sexta-feira, 14 de junho de 2019

E-book "Criatividade - mudar a educação, transformar o mundo"



Criatividade – mudar a educação, transformar o mundo
Raquel Franzim Antonio Sagrado Lovato Flavio Bassi (org.)
1ª edição
São Paulo
Ashoka / Instituto Alana
2019


Criatividade – mudar a educação, transformar o mundo é o novo livro digital do programa Escolas Transformadoras. Tal como se defende em Portugal, no Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, também este programa apresenta a criatividade como um valor e uma competência essenciais para a formação de pessoas capazes de transformar a educação e a sociedade.

Aqui, mais de 40 autores e autoras, entre estudantes, professores, gestores de escola, investigadores, profissionais do setor terciário e professores universitários, abordam a criatividade como um dos valores transformadores essenciais para a superação de desafios na educação.

A publicação surgiu na sequência do Encontro Nacional realizado pelo programa em agosto de 2018, no Instituto Brincante.

Veja na íntegra a Roda de Conversa: Criatividade na educação

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Heterónimos no cinema



Foi há poucos dias. Se bem sei, Fernando Pessoa, Ricardo Reis e Álvaro de Campos tinham ido ver um filme ao cinema Ideal, aqui tão perto do Centro Nacional de Cultura, e não resistiram a tomar uma bica e outras amenidades de boca na Brasileira. Gravei-lhes a conversa e transcrevi, ipsis verbis, o que livremente quiseram dizer. Faltou Alberto Caeiro que, creio, nunca entrou numa sala de cinema.


“Ó Fernando, com tanta angústia patriótica a saltar-lhe da mão esquerda para a direita, você nem a bica consegue tomar.”

Foi o que o engenheiro disse, fazendo rir a mesa heteronímica a que se sentam. São três: Pessoa, Ricardo Reis e Álvaro de Campos. Mortos, descontraídos e invisíveis para os turistas de 2019 da Brasileira.

Pessoa lamentou-se: “Sabe, engenheiro, é a mágoa de um presente infeliz. Somos o pingo de tinta seca de quem escreveu Impérios na geografia do mundo.”

Reis, mal o deixou acabar: “Lá vem você com o Quinto Império. Basta-nos o mito ou, para que as actuais gerações compreendam, um milagre como no cinema. Ainda ontem voltei a ver, de mão dada com a Lídia, o “It’s a Wonderful Life” do Capra.”

“Nem Portugal é o Jimmy Stewart, nem a Senhora Merkel tem a bonomia do anjo Clarence,” riu-se o desbocado Campos.

Pessoa interrompeu-o: “Bem dito, engenheiro. Onde anda o português que, com a universalidade das Descobertas, salvou a Europa de ser só mediterrânica? Voltou o português à antiga – bom católico, toureiro, estúpido como uma porta de cofre-forte.”

Campos insiste: “Como não está cá o Mestre Caeiro para se zangar comigo e já que o Dr. Reis gosta de filmes, diria que nos falta um optimismo fordiano.”

Logo Pessoa: “O Álvaro confunde optimismo com o que em Ford é só pura crença e europeia. Porque Ford era artisticamente europeu e universal. O cinema dele era uma poesia ajudada: reflecte nos filmes o que a alma não tem.”

Reis interrompe-os: “Pois a Portugal até o direito a ser europeu escapa. Somos só serventuários da França e lacaios da Alemanha.”

O engenheiro abana a cabeça: “Quando fazemos uma revolução é para implantar uma coisa igual à que já estava. Veja o Passos Coelho, parecia tão liberal e indisciplinador? Mas acabou por cair na disciplina por uma fatalidade ancestral.”

Pessoa dá um salto na cadeira: “Álvaro, não está a sugerir que os portugueses se ponham a ver “O Couraçado de Potemkin” ou o “Ivan o Terrível?”

Álvaro ofende-se: “Todo o artista que dá à sua arte um fim extra-artístico é um infame. Encontre-me antes, no cinema, um criador de anarquias.”

Reis afasta o cálice de absinto: “Um Syberberg, um Herzog? Cuidado com o cinema alemão. Olhem a Merkel: uma asceta. Como é perigoso o asceta que se casa com o poder e se amanceba com a vontade de domínio.”

Pessoa concorda: “A Alemanha é na paz o que sempre foi na guerra: uma organização cruel. O sacro império romano é o que cada Alemanha ocultamente quer ser.”

Campos volta à carga: ”Prefiro o cinema que seja uma mentira artística, o americano. Intruja? Mas um país sem grandes intrujões é um país perdido. Quem não intruja não come. A grande civilização é a superior organização da artificialidade, isto é, da intrujice.”

Levantam-se, exuberantes, e saem sem pagar a conta.


Manuel S. Fonseca

Texto retirado de:
Raiz e Utopia, Centro Nacional de Cultura

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Anne Frank (1929-1945): se fosse viva, hoje teria 90 anos



Annelies Marie Frank nasceu a 12 de junho de 1929 na cidade alemã de Frankfurt, numa família judia. Se tivesse sobrevivido ao Holocausto, Anne Frank teria hoje 90 anos.

Clique na foto e aceda ao artigo da revista Visão Júnior dedicado a esta vítima do Terceiro Reich.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Dia Mundial dos Oceanos



O Dia Mundial dos Oceanos é celebrado todos os anos no dia 8 de junho. Esta comemoração teve origem na Conferência da ONU sobre Ambiente e Desenvolvimento, que se realizou em 1992, durante a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro (Rio-92). Em 2008, as Nações Unidas decidiram que o dia 8 de junho passaria a ser designado como o Dia Mundial dos Oceanos. Esta comemoração pretende chamar a atenção para a importância dos mares e oceanos. Este dia permite ainda consciencializar as pessoas dos impactes das ações humanas nos oceanos, mobilizando a população mundial para a sua conservação.

Em 2019, a celebração deste dia tem como tema “Juntos, podemos proteger e renovar o nosso oceano”, dando, deste modo, ênfase à necessidade de mobilizar esforços para a eliminação do plástico nos oceanos.

Dezenas de países celebram a data, incluindo Portugal, mostrando a importância dos oceanos no clima e como elemento essencial da biosfera. Os oceanos ocupam 2/3 da superfície da Terra e têm um papel essencial nas condições climáticas do planeta. Os oceanos não são apenas o habitat de um vasto número de plantas e animais, mas também fornecem comida, energia, oxigénio e múltiplos recursos aos seres humanos. São, ainda, o principal regulador térmico do planeta, absorvendo mais de 1/4 do dióxido de carbono libertado pelas atividades humanas. Por tudo isto o nosso:

              Biodiversidade
                     Recursos marinhos
   Imensidão
              Gestão marinha
      Abundância
      Desperdício
        Oportunidade

Clique na imagem para aceder às iniciativas desenvolvidas e aos recursos.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

75 anos do "Dia D"



Há 75 anos, a 6 de junho de 1944, mais de 156 mil soldados americanos, ingleses, canadianos e franceses tomaram as praias da Normandia, abrindo caminho para o interior numa operação militar aeronaval que marcou o início do fim da Segunda Guerra Mundial.

Clique no mapa para aceder às informações sobre esta operação determinante para a libertação da restante Europa ocupada pela Alemanha nazi.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

5 de junho -
Dia Mundial do Ambiente: o desafio da máscara


#AcabarComAPoluiçãodoAr

#BeatAirPollution



"Poluição do Ar" é o tema escolhido pela ONU para o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho). Organizado pela China, é um convite para refletirmos sobre como podemos mudar a nossa vida quotidiana para reduzir a poluição do ar, que por sua vez pode reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa e também beneficiar a saúde de todos. Veja mais informações sobre a campanha #combaterapoluiçãodoar no site https://www.worldenvironmentday.global/pt-br

Clique na imagem e aceda ao guia do desafio da máscara.



Aceite o desafio!

Participe!