quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Utilização da BE/CRE em contexto letivo no 1.ºPeríodo – ano letivo 2022/2023

Divulgamos, de seguida, os dados estatísticos relativos à frequência, em contexto letivo, da Biblioteca Escolar – Centro de Recursos Educativos de 16 de setembro até 22 de dezembro de 2022.

Salienta-se os seguintes dados:

• Total de ocupações em contexto letivo: 24

• Nº de aulas ministradas na BE/CRE: 23

• Nº de turmas envolvidas: 10

• Nº de disciplinas envolvidas: 9

• Nº de alunos inscritos em contexto letivo: 203

• Turmas com mais aulas na BE/CRE: 11.º A

• Disciplina com maior número de aulas na BE/CRE: Geografia A

• Mês com maior nº de aulas: Novembro

Circulação do fundo documental no 1.º Período – ano letivo 2022/2023

 Divulgamos os dados estatísticos referentes aos empréstimos realizados de 16 de setembro a 22 de dezembro de 2022.


Registaram-se os seguintes empréstimos à Comunidade Escolar:

- Alunos – 86 requisições;

- Professores – 66 requisições;

Destacam-se as turmas que registaram:

ϖ Maior número de requisições: 

• 1.º - 11.º 01 - com 11 requisições;

• 2.º - 10.º 07 - com 8 requisições;

• 3.º - 11.º 08 – com 7 requisições.

ϖ Maior número de requisições domiciliárias: 

• 1.º - 10.º 07 – com 6 requisições;

• 2.º - 10.º B e 12.º A – com 5 requisições;

• 3.º - 10.º 03, 10.º 09 e 11.º 07 – com 4 requisições.

ϖ A aluna que apresentou maior número de requisições domiciliárias foi:

• Georgeth Patrícia Garcia – Turma 10º B – com 5 requisições. 

ϖ Total de empréstimos domiciliários a alunos: 52

ϖ Nº de alunos que levaram documentos para casa: 43

Utilização da BE/CRE em acesso livre no 1.ºPeríodo – ano letivo 2022/2023

Divulgamos, de seguida, os dados estatísticos relativos à frequência, em regime livre, da Biblioteca Escolar – Centro de Recursos Educativos de 19 de setembro até 20 de dezembro de 2022.

Salienta-se os seguintes dados:

¬ Nº de dias do funcionamento da BE/CRE: 53

¬ Nº de utilizadores registados: 399

¬ Nº de alunos envolvidos: 206


¬ Os 3 alunos que frequentaram mais assiduamente a biblioteca escolar:

• 1º - Sarah – Turma 11º 13 – com 22 inscrições;

• 2º - Maria Silva– Turma 11º 13 – com 15 inscrições;

• 2º - Bárbara – Turma 11º 13 – com 14 inscrições;


¬ Turma + frequentadora:

• 1º - Turma 11º 13- com 70 inscrições;

• 2º - Turma 10º 03 – com 37 inscrições;

• 3º - Turma 10º 05 – com 24 inscrições.


¬ Horas com maior número de utilizadores:

• 1º - 13:30H – 14:30H – com 90 inscrições;

• 2º - 09:30H – 10:30H – com 69 inscrições;

• 3º - 12:30H – 13:30H – com 42 inscrições.


¬ Dias da semana com maior afluência:

• 1º - 3ª Feira – com 125 inscrições;

• 2º - 4ª Feira – com 107 inscrições;

• 5º - 2ª Feira – com 98 inscrições.


¬ Dia com maior frequência:

• 15-11-2022 – com 27 inscrições;


¬ Atividades que envolveram mais alunos:

• 1º - Consulta de documentação/ Leitura/ Estudo – 217 inscrições;

• 2º - Consulta multimédia: trabalhos escolares – 142 inscrições;

• 3º - Jogos matemáticos– 20 inscrições.




terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Novos DVDs




Uma viagem pelo mundo de Agustina Bessa-luìs


Disponível na Biblioteca para empréstimo



No ano do centenário de Agustina Bessa-Luís, o jornal Público lançou um livro-revista, com 104 páginas, que permite uma releitura da escritora por académicos, jornalistas e outros escritores.

Este livro-revista, conjunto de ensaios e perspectivas sobre Agustina Bessa-Luís, é, acima de tudo, um convite à leitura. Nem outra coisa seria de esperar destes pretextos que encontramos na agenda, aqui o redondo centenário, do que guiar antigos e novos leitores ao encontro das páginas de quem magistralmente dominou a escrita e, como recorda António Guerreiro, não se limitou a criar novos mundos e nova gente, mas teve engenho em mexer nas entranhas do próprio meio, o romance, com que nos falou de si, de nós e dos outros.

(In: Leia-se Agustina, por David Pontes, pág. 5)

Agustina, 100 anos










Algumas observações pessoais e laterais — paralelas à homenagem a Agustina, em Amarante, a sua cidade natal — a partir de pedaços migrantes da obra.

📍Sobre a histeria

Escreve Agustina: “A histeria da insignificância” (“As Chamas e as Almas”). O insignificante histérico, poderemos dizer, é hoje o mais comum: senhor que ocupa o centro da praça com megafone a muitos decibéis e cérebro silencioso como o de um hipopótamo parado. Cada ideia, pesadíssima, para sair do sítio, leva décadas — leva décadas, mas grita muito.
A histeria de cabeça vazia ocupou o palco e dali não sai. Sem produzir um pinguinho de oxigénio ou de inteligência — mas quer morrer ali como as árvores.

📍Sobre o tempo

A vida tem este modo tão dócil de deixar o tempo passar. Sem relógios nem espelhos, nem rosto dos outros que envelhecem diante do nosso instinto de observador neutro, o tempo seria uma invenção teórica dos filósofos entediados. Mas não é.
Escreve Agustina: “Ema compreendeu que não era tão nova como dantes.” (“Vale Abraão”).

📍
Sobre a política

A política muda na superfície, o pó é limpo, mas debaixo está a mesma mesa, idênticas cadeiras e até as mesmíssimas-míssimas formas de sentar e falar. Nos escritórios, as paredes recebem calendários sucessivos e por vezes a cor muda radicalmente o ambiente estético do trabalho — porém, no essencial, o humano ali está: o mesmo bicho com as mesmas grandezas e fraquezas.
Escreve Agustina: “A grande caixa torácica da burocracia, dentro da qual estava o pulmão das influências” (“A Monja de Lisboa”). 

📍
Sobre a Língua

Tratar a Língua em que se escreve como a um animal doméstico, às terças e quintas, e como se fosse animal selvagem, e impossível de montar, nos restantes dias, incluindo os aparentes calmos fins-de-semana. A língua portuguesa não é um exército de leis, todas direitinhas, umas ao lado das outras como escuteiros bem-comportados a vender calendários já do ano passado. A Língua é talvez outra coisa, um pouquito mais desarrumada e rebelde.
Escreve Agustina: “Contento-me em descontratar-me da gramática” (“Conversações com Dmitri e Outras Fantasias”).

📍
Sobre a estupidez

Muitos tratados existem sobre esse modo tão simples e directo de nada entender.
“Ninguém é sincero quando se declara estúpido” (“Meninos de Ouro”).
A estupidez é uma forma plana de estar em cima de uma montanha. Um bípede que tem dois pés como guia intelectual pode não ser mau de todo quando o objetivo é fazer caminhadas ou treinar instintos humanos e animais por metro quadrado. Porém, quando se trata de entender, dois pés entendem pouco; podem andar, correr, saltar ou ficar por ali, no mesmo sítio, pasmados, mas os ágeis pés, diga-se, nem sequer descobriram ainda a roda ou fizerem o primeiro fogo. Sem as mãos, o humano ainda passava um frio do raio, sem fogo, lareira, paredes ou tecto. (Mas sim, infelizmente, em 2022, muito frio muitos passam ainda, bem injustamente. Mas isso seria outro assunto, bem mais grave.)
Os pés caminham, mas são inábeis para outros assuntos ligeiramente mais densos. Se a civilização humana dependesse apenas deles, teríamos migrado muito, mudado de sítio, mas sempre com as mesmas ideias.
Mudei de sítio 100 vezes e de ideias nenhuma, poderia dizer um tonto que se mexesse muito (e são tantos e tanto andam por aí).
Diante da estupidez do tonto, o sensato aponta lá para cima, para um eventual cometa que esteja por ali a passar ao fim-de-semana, aponta então para o céu de modo a distrair as atenções, e depois foge o mais rápido que pode na direção contrária. Se é para correr é mesmo nestes momentos de perigo. É que a estupidez quando se agarra a um sujeito não é como um casaco que se pode deixar no bengaleiro antes de se entrar numa sala sensata; agarra-se à pele, sim, como uma urticária da inteligência e, a partir daí, em vez de argumentar, um sujeito coça-se.

Fonte:
Gonçalo M. Tavares. Os cadernos e os dias - História fragmentada do mundo, in Expresso, 9 de dezembro de 2022. Acedido em https://expresso.pt/opiniao/2022-12-09-Agustina-100-anos-c844ccfe

segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

MY PLanet I Revista Outubro 2022



Encontra-se disponível na biblioteca o número 11 da revista My Planet, de Outubro de 2022, com o título "Ver para além da incerteza".

Este número é uma edição especial, com 120 páginas, que começa com um ensaio inédito, especialmente produzido para as páginas desta revista, da autoria do escritor José Luís Peixoto, que reflete sobre a incerteza nas nossas vidas. E continua, dividida em três grandes capítulos.

No primeiro, "Porque nos sentimos cansados?", explora-se o bem-estar e a saúde mental, com pistas sobre como lidar com o mundo acelerado e em mutação.

Na segunda parte,"Como salvar o nosso planeta?", abre-se o foco e centra-se nos problemas do planeta, na forma como estes nos afectam e no que podemos fazer para ser parte da solução.

No último dos três capítulos, "Pode a incerteza ser motor de prosperidade?", fala-se de sociedade, de economia, de empresas e mostram-se casos de como a incerteza também ganha o poder de converter crises em oportunidades.