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terça-feira, 16 de março de 2021

Covid-19 e o trabalho infantil | Relatório


Título: Covid-19 e o trabalho infantil : um momento de crise, o momento certo para agir
Responsáveis: Organização Internacional do Trabalho (OIT) e e Fundo das Nações Unidas para a infância (UNICEF)
Ano de publicação: 2020
N.º pág: 34 p.

Num contexto desafiante das nossas vidas e da história mundial, a OIT e a UNICEF uniram-se para elaborar um relatório conjunto sobre o tema do trabalho infantil, com o título “COVID-19 e o Trabalho Infantil: um momento de crise, o momento certo para agir”.

Os avanços na erradicação do trabalho infantil têm sido enormes. Desde o ano 2000, os esforços dirigidos ao combate deste flagelo permitiram retirar 94 milhões de crianças da situação de trabalho infantil. Porém, a pandemia do COVID-19 e os consequentes impactos económicos e sociais podem, pela primeira vez em duas décadas, interromper e até mesmo fazer regredir esses progressos.

As tendências positivas podem vacilar e verificar-se um agravamento do trabalho infantil, sobretudo em locais onde houve uma resistência à mudança. Estes riscos exigem uma ação urgente para evitar e mitigar o fardo que a pandemia representa para as crianças e as suas familiares. 

São muitas as incertezas em relação ao verdadeiro impacto e duração da crise, assim como à adaptação das populações. Mas parte das repercussões desta crise já é óbvia. A pandemia aumentou a insegurança económica, provocou uma profunda disrupção das cadeias de abastecimento e interrompeu a produção. As condições mais restritivas na concessão de crédito afetam os mercados financeiros em muitos países. Os orçamentos públicos estão sob pressão e com dificuldades em acompanhar os desenvolvimentos. 

Quando estes e outros fatores resultam numa diminuição do rendimento dos agregados familiares, as expetativas de que as crianças contribuam financeiramente podem intensificar-se. Mais crianças podem ser forçadas a trabalhos perigosos ou abusivos. Aqueles que já trabalham poderão ter de o fazer durante mais horas ou em piores condições. As desigualdades de género podem agravar-se ainda mais nas famílias, sendo esperado que as raparigas tenham de realizar mais tarefas domésticas e trabalho agrícola. 

O encerramento temporário das escolas pode exacerbar estas tendências, pois as famílias procuram novas formas de ocupar o tempo das crianças. 
(In: Introdução)

Descarregue o relatório >>.

Veja o vídeo de lançamento:

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Ficar em casa também é divertido | Ebook

Título: Ficar em casa também é divertido : atividades e jogos para crianças
© UNICEF | Março 2020
Tradução: UNICEF Portugal
Original: UNICEF Guatemala / UNICEF México / Secretaría de Salud-México (2020). ¡Quedarmos en casa también es divertido! Actividades y juegos para niños y niñas.
N.º páginas: 13 p, il.

É tempo de ficar em casa!

Por este motivo, a UNICEF dá algumas sugestões de jogos e atividades que podem ser realizadas em casa com as crianças e jovens. 

Clique na imagem para aceder ao documento.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Campanha da Unesco "O próximo normal"



Desastres e emergências não apenas lançam luz sobre o mundo como ele é. Eles também rasgam o tecido da normalidade. Pelo buraco que se abre, nós vislumbramos possibilidades de outros mundos.
Peter C. Baker, The Guardian

A UNESCO foi fundada após a Segunda Guerra Mundial, nascida da convicção de que esse conflito sem precedentes poderia dar origem a um mundo melhor e mais unido. Como as guerras começam nas mentes de homens e mulheres, é nas mentes de homens e mulheres que um mundo melhor deve ser construído, argumentaram os fundadores da Organização. A ideia deles é mais pertinente do que nunca, à medida que os países começam a emergir da crise global da COVID-19, que questionou nossas prioridades, nossos modos de vida e o funcionamento de nossas sociedades.

Pessoas de todo o mundo mostraram solidariedade durante a emergência de saúde e viram como uma forma aprimorada cooperação pode ajudar a construir um futuro melhor. No entanto, à medida que o mundo começa a emergir da pandemia, nós tendemos a esquecer as lições que aprendemos e “voltamos ao normal”, desconsiderando o custo daquilo que consideramos normal para o nosso ambiente, economia, saúde pública e sociedade.

A UNESCO está lançando uma campanha mundial que desafia a nossa percepção de normalidade. O vídeo de 2min e 20s não se baseia em argumentos complicados para demonstrar seu objetivo. Simplesmente apresenta informações factuais sobre o mundo antes e durante a pandemia. Colocados lado a lado, esses fatos convidam os espectadores a questionar suas ideias sobre o que é normal, sugerindo que, por muito tempo, nós aceitamos o inaceitável. Nossa realidade anterior não pode mais ser aceita como normal. Agora é a hora da mudança.

Como agência intelectual das Nações Unidas, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) acredita que a necessidade de mudanças duradouras deve se enraizar nos corações e nas mentes das pessoas em todos os lugares antes que se torne realidade.

A campanha faz parte de um esforço mais amplo da UNESCO para refletir sobre o mundo por vir, notadamente por meio da iniciativa do UNESCO Forum, uma série de painéis de debates sobre o futuro da cultura e das indústrias culturais; da Futures Literacy Network, bem como do programa The Futures of education e das recomendações globais para ciência aberta e a ética da inteligência artificial. Essas são questões importantes nas quais a UNESCO começou a trabalhar muito antes de serem colocadas no centro do palco pela pandemia.

A UNESCO convida os líderes dos media e os formadores de opinião a compartilhar a campanha “The Next Normal” (“O próximo normal”), criada pela agência DDB Paris, disponível a partir de 25 de junho de 2020.

Fonte:
UNESCO

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Coronavírus, constipação ou gripe?

Falta menos de um dia para o início do Outono, estação do ano que põe à prova o nosso sistema imunitário no momento de contrair doenças que afetam sobretudo as vias respiratórias, e que costumam ser as constipações, a gripe e a faringite, a que se acresce, este ano, o COVID-19.

Doenças diferentes, porém com sintomas semelhantes, como evidencia a imagem. Assim torna-se imprescindível adotar certos hábitos para diminuir a possibilidade de as contrair, sobretudo este novo coronavírus: 
👉 lavar corretamente as mãos; 
👉 arejar os espaços onde passamos mais tempo; 
👉 usar máscara;
👉 cumprir a etiqueta respiratória;
👉 manter o distanciamento social; 
👉instalar a aplicação STAYAWAY COVID, para  detecão de potenciais exposições a pessoas com COVID-19 e auxiliar o país no seu rastreio. 



Fonte:
Expresso

quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Escola em segurança

Na semana em que regressam as aulas presenciais, os Ministério da Saúde e da Educação lançam a campanha “#EscolaEmSegurança” para reforçar a importância de informar e sensibilizar toda a comunidade educativa para as regras de acesso e permanência nos estabelecimentos de educação e ensino.

O regime presencial em plena pandemia exige o rigoroso cumprimento destas novas regras.

Cumpre-as.

Por ti e por toda a comunidade educativa!


sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Covid 19 | Nova ferramenta de pesquisa do Google

A nova ferramenta de pesquisa da Google baseada na inteligência artificial ajuda os pesquisadores nas consultas sobre o Coronavírus.





A equipa de inteligência artificial da Google lançou uma nova ferramenta para ajudar os pesquisadores a encontrar uma série de estudos, revistas e artigos sobre o coronavírus. A COVID-19 Research Exploration Tool é uma interface de pesquisa semântica que fica no topo do COVID-19 Open Research Dataset (CORD-19).

A equipa afirma que os mecanismos de busca tradicionais são suficientes para responder a perguntas como "Quais são os sintomas do coronavírus?" ou "Onde posso fazer o teste no meu país?" No entanto, quando se trata de perguntas mais direcionadas, esses mecanismos de pesquisa e a sua abordagem baseada em palavras-chave falham em fornecer resultados precisos.

A nova ferramenta do Google ajuda os pesquisadores a resolver esse problema. O banco de dados CORD-19 tem mais de 50.000 artigos de periódicos e pesquisas relacionadas com o coronavírus. No entanto, uma simples busca por palavra-chave em motores tradicionais não produziria resultados confiáveis. A ferramenta da Google usa pesquisa semântica baseada na compreensão de linguagem natural (NLU) para responder a essas perguntas.

Fonte:
Universo aberto. Blog da Biblioteca de Tradução e Documentação da Universidade de Salamanca. 11 de maio de 2020.

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Pordata | Os números da crise

Imagem


Assinalou-se ontem, dia 2 de setembro, 6 meses desde o primeiro caso confirmado de Covid-19 em Portugal. Após estes 6 meses:

➤ 1824 pessoas morreram de Covid-19;

➤ Portugal continua entre os países com menos mortes (face à população) entre os países mais desenvolvidos;

➤ 58% das empresas continuam com redução no volume de negócios;

➤ 24% das empresas ainda têm trabalhadores em layoff ou despediram;

➤ o PIB caiu 16% no 2.º trimestre;

➤ a dívida pública aumentou de 121% para 126% do PIB;

➤ as exportações e as importações caíram 10% e 23% (até junho);

➤ há quase 47 mil novos desempregados;

➤ as dormidas turísticas de estrangeiros caíram 96% (até junho);

➤ o setor do turismo perdeu 88% do seu saldo positivo (até junho).

Todos estes dados estão em Pordata - "Números da crise".

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Prioridades para as bibliotecas escolares 2020/2021



Na programação do ano letivo de 2020/2021, perante o aumento da imprevisibilidade de funcionamento das escolas e, consequentemente, das bibliotecas, é necessário encarar a possível existência de diferentes cenários, devendo acautelar-se a flexibilização na transição entre trabalho presencial, misto e não presencial, pelo que as bibliotecas devem adaptar os seus regulamentos de funcionamento a estes diferentes cenários e tipos de trabalho.

terça-feira, 21 de julho de 2020

“Ensinar e aprender no tempo do (pós) confinamento - o que aprendemos entre março e junho de 2020?
| Ebook

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Título: COVID 19 - Ensinar e Aprender no tempo do (pós) confinamento : o que aprendemos entre março e junho de 2020?
Organização e edição: José Matias Alves & Ilídia Cabral
Local de edição: Porto
Editor: Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa
Data: julho de 2020
ISBN: 978-989-54364-7-7

Este ebook foi desenvolvido no âmbito do Serviço de Apoio à Melhoria da Educação – SAME – da Faculdade de Educação e Psicologia – Universidade Católica Portuguesa (Porto) e que responde ao desafio lançado a 25 autores "reunir um conjunto de textos que reflitam sobre as peripécias deste tempo de ensino e aprendizagem online e a distância, identifiquem pontos críticos e pontos eventualmente positivos que devam ser considerados na organização do ano letivo de 2020/2021 e perspetivem como deverá ser a vida das escolas, dos professores, dos alunos e das famílias no próximo ano letivo".

(In: Nota de apresentação)

Descubra o resultado ao clicar na capa deste trabalho.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Medidas de mitigação Covid-19 | Alerta, contingência e calamidade: as novas medidas e as zonas do País

São várias as medidas de mitigação da Covid-19 que entram hoje em vigor até dia 14 de julho. 

Há regras distintas em zonas diferentes do País. 

Eis o quadro resumo apresentado pelo governo no site Estamos ON.

Adicionar legenda


Fonte:

sábado, 30 de maio de 2020

Pandemias | Flipboard


O Flipboard funciona como uma revista digital que regista sites do seu interesse, de acordo com o(s) conteúdo(s) que consome e mantém a atualização sobre estes, reunindo, desta forma, a informação considerada pertinente.

Clique na imagem para aceder a um conjunto de informações sobre o Covid-19 e outras pandemias.

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