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quinta-feira, 21 de março de 2024

Campanha SeguraNet: “Aplicações Suportadas por IA”



"Aplicações suportadas por Inteligência Artificial (IA)” é o título da campanha que pretende sensibilizar para questões relacionadas com a Inteligência Artificial (IA).

Promovida pela Direção-Geral da Educação, no âmbito do Centro de Sensibilização SeguraNet e integrada na ação do Centro Internet Segura, esta campanha é composta por um conjunto de ilustrações com recomendações dirigidas aos alunos sobre as aplicações suportadas por IA.









Consulte os vídeos com recomendações de especialistas nacionais e outra documentação de referência sobre Inteligência Artificial e a Educação.

A campanha disponibiliza também uma brochura informativa, dirigida a pais e educadores, intitulada "O que Pais e Educadores precisam de saber sobre as Aplicações Suportadas por IA"


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

IA Generativa | Dicionário Tech


A Techopedia oferece um dicionário abrangente de termos relacionados com as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

Quisemos saber a definição de IA generativa? Consulte o resultado >>


terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Inteligência artificial e pensamento crítico | Ebook


Título: Inteligência artificial e pensamento crítico : caminhos para a educação midiática
Autor: Alexandre Le Voci Sayad
Edição: 1.ª ed.
Publicação: S. Paulo: Instituto Palavra Aberta, 2023
N.º páginas: 160 p.

"A chegada e a popularização de ferramentas acessíveis de inteligência artificial generativa e todas as suas faces, expostas em protótipos de chatbots como o ChatGPT – que atingiu mais de 100 milhões de usuários nos primeiros dois meses após o lançamento, em novembro de 2022 – e o Bart do Google, só reforçam o fato desta obra chegar em boa hora. 

Nada mais atual como tratar esse tema sob a ótica da educação e da importância do desenvolvimento do pensamento crítico, a fim de que todos nós – estudantes, educadores e cidadãos – possamos aprender sobre IA e suas potencialidades, além dos riscos intrínsecos a qualquer evolução tecnológica. 

A própria discussão sobre o conceito de pensamento crítico já torna a leitura deste livro extremamente enriquecedora. O autor foi bastante perspicaz ao abordar questões éticas relativas ao desenvolvimento e uso da inteligência artificial, e ao alertar sobre a necessidade de aprofundar ainda mais o debate para garantir pluralidade, diversidade, equidade e respeito a todos os matizes que compõem a nossa sociedade. 

Num mundo cada vez mais conectado, no qual a IA faz parte da nossa vida coti-diana sem nos darmos conta de como isso ocorre, é crucial entendê-la: não só para fazer o melhor uso dela, mas principalmente para garantir a utilização correta e res-ponsável dessa tecnologia que veio para ficar. Por esse motivo, a educação midiática é fundamental se quisermos formar uma geração de cidadãos autônomos, indepen-dentes e que possam se beneficiar de todo o potencial da IA".

Patrícia Blanco. Apresentação

Clique na imagem para aceder ao ebook.




quarta-feira, 3 de janeiro de 2024

Como a inteligência artificial afeta a aprendizagem



A inteligência artificial (IA) foi, sem dúvida, a palavra da moda em 2023. Temos IA em todo o lado, da mesma forma que há alguns anos o prefixo «Smart» foi colocado em qualquer coisa (vi na Amazon até uma Smart-torradeira…). Não tenho dúvidas de que a Inteligência Artificial vai representar uma revolução na forma como trabalhamos comparável à que houve quando o e-mail e a internet chegaram a todos os escritórios, mas também estou convencido de que estas revoluções levam o seu tempo. Ainda falta o suficiente para que possamos dizer que a Inteligência Artificial é imprescindível para o nosso trabalho como agora é o e-mail, por exemplo.

No entanto, é tal a magnitude da mudança que é bom prepararmo-nos. Os rapazes e raparigas que estão agora na escola começam a usar a Inteligência Artificial no seu dia-a-dia de modo que, quando daqui a alguns anos se juntarem ao mercado de trabalho, terão totalmente interiorizado trabalhar com uma IA. Trago para a discussão um estudo muito interessante intitulado «Impact of AI Assistance on Student Agency», onde se investiga como começa a mudar a forma como os alunos estão a aprender e o quão dependentes podem tornar-se da IA.

No estudo, os alunos que participaram foram divididos em três grupos. No grupo 1, chamado grupo de assistência de IA, cada aluno tinha um assistente digital que lhes dava conselhos contínuos sobre como melhorar suas atividades, avaliando constantemente o seu trabalho e oferecendo conselhos personalizados para, por exemplo, melhorar os comentários de texto que escreviam.

No grupo 2, grupo de lista de autocontrole, em vez de um assistente digital, cada aluno tinha uma lista de verificação para autoavaliar o seu trabalho, com perguntas referentes aos seus comentários de texto, tais como se tinham identificado claramente as ideias principais do texto, se o comprimento do comentário era adequado ou se a variedade de vocabulário empregado era suficiente. O aluno revia essa lista e podia identificar por si mesmo as suas áreas de melhoria.

No grupo 3, o grupo híbrido humano – IA, tanto a IA como a lista de verificação foram disponibilizados aos participantes. Finalmente, a ideia do estudo era avaliar qual o grupo que mostrava maior melhoria nos seus resultados e qual o método que lhes dava mais autonomia.

O resultado do estudo é muito interessante e aplicável a qualquer aspecto de trabalho. O grupo com assistência de IA melhorou os resultados, mas tornou-se absolutamente dependente da IA. Quando ela foi dispensada, o desempenho dos alunos caiu drasticamente. Ou seja, a IA foi uma ferramenta muito eficaz, mas não lhes serviu para aprender praticamente nada. O grupo híbrido humano – IA, teve um comportamento muito semelhante ao do grupo apenas IA, ou seja, a adição da lista de controle teve pouco efeito. Os alunos também se tornaram dependentes da IA.

Em suma, a IA é uma ferramenta muito poderosa, mas é verdade que usá-la gera uma espécie de falsa potencialidade. Parece que seremos capazes de fazer qualquer coisa, mas na realidade, não teremos nenhuma diferença uns dos outros. A IA gerará resultados mais ou menos semelhantes para todos, use quem a usar, se não formos capazes de aprender com ela ou melhor, de a incorporar nos nossos processos de aprendizagem. Os grandes fabricantes de software de inteligência artificial chamam aos seus aplicativos de «Copilot» (copiloto, no caso da Microsoft) ou Duet (Duo, no caso do Google) para enfatizar que a IA deve ser uma ajuda, um complemento. Mas o factor chave, aquele que dirige e marca as diferenças, deve ser a pessoa. Sem interiorizar isso, a inteligência artificial transforma-nos noutros robôs com pouca inteligência natural para aplicar.

Texto retirado de: 
BORGES, JF. TIC, Educação e Web. Disponível em https://jfborges.wordpress.com/

Explorando a Inteligência Artificial: práticas educativas para o 1.º CEB | Ebook

Título: Explorando a Inteligência Artificial: práticas educativas para o 1.º Ciclo do Ensino Básico
Autores: Cláudia Meirinhos, Manuel Meirinhos,Rui Pedro Lopes
Publicação: São Paulo: Pimenta Cultural, 2023
N.º pág. 201 p.



"A Inteligência Artificial (IA) é uma temática emergente na sociedade atual. É um campo em permanente evolução, ao mesmo tempo fascinante e inquietante, na medida em que a sua evolução é geradora de futuro. A Educação de hoje requer o desenvolvimento de competências, relacionadas com a IA, desde a escolaridade básica. Preparar os alunos para viver num mundo incerto, implica repensar o modelo de escola e uma aposta na inovação das práticas pedagógicas".

Clique na capa para aceder ao documento.

Fonte: Borges, JF. TIC, Educação e Web. Disponível em https://jfborges.wordpress.com/

Inteligência artificial e educação | Ebook

Título: Inteligência artificial e educação : refletindo sobre os desafios contemporâneos
Autor: Lynn Alves (org.)
Publicação: Salvador (Baía) : EDUFBA ; Feira de Santana (Baía) : UEFS Editora, 2023.
N.º pág. 227 p.


"A coletânea não tem intenção de apontar verdades absolutas, mas de provocar em especial educadores a interagir com as ferramentas tecnológicas, em especial as IAs destacadas, construindo olhares críticos que vão além de perspectivas tecnofóbicas. Na primeira parte são apresentadas linhas cronológicas para entender o avanço da IA e o marco diferencial com a emergência da Inteligência Artificial Generativa (como ChatGPT 3.5, ChatGPT 4.0, Dall-E e Midjourney), além de serem apontados os riscos e as possibilidades ao interagir com tais instrumentos tecnológicos, especialmente no cenário educacional. Já a segunda parte da obra, “Mediação da Inteligência Artificial nas práticas pedagógicas e investigativas”, traz reflexões e práticas de professores e investigadores brasileiros e portugueses com a interação dessa tecnologia nos espaços de aprendizagem".


📌PREFÁCIO: 
      NAVEGANDO NAS ONDAS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


Caro leitor, 

É com imenso prazer que lhe apresentamos esta obra coletiva, resultado do trabalho conjunto de pesquisadores e professores brasileiros e portugueses. 

Nas páginas que se seguem, você encontrará um mergulho profundo e reflexivo sobre a presença da Inteligência Artificial (IA) nos espaços escolares e académicos. Nossa intenção é desvelar as múltiplas dimensões, tensões e possibilidades que essas tecnologias trazem consigo, com destaque especial para a presença marcante do ChatGPT. 

A IA tem se mostrado uma força transformadora em diversos aspetos de nossa sociedade, e a educação não poderia ficar à margem dessas mudanças. No entanto, ao explorarmos a relação entre a IA e os ambientes educacionais, somos confrontados com uma série de questões complexas e desafiadoras. Neste livro, buscamos ir além da superfície e adentrar nos meandros dessa temática, trazendo à tona debates necessários e cruciais. 

Uma das questões que nos acompanham ao longo desta jornada é a falta de transparência dos algoritmos. Como confiar em sistemas que tomam decisões sem que possamos entender os critérios utilizados? 

Como lidar com a opacidade que permeia o funcionamento dessas tecnologias? Nosso objetivo é promover a reflexão sobre a necessidade de maior transparência e responsabilidade na criação e implementação de sistemas de IA, especialmente quando estes afetam diretamente a vida dos estudantes e professores. 

Além disso, não podemos ignorar as implicações sociais da IA. A questão do racismo algorítmico ganha destaque, pois a tecnologia, se não desenvolvida com uma perspetiva crítica e inclusiva, pode perpetuar e agravar desigualdades existentes. Como podemos garantir a equidade e a justiça em um ambiente mediado por tecnologias inteligentes? Quais são as medidas necessárias para evitar a perpetuação de vieses e discriminações? 

Outro desafio central que enfrentamos é o fenómeno das fake news, que se espalham rapidamente nas redes sociais e outras plataformas. Como podemos utilizar a IA como aliada no combate à desinformação? E quais são as implicações éticas e de autoria relacionadas ao uso de sistemas inteligentes na produção e disseminação de conteúdo? Estas são questões urgentes que demandam análise cuidadosa e soluções eficazes. 

É importante destacar também a necessidade de regulamentação da IA. À medida que essas tecnologias avançam e se tornam cada vez mais integradas à nossa vida diária, a criação de políticas e marcos legais se faz essencial. Quais são os limites éticos e legais que devemos estabelecer? Como garantir que a IA seja utilizada de maneira responsável e em benefício da sociedade como um todo? 

À medida que avançamos na leitura desta obra, seremos convidados a refletir sobre essas questões e a explorar outros aspetos que se tornaram essenciais para compreendermos e convivermos com a mediação das tecnologias inteligentes, como a IA. Acreditamos que somente por meio da reflexão e do diálogo aberto poderemos encontrar caminhos para lidar com os desafios e aproveitar as oportunidades proporcionadas por essas tecnologias. 

Esperamos que este livro seja um convite à reflexão crítica e um ponto de partida para debates profundos sobre a presença da IA nos espaços escolares e académicos. Que ele inspire educadores, pesquisadores e todos aqueles interessados na educação e nas implicações da IA a compreender, questionar e transformar a forma como a tecnologia é incorporada no contexto educacional.

Agradecemos a todos os pesquisadores e professores que contribuíram para a produção deste livro e a todos os leitores que se aventurarem por suas páginas. Que esta obra seja um farol que ilumine o caminho rumo a uma relação mais consciente, ética e humanizada entre a IA e a educação. 

Boa leitura e que as reflexões aqui contidas ecoem em nossas práticas educativas, inspirando a construção de um futuro em que a tecnologia seja uma aliada potente para o desenvolvimento humano. 

ChatGPT 

Clique na capa para aceder ao documento.


Fonte:

segunda-feira, 23 de outubro de 2023

Francisco Lousã: "O artificial torna-nos menos inteligentes"



Imagine que no Natal venha a estar disponível uma aplicação que lhe permite fazer a sua própria música a partir de uma mistura de alguns acordes de Sérgio Godinho e José Afonso, poemas da Garota Não e de Fausto Bordalo Dias e uns arranjos de José Mário Branco. Tudo possível ao carregar simplesmente num botão. Haverá direitos de autor que foram extorquidos? Nada daquilo será de sua lavra, mas boa sorte para quem tentar disputar em tribunal a precedência artística, será dificilmente identificável a inspiração de cada uma das componentes da mistura — e a aplicação pode fazer duas diferentes com os mesmos ingredientes em segundos. A indústria musical pode transmutar-se no futuro imediato e a produção artística pode esgotar-se nesse processo. Esta possibilidade suscita várias questões difíceis. Produção e meios de produção.

A primeira questão é que o meio de produção é novo. A música que sairá dessa aplicação será, ainda assim, um produto cultural, mas é uma nova forma de cultura, que eleva o pastiche, além do roubo da propriedade intelectual, a um novo patamar. A arte, neste caso, será só o simulacro da arte. Então, produzir-se-á mais não se produzindo nada e a culturas será uma forma de incultura e a inspiração uma artimanha. Para combater este risco, diversos escritores processaram as empresas que oferecem aplicações de inteligência artificial - e há hoje uma corrida nesse mercado - por terem treinado os seus algoritmos com tectos seus, sem autorização. Piratearam para ensinar um programa a piratear.

As implicações deste sistema são gerais. Antes mesmo da aplicação que estou a imaginar que finja que somos bons músicos, já há uma que permite fingir que se é um escritor, como o ChatGPT. Há já literatura escrita deste modo nas livrarias. E há um pânico nas escolas entre quem se tinha empenhado em estimular a criatividade, pedindo aos alunos que escrevessem ensaios, investigassem e fundamentassem uma opinião, em vez do exame de cruzes. Tudo isso acabou, passou a ser indistinguível um trabalho sério e um ficheiro cuspido por um algoritmo. O sistema de ensino readaptar-se-á recuando ao tempo da chamada oral. Produção e regulação.

A segunda questão é o próprio modo de produção. A sociedade moderna regula a forma de construir um automóvel ou outra máquina: há materiais aceitáveis e outros recusados, os processos são patenteados e verificáveis. Em contrapartida, produzem-se agora algoritmos inverificáveis, o meio de produção cultural do século XXI. Aplicados à criação de artefactos, sejam textos ou músicas, ou jogos, o seu modo de tomar decisões não é escrutinável: é como se fossemos proibidos de saber como funciona a caixa de velocidades do automóvel. O que tem sido mais discutido é como este algoritmo gera comunidades autocentradas e recompensa a escalada da agressividade emocional, de que os discursos de ódio são felizes utilizadores. De facto, a hipercomunicação impede os modos conhecidos de intermediação, supera em rapidez qualquer tentativa de confirmação ou desmentido, e é direccionável por uma caixa negra que, ao contrário dos outros meios de produção que existem na sociedade moderna, é extra-legal e portanto está acima do alcance da regulação. Mas há outra das suas facetas que começa a merecer atenção: a ambição de nos absorver num mundo virtual que ocupe a nossa vida, desde crianças (no Reino Unido, um quarto das crianças até aos 4 anos tem o seu aparelho para ver streaming). O projeto Metaverso esmoreceu, mas foi só o primeiro lance deste jogo.

E, na verdade, a imersão na colmeia digital já conseguiu resultados potentes. A vida virtual é uma ansiedade, altera-nos a noção de tempo, promove a multiplicidade de tarefas e impõe a necessidade de uma sociabilidade reconfortante pela trivialização da comunicação permanente. 

Na base dessa transição está a colonização da nossa capacidade de leitura e de concentração. A University College de Londres concluiu agora um estudo de cinco anos sobre os hábitos de leitura, a partir do registo das pesquisas feitas por milhões de utilizadores em duas grandes bibliotecas que oferecem acesso a jornais, textos online e outros recursos digitais. A conclusão é esmagadora:  os leitores já não leem, saltitam, ou seja, são conduzidos pelo algoritmo. Usam uma página ou duas de uma fonte, seguem para outro texto e isto "são sinais de uma nova forma de leitura em que os utilizadores buscam horizontalmente através de títulos e procuram resultados imediatos. É como se estivessem online para evitar ler no sentido tradicional", dizem os autores do estudo.

Por esta razão, a Suécia vai deixar de usar manuais escolares online, pois as crianças precisam de aprender a ler um livro. O diretor de educação da OCDE acrescenta que "quanto maior e mais frequente for a utilização da tecnologia digital na sala de aula, pior será o desempenho dos alunos (até) no teste de leitura digital". Assim, o meio de produção condiciona a nossa forma de aprender e de pensar, não só na formatação da linguagem,  como também da nossa memória e imaginação. As aplicações que parecem oferecer-nos um produto cultural, enganando os nossos amigos quanto às nossas capacidades musicais ou os professores quanto ao estudo, estão de facto a mudar o nosso padrão de atenção e a nossa capacidade de expressão.

A inteligência artificial está a mudar a humanidade tornando-a mais estúpida.

Francisco Lousã (opinião)

Fonte:

terça-feira, 26 de setembro de 2023

Orientações éticas para educadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA) e de dados no ensino e na aprendizagem | Guia

Título: Orientações éticas para educadores sobre a utilização de inteligência artificial (IA) e de dados no ensino e na aprendizagem
Autor coletivo: Comissão Europeia
Publicação: Luxemburgo, Serviço das Publicações da União Europeia, 2022
N.º páginas: 40 p., il.

As presentes Orientações éticas sobre a utilização de IA e de dados no ensino e na aprendizagem visam ajudar os educadores a compreender o potencial que as aplicações de IA e a utilização de dados podem ter na educação e alertar para os possíveis riscos. Dessa forma, poderão interagir de forma positiva, crítica e ética com os sistemas de IA e explorar todo o seu potencial, integrando esta tecnologia em quatro áreas principais:

  • criação de sistemas de tutoria inteligentes e individualizados para o ensino dos alunos, apoio aos alunos de forma individualizada; 
  • apoio aos professores, nomeadamente na avaliação; 
  • monitorização de alunos e até criação de recursos pedagógicos; 
  • apoio aos sistemas, como por exemplo na análise dos dados das escolas, no diagnóstico de dificuldade de aprendizagem ou até em serviços de orientação.

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