quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Revista de Ciência Elementar de dezembro de 2019 disponível na biblioteca



A versão impressa do número de dezembro de 2019, da Revista de Ciência Elementar, da Casa das Ciências já se encontra disponível para consulta e/ou empréstimo na nossa biblioteca.


Este número contém:

⤿ Editorial: Feliz Natal e Bom Ano Novo!

⤿ Artigos:
A ciência e o crime;
Identificação genética através de análises de DNA;
Criptografia e criptoanálise;
Copenhagen;
Poluição, um veneno silencioso;
A escrita manual a desvendar mistérios;
Falsificação de obras de arte;
Fraudes e falsificações na Arte e Arqueologia desmascaradas pela datação por Carbono 14;
Reconhecimento facial.

⤿ Imagem em destaque: Grão de pólen de Hibicus.

Para aceder ao formato digital deste número clique na imagem da capa.

AdolesCiência | Revista júnior de investigação
Vol. 6 - Dezembro 2019



A revista AdolesCiência - Revista Júnior de Investigação é uma revista da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, com o ISSN 2182-6277.

É uma publicação electrónica de carácter multidisciplinar, na qual participam alunos do ensino básico e secundário e alunos do ensino superior, em parceria com os seus professores, com arbitragem científica independente e disponível em acesso aberto.

O volume respeitante ao mês de dezembro de 2019 já se encontra disponível e é composto por 8 artigos, 2 relatos e 1 entrevista, que evidencia alguns dos bons exemplos da investigação científica que se produz nestes níveis de ensino.

Aceda à 6.ª edição clicando na capa da revista.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

À conversa com o autor... Isaac Jaló


Na próxima terça-feira, dia 14 de janeiro, receberemos a visita do escritor Isaac Jaló. Pelas 10H00, os alunos de algumas turmas de 11º e de 12º anos, poderão participar, no auditório da Escola Secundária da Amadora, num encontro com o autor.

Além da apresentação do livro Islâmicos 14:38 - uma viagem extasiante ao mundo islâmico em Portugal e da sua recente produção artística baseada no poder das palavras, o autor estará disponível para abordar com os alunos temas relacionados com a cultura islâmica.

O livro estará à venda, no dia do encontro, por 10€.

Mais informações sobre o autor e sobre o livro em:


terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Maratona de cartas 2019
Sarah Mardini e Seán Binder: 25 anos de prisão por salvarem vidas?

Na Grécia, como noutros países da Europa, salvar vidas pode dar prisão. Aconteceu a Sarah Mardini, de 24 anos, e a Seán Binder, de 25, quando se voluntariaram como socorristas para uma organização em Lesbos. O seu trabalho era encontrar barcos em apuros no mar e prestar os primeiros socorros a quem vinha neles.

Agora estão acusados de “espionagem”, “tráfico humano” e “pertença a uma organização criminosa”. Se forem considerados culpados, Sarah e Seán vão passar os próximos 25 anos na prisão, sendo que já estiveram mais de 100 dias detidos. Foram libertados sob fiança, em dezembro de 2018.

Seán vive atualmente na Irlanda. Diz que o mais assustador nem foi a prisão, mas saber que algo assim “pode acontecer a qualquer pessoa”. Nos últimos tempos, os governos estão a criminalizar quem simplesmente ajuda refugiados. Esquecem-se que tudo o que estão a fazer é salvar vidas.

O trabalho humanitário não é um crime, nem é heróico. Ajudar outros deveria ser normal. As pessoas que realmente estão a sofrer e a morrer são as mesmas que enfrentam perseguições. 
Seán Binder

Sarah, hoje na Alemanha, conhece bem o desespero das pessoas que não têm alternativa senão meterem-se num barco e embarcar numa viagem demasiado perigosa. Em 2015, ela própria escapou à guerra na Síria atravessando o mar Egeu num barco que quase se afundou. Ela e irmã, nadadora olímpica, ficaram conhecidas em todo o mundo porque “rebocaram” o barco a nado até Lesbos, salvando a vida de todas as pessoas a bordo.

Agora Sarah e Seán precisam da nossa ajuda. É altura das autoridades gregas anularem todas as acusações e reconhecerem publicamente a legitimidade destas ações humanitárias.

As pessoas que estão a salvar vidas no mar não são criminosas. Juntem o vosso nome ao apelo! Queremos um mundo onde a solidariedade não seja crime.

Assine a causa deles na página da Maratona de Cartas 2019: em https://www.amnistia.pt/maratona/ (use o código atribuído à nossa Escola: DFGB).


Maratona de cartas 2019
Marinel Ubaldo: em luta para salvar uma comunidade atingida pela crise climática

Marinel Sumook Ubaldo tinha 16 anos quando enfrentou o impacto devastador das mudanças climáticas em primeira mão. Em 13 de novembro de 2013, o tufão Yolanda (ou Haiyan), um dos mais poderosos já registados, destruiu a sua povoação, Matarinao, na província de Samar Oriental. O tufão matou 6.300 pessoas nas Filipinas e milhões perderam as suas casas.

"A resposta do governo foi inadequada", diz Marinel: os locais de realojamento careciam de serviços básicos, como água e eletricidade, e havia poucas oportunidades para as pessoas ganharem a vida. Como resultado, muitas famílias regressaram às suas casas originais, mesmo estando em áreas perigosas.

Desde o tufão, Marinel tornou-se uma corajosa ativista ambiental, dedicada a garantir que os governos de todo o mundo enfrentem as mudanças climáticas e o seu impacto em comunidades como Matarinao.

'Quero que os líderes mundiais se comprometam a minimizar a emissão de gases de efeito estufa. Quero que eles ajudem países vulneráveis, como o meu, a se adaptar aos efeitos inevitáveis ​​das mudanças climáticas'.

O governo filipino tem sido fortemente criticado por não estar a fazer o suficiente e por deixar estas pessoas a viver em condições insalubres, nas quais é difícil ganharem o seu sustento. É urgente darmos voz a estas pessoas.

Estamos com ela.

Maratona de cartas 2019
Yasaman Aryani: 16 anos de prisão por defender os direitos das mulheres

Yasaman e a sua mãe sonham com o dia em que as mulheres vão poder vestir o que quiserem no Irão. Em conjunto, para partilharem esse sonho, ousaram entregar flores numa carruagem de metro no Irão, exclusiva para mulheres, sem o lenço islâmico que é de uso obrigatório. Tudo aconteceu no Dia Internacional da Mulher, a 8 de março.

A atriz Yasaman, enfrentou as leis do Irão num corajoso ato de desobediência civil. Com a mãe, Monireh Arabshahi, caminhou com o cabelo ousadamente a descoberto enquanto distribuía flores brancas. Falou da esperança num futuro em que todas as mulheres tenham a liberdade de escolher o que vestir.

Nesse mesmo dia o vídeo tornou-se viral e um mês depois Yasaman era despedida da peça que estava prestes a estrear.

A 10 de abril, as autoridades iranianas detiveram Yasaman, mantendo-a em isolamento durante nove dias enquanto era interrogada horas a fio. A 31 de julho, poucos dias depois de Yasaman completar os 24 anos de idade e estar atrás das grades, veio o veredicto: foi condenada a 16 anos na prisão, dos quais tem de cumprir obrigatoriamente pelo menos 10. A mãe teve uma pena igual.

Os crimes? “Reunião e conluio para cometer crimes contra a segurança nacional”, “espalhar propaganda contra o sistema” e “incitar e facilitar a corrupção e a prostituição”- tudo por promover os direitos das mulheres.

A cruel condenação de Yasaman faz parte de uma ampla repressão contra as mulheres que promovem o fim das leis do uso obrigatório do véu no Irão. Desde 2018, foram presas e condenadas dezenas de defensoras de direitos humanos.

Esta é uma das causas propostas pela Amnistia Internacional para a Maratona de cartas 2019 e que nós apadrinhamos. 

Vamos assinar e apoiar quem é condenado por defender Direitos Humanos. 

Usem o código atribuído à nossa Escola: DFGB

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Livro do Mês - Janeiro de 2020

No mês em que se recorda as vítimas do Holocausto e tendo em consideração o lema “Ler para não esquecer” a biblioteca escolar propõe como leitura o livro de Jeremy Dronfield intitulado "O rapaz que seguiu o pai para Auschwitz : uma história real".



SINOPSE:

Viena, anos de 1930. A família Kleinmann vive um dia-a-dia pacato e tranquilo. Gustav trabalha como estofador e Tini trata da casa e dos quatro filhos: Fritz, Edith, Herta e Kurt.

Mas, com a anexação nazi da Áustria, a normalidade da vida dos Kleinmann dissipa-se abrupta e dramaticamente. Os vizinhos viram-se contra eles, o negócio de Gustav é-lhe retirado e a ameaça paira sobre toda a família de forma cada vez mais alarmante.

Gustav e Fritz são dos primeiros judeus austríacos a ser presos. Destino: Buchenwald, na Alemanha. Assim começou uma inimaginável provação - várias vezes espancados, quase mortos à fome e brutalmente forçados a construir o próprio campo de concentração em que estavam detidos. Ao longo dos horrores que testemunharam e do sofrimento por que passaram, uma constante ajudou a mantê-los vivos: o amor entre pai e filho.

Quando Gustav recebeu ordem de transferência para Auschwitz, uma sentença de morte certa, Fritz viu-se perante um dilema: deixar o pai morrer sozinho ou ir com ele...

Fica aqui uma pequena nota sobre o autor:


Jeremy Dronfield nasceu no País de Gales. Doutorado em Arqueologia, em Cambridge, é biógrafo, historiador e romancista.

O seu primeiro romance, The Locust Farm, esteve na shortlist do Prémio John Creasey Memorial para primeiras obras de policial.

Saiba mais sobre Jeremy Dronfield >>