  • Entre as pessoas refugiadas e da Venezuela deslocadas fora do seu país no final de 2021:

     ✒ Países de renda baixa ou média acolheram 83% desta população.
     ✒ Países Menos Desenvolvidos ofereceram asilo para 27% deste total.

  • 72% das pessoas viviam nos países vizinhos dos seus países de origem.

  • A Turquia abrigava 3,8 milhões de pessoas refugiadas (a maior população em todo o mundo), seguido por Uganda (1,5 milhão), Paquistão (1,5 milhão) e Alemanha (1,3 milhão). A Colômbia acolhia 1,8 milhão de pessoas venezuelanas deslocadas fora do seu país.
  • O Líbano abrigava a maior população de pessoas refugiadas per capita (em relação aos habitantes do país): 01 pessoa refugiada para cada 08 habitantes. Em seguida, vem a Jordânia (01 para cada 14) e a Turquia (01 para cada 23).
  • Em relação à população nacional, a ilha de Aruba abrigava o maior número de pessoas da Venezuela deslocadas fora do seu país (01 para cada 06), seguido por Curaçao (01 para cada 10).
  • Mais de dois terços (69%) das pessoas refugiadas vieram de apenas 05 países: Síria (6,8 milhões), Venezuela (4,6 milhões), Afeganistão (2,7 milhões), Sudão do Sul (2,4 milhões) e Mianmar (1,2 milhão).
  • Globalmente, havia 6,1 milhões de pessoas refugiadas, solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado e migrantes da Venezuela em 2021 (de acordo com a Plataforma Regional de Coordenação Interagencial R4V – Response for Venezuelans).
  • Solicitantes do reconhecimento da condição de refugiado apresentaram 1,4 milhão de novos pedidos. Os Estados Unidos foi o maior recipiente, a nível mundial, de novas solicitações (188,9 mil), seguido pela Alemanha (148,2 mil), México (132,7 mil), Costa Rica (108,5 mil) e França (90,2 mil).
  • Quatro dos 10 países de origem com maior número de solicitantes de asilo estão na América Latina e no Caribe: Nicarágua (2º lugar), Venezuela (4º), Haiti (5º) e Honduras (6º). Ao final de 2021, havia mais de 1,1 milhão de pessoas refugiadas e solicitantes de asilo de El Salvador, Honduras e Guatemala em todo o mundo. As solicitações de reconhecimento da condição de refugiado apresentadas por pessoas da Nicarágua em 2021 foram cinco vezes maiores que no ano anterior.
    Soluções:
  • 5,7 milhões de pessoas deslocadas à força retornaram para suas regiões ou países de origem em 2021, incluindo 5,3 milhões de deslocados internos e 429,3 mil pessoas refugiadas.

📌 Para mais informações consulte o relatório >>

📌 Saiba mais sobre os refugiados em Portugal e no Mundo >>

📌Consulte:

segunda-feira, 13 de junho de 2022

O papel da proteção social na eliminação do trabalho infantil | Relatório


Título: The role of social protection in the elimination of child labour : evidence review and policy implications
Entidade responsável: OIT e UNICEF
Edição: 1.ª edição
Ano de publicação: 2022
N.º pág.: 66 p.

Este estudo apresenta evidências, com base em vários estudos realizados desde 2010, que, mostram como, ao ajudar as famílias a lidar com choques económicos ou sanitários, reduz o trabalho infantil e facilita a permanência das crianças na escola. A proteção social reduz a pobreza e a vulnerabilidade das famílias, diminuindo assim os principais impulsionadores do trabalho infantil.

Segundo este relatório, os governos dispõem de um conjunto de políticas que podem implementar para promover a proteção social e são apresentadas uma série de recomendações para a prevenção e eliminação do trabalho infantil, nomeadamente:
  • Dar prioridade às prestações dirigidas às crianças e assegurar que a conceção de programas de proteção social seja inclusiva e sensível à questão do trabalho infantil;
  • Alargar a proteção social aos dois mil milhões de trabalhadores e trabalhadoras da economia informal, apoiando assim a sua transição da economia informal para a economia formal;
  • Construir sistemas integrados de proteção social, porquanto a redução do trabalho infantil será mais fácil se os países tiverem um sistema de proteção social que proporcione prestações adequadas ao longo de todo o ciclo de vida, desde prestações dirigidas às crianças e às famílias, as prestações de maternidade até às prestações de desemprego, às pensões de velhice, bem como à proteção da saúde;
  • Desenvolver o forte compromisso político existente para acabar com o trabalho infantil e estabelecer uma proteção social universal para reforçar o consenso para a ação. A Agenda do Desenvolvimento Sustentável e o forte consenso acordado pela Conferência Internacional do Trabalho, em 2021, bem como os resultados da Conferência de Durban sobre o trabalho infantil, podem ajudar a coordenar as iniciativas internacionais; 
  • Promover o investimento em sistemas de proteção social como motor do desenvolvimento.
(In: Dgert)

Clique na imagem para aceder ao relatório.

Descarregue o relatório em língua espanhola >>

Dia mundial contra o trabalho infantil

Tema de 2022: "Proteção Social Universal para acabar com o trabalho infantil"


desenho de Nando Motta

No dia 12 de junho, Dia Mundial contra o Trabalho Infantil, as Nações Unidas e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) apelaram a “um maior investimento em sistemas e regimes de proteção social para estabelecer bases sólidas de proteção social e proteger as crianças do trabalho infantil”.

A proteção social é simultaneamente um direito humano e um poderoso instrumento de políticas para evitar que as famílias recorram ao trabalho infantil em tempos de crise, sendo assim, essencial para lutar contra a pobreza e a precariedade, bem como, para erradicar e prevenir o trabalho infantil.

Os dados apontam para que, cerca de 3/4 das crianças, isto é 1,5 mil milhões de crianças continuam excluídas de qualquer prestação social e mais de 160 milhões de crianças em todo o mundo – 1 em cada 10 com idades compreendidas entre os 5 e os 17 anos – ainda estão envolvidas em trabalho infantil. Estas tendências já existiam mesmo antes da crise da COVID-19 e prevê-se que, sem estratégias de mitigação, o número de crianças em trabalho infantil sofra um aumento de 8,9 milhões até finais de 2022, em consequência de uma maior pobreza e vulnerabilidade.

O continente com maior prevalência de trabalho infantil é a África com 20% de todas as crianças nessa condição.

A garantia do acesso universal à proteção social é essencial para ajudar a construir um caminho para um mundo livre de trabalho infantil, tal como definido no âmbito da Meta 8.7 do ODS e para uma proteção social universal, tal como refletido na Meta 1.3 do ODS.

Consulte o flyer da campanha >>

Veja o vídeo da campanha >>

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Avaliação mundial do oceano : volume 2 I Relatório

Título: The second World Ocean Assessment : world ocean assessment II : volume II (WOA II)
Publicação: Organização das Nações Unidas (ONU) ; cop. 2021
N.º páginas: 520 p.
Língua: Inglês
Formato: Ebook

Este relatório da ONU incide na perspectiva do oceano e constitui o resultado, mais recente, da única avaliação mundial integrada do oceano, a nível global, que abrange os três pilares do desenvolvimento sustentável - social, económico e ambiental. 

Fornece informação científica sobre o estado do ambiente marinho, de uma forma abrangente e integrada, com o objetivo de apoiar decisões e ações para a realização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em particular o objetivo 14, bem como a implementação da Década das Nações Unidas da Ciência dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável.

Clique na imagem para aceder ao documento.

Consulte o primeiro volume do relatório  >>

Fonte:
IPMA; "Dia Internacional da Terra", [Em linha] [Consult. 28.04.2021] Disponível em: https://www.ipma.pt/pt/media/noticias/news.detail.jsp?f=/pt/media/noticias/textos/dia_da_terra.html

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Dia Mundial da Terra I Mensagem do Secretário-Geral da ONU

O  Dia Mundial da Terra  celebra-se esta quinta-feira, 22 de abril.

Na mensagem do secretário geral da ONU, António Guterres, ele salienta que o planeta “está num ponto crítico” e apela às pessoas a fazerem as pazes com a natureza. Afirmou ainda que “a Humanidade continua a abusar da natureza”, pilhando descuidadamente os recursos da Terra, esgotando a vida selvagem e tratando o ar, a terra e os mares como depósitos de lixo.

terça-feira, 16 de março de 2021

Covid-19 e o trabalho infantil | Relatório


Título: Covid-19 e o trabalho infantil : um momento de crise, o momento certo para agir
Responsáveis: Organização Internacional do Trabalho (OIT) e e Fundo das Nações Unidas para a infância (UNICEF)
Ano de publicação: 2020
N.º pág: 34 p.

Num contexto desafiante das nossas vidas e da história mundial, a OIT e a UNICEF uniram-se para elaborar um relatório conjunto sobre o tema do trabalho infantil, com o título “COVID-19 e o Trabalho Infantil: um momento de crise, o momento certo para agir”.

Os avanços na erradicação do trabalho infantil têm sido enormes. Desde o ano 2000, os esforços dirigidos ao combate deste flagelo permitiram retirar 94 milhões de crianças da situação de trabalho infantil. Porém, a pandemia do COVID-19 e os consequentes impactos económicos e sociais podem, pela primeira vez em duas décadas, interromper e até mesmo fazer regredir esses progressos.

As tendências positivas podem vacilar e verificar-se um agravamento do trabalho infantil, sobretudo em locais onde houve uma resistência à mudança. Estes riscos exigem uma ação urgente para evitar e mitigar o fardo que a pandemia representa para as crianças e as suas familiares. 

São muitas as incertezas em relação ao verdadeiro impacto e duração da crise, assim como à adaptação das populações. Mas parte das repercussões desta crise já é óbvia. A pandemia aumentou a insegurança económica, provocou uma profunda disrupção das cadeias de abastecimento e interrompeu a produção. As condições mais restritivas na concessão de crédito afetam os mercados financeiros em muitos países. Os orçamentos públicos estão sob pressão e com dificuldades em acompanhar os desenvolvimentos. 

Quando estes e outros fatores resultam numa diminuição do rendimento dos agregados familiares, as expetativas de que as crianças contribuam financeiramente podem intensificar-se. Mais crianças podem ser forçadas a trabalhos perigosos ou abusivos. Aqueles que já trabalham poderão ter de o fazer durante mais horas ou em piores condições. As desigualdades de género podem agravar-se ainda mais nas famílias, sendo esperado que as raparigas tenham de realizar mais tarefas domésticas e trabalho agrícola. 

O encerramento temporário das escolas pode exacerbar estas tendências, pois as famílias procuram novas formas de ocupar o tempo das crianças. 
(In: Introdução)

Descarregue o relatório >>.

Veja o vídeo de lançamento:

segunda-feira, 8 de março de 2021

Dia Internacional da Mulher


O tema do Dia Internacional da Mulher, de 2021 é “ Mulheres na liderança: Alcançando um futuro igual em um mundo COVID-19 ”.

O tema celebra os enormes esforços de mulheres e meninas em todo o mundo na construção de um futuro mais igualitário e na recuperação da pandemia COVID-19.

Aqui fica a mensagem do Secretário-Geral da ONU, António Guterres:




Recursos disponíveis sobre MULHERES no PNL2027.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Ficar em casa também é divertido | Ebook

Título: Ficar em casa também é divertido : atividades e jogos para crianças
© UNICEF | Março 2020
Tradução: UNICEF Portugal
Original: UNICEF Guatemala / UNICEF México / Secretaría de Salud-México (2020). ¡Quedarmos en casa también es divertido! Actividades y juegos para niños y niñas.
N.º páginas: 13 p, il.

É tempo de ficar em casa!

Por este motivo, a UNICEF dá algumas sugestões de jogos e atividades que podem ser realizadas em casa com as crianças e jovens. 

Clique na imagem para aceder ao documento.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Promover o multilinguismo para inclusão na educação e na sociedade | Webinar



No âmbito da celebração do Dia Internacional da Língua Materna (dia 21 de fevereiro) as Nações Unidas promovem um webinar subordinado ao tema "Promover o multilinguismo para inclusão na educação e na sociedade" que irá decorrer online, na próxima sexta feira, dia 19 de fevereiro, às 10H00.

O webinar abordará dois temas:

  • Repensar políticas e práticas inclusivas no ensino e aprendizagem em contextos multilíngues.
  • Melhorar a inclusão por meio do multilinguismo, incluindo a linguagem de sinais, na educação e cuidados na primeira infância (ECCE), a base para a aprendizagem.

Inscrição >>

Mais informações >>

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Dia Internacional dos Direitos Humanos



Assinala-se hoje o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Foi neste dia, em 1948, que a Declaração Universal dos Direitos Humanos foi proclamada pela primeira vez, sendo considerada uma das obras mais profundas da civilização humana.

O tema deste ano é «Recuperar- melhor - Defender os Direitos Humanos», tendo em conta o contexto da pandemia Covid-19 e a importância que estes têm para a reconstrução de um mundo melhor. Deste modo os direitos humanos devem ser colocados no centro do mundo pós COVID-19.

A crise da COVID-19 foi alimentada pelo agravamento da pobreza, pelo aumento das desigualdades, pela discriminação estrutural e arraigada e por outras lacunas na proteção dos direitos humanos. Somente medidas para colmatar essas lacunas e promover os direitos humanos podem assegurar a recuperação e a (re)construção de um mundo melhor, mais resiliente, justo e sustentável.

Acabar com a discriminação de qualquer tipo: a discriminação estrutural e o racismo alimentaram a crise do COVID-19. Igualdade e não discriminação são requisitos essenciais para um mundo pós-COVID.

Abordar as desigualdades: para recuperarmos da crise, devemos também abordar a pandemia da desigualdade. Para isso, temos de promover e proteger os direitos económicos, sociais e culturais. Precisamos de um novo contrato social para uma nova era.

Incentivar a participação e a solidariedade: estamos todos juntos nisso. Dos indivíduos aos governos, da sociedade civil e das comunidades de base para o setor privado, todos têm um papel na construção de um mundo pós-COVID que seja melhor para as gerações presentes e futuras. Precisamos garantir que as vozes dos mais afetados e vulneráveis informem os esforços de recuperação.

Promover o desenvolvimento sustentável: precisamos de um desenvolvimento sustentável para as pessoas e para o planeta. Os direitos humanos, a Agenda 2030 e o Acordo de Paris são a pedra angular de uma recuperação que não deixa ninguém para trás.

Aqui fica a mensagem da Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, que assinala a efeméride:



Fonte:
ONU : Dia dos Direitos Humanos : 10 de dezembro

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Dia Mundial da Alimentação 2020 | Crescer, nutrir, sustentar. Juntos.

Mensagem do Secretário-Geral da ONU


O direito à alimentação: uma janela para o mundo

Título: O direito à alimentação : uma janela para o mundo : ilustrado por jovens para jovens
Autor: FAO
Edição: 2.ª ed.
Local de publicação: Roma, Itália
Ano de publicação: 2007
Páginas: 91 pág.

Título: O direito à alimentação : uma janela para o mundo : guia de recursos e atividades
Autor: FAO
Local de publicação: Roma, Itália
Ano de publicação: 2007
Páginas: 60 pág.

O Direito à Alimentação : uma janela para o mundo - livro de banda desenhada e guia de recursos e atividades - foi elaborado para auxiliar os professores a educar os jovens sobre o direito à alimentação e incentivá-los a tomar medidas contra a fome no mundo. 

Para aceder aos documentos, clique nas imagens.

Saiba mais sobre o direito à alimentação >>

Kit de ferramentas do Dia Mundial da Alimentação 2020 para educadores e jovens

Título: "Get involved : World Food Day 2020 : toolkit for educators and youth"
Autor: FAO
Ano de publicações: 2020
Local de publicação: Roma, Itália
Páginas: 6 pág.

O Dia Mundial da Alimentação 2020 marca o 75º aniversário da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) num momento excecional, enquanto países de todo o mundo lidam com os efeitos generalizados da pandemia COVID-19. 

É hora de olhar para o futuro que precisamos construir juntos. Faça do #WorldFoodDay o seu dia - compartilhe as mensagens da FAO, as suas ações ou desenvolva uma atividade, mesmo que seja virtual. 

Clique na imagem para aceder ao kit, também disponível em espanhol e francês.

Fonte:

Brochura | Cultivar, alimentar, preservar. Juntos: as nossas ações são o nosso futuro

Título: "Cultivar, alimentar, preservar. Juntos: as nossas ações são o nosso futuro"
Autor: FAO
Local de publicação: Roma, Itália
Data de publicação: 2020
Páginas: 12 pág.

"Nos 75 anos que passaram desde a fundação da FAO, o mundo fez grandes progressos na luta contra a pobreza, a fome e a desnutrição. A produtividade agrícola e os sistemas alimentares percorreram um longo caminho. Ainda assim, demasiadas pessoas permanecem em situação de vulnerabilidade. Mais de 2 mil milhões de pessoas não têm acesso regular a uma alimentação suficientemente segura e nutritiva. A pandemia da COVID-19 veio agravar esta situação, ameaçando inverter ganhos importantes em segurança alimentar, nutrição e meios de subsistência. É altura de abordar as desigualdades e ineficiências que persistem e continuam a assolar os nossos sistemas alimentares, economias e estruturas de assistência social. Chegou o momento de reconstruir melhor." 
(in pág. 2)


Clique na imagem para aceder ao documento.

Fonte:
FAO

sábado, 6 de junho de 2020

Dia Mundial do Ambiente 2020 | Juntos pela Natureza

IPMA (@ipma_pt) | Twitter


O Dia Mundial do Ambiente é celebrado todos os anos a 5 de junho. É um evento anual que tem como objetivo alertar as populações e os governos para a necessidade de proteção e preservação do ambiente.

Neste dia tão importante, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres,  encoraja o mundo a fazer mais e melhor. Para cuidar da humanidade, temos de cuidar da Natureza e colocá-la no centro das nossas decisões.

segunda-feira, 25 de maio de 2020

ONU contra a desinformação sobre Covid-19: iniciativa #Verified



O mundo só pode conter o vírus e seus efeitos se cada pessoa tiver acesso a informações precisas e confiáveis. Verified é uma iniciativa das Nações Unidas que vai direto ao assunto quando se trata de conteúdo que você pode confiar: informações que salvam vidas, orientações baseadas em factos e histórias do melhor da humanidade.

Procure pelo sinal de verificação dupla.